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[Resenha] Easy & Breakable - Tammara Webber

 Olá, gente! Nós da equipe do E.V. gostaríamos de pedir desculpas por estarmos tão ausentes. Boa parte da equipe está na faculdade e juntamente com o fato de sermos meros mortais, sempre surgem uma tonelada de coisas do nada para resolver e acabamos nos desviando da nossa agenda. Após essa breve explicação, quero que saibam que estamos fazendo o possível para melhorar e que precisamos de vocês! Quem já está aqui conosco, continue e chame algum amigo. Queremos sugestões além de saber a opinião de vocês sobre o que publicamos! Mas então, vamos as resenhas...


 Ganhei Easy de presente e foi um dos primeiros livros que eu li... no ano passado. Mas eu não consegui desenvolver uma ligação com ele como um todo. O primeiro livro é da visão da Jacqueline e os fãs que me perdoem, mas ela me pareceu uma personagem sem graça e eu não entendia o que o Lucas havia visto nela. Pode ter sido ciúmes por que eu queria o Lucas para mim? Com certeza pode. HAUHAUAHUAHAUA Mas a questão não é essa.
 Em Easy, Jacqueline é uma garota que saiu de sua cidade e foi para a faculdade atrás de seu namorado de ensino médio, recusando no caminho muitas oportunidades para que construísse um futuro melhor, digamos assim. 
 Eu li isso e pensei "Caramba! É sério isso?", mas bem, tudo na vida tem um motivo de ser como é, e acredito que isso seja regra até nos livros.
 Em uma noite, após sair de uma festa, Jacqueline é ataca no estacionamento e assim ela conhece Lucas. O rapaz a defende e a partir daí eles criam uma ligação, ou quase.
 Mesmo distante, Lucas tenta ajudar Jacqueline a superar o trauma, a ser forte, e isso acaba deixando a moça cada vez mais atraída e curiosa a respeito de seu salvador. Será que ela está pronta para mergulhar na mente de Lucas e ajudá-lo a ser forte para enfrentar seus medos do passado?

Em Breakable podemos explorar os sentimentos de Lucas. Como foi que ele se tornou esse rapaz tão responsável e intenso. Como ele conseguiu sobreviver após o golpe que sofreu que alterou a sua vida, dividindo-a entre um antes e um depois.
 Como já disse, em Easy eu não fiquei muito empolgada com a Jaquecline, e sem sombra de dúvidas a versão do Lucas ganhou meu coração fácil, mas ao notar como tudo aconteceu do ponto de vista dele, Jacqueline ganhou meu respeito, pois ela conseguiu ultrapassar vários obstáculos que eu não fazia ideia que estavam ali e finalmente deu ao Lucas um pouco da paz e do amor que ele merece.
 Uma coisa que eu fiquei surpresa foi no fato de Lucas ter reparado em Jacqueline muito antes do que ela poderia imaginar, e ele é gente como a gente, fazendo coisas como stalkear ou ficar ansioso na espera de um e-mail ou mensagem de celular. HAUHAUAHUAHUAHUA
 Nesta versão da história temos acesso a adolescência de Lucas, mostrando suas experiências, como a primeira paixão, a primeira vez em que ele teve seu coração partido por uma garota e todas as formas que ele usou para tentar amenizar a dor de cada perda que sofreu em sua vida. Como surgiram suas tatuagens, seu estilo, tudo.

 Breakable é daqueles livros que você sente cada palavra, do título da capa, até o ponto final dos agradecimentos. Mostra que mesmo quando algo parece extremamente forte, no fundo pode ser frágil.




[Resenha Book Tour] Escolhas - Cristina Valori

Título: Escolhas.
Autor (a): Cristina Valori.
Editora: Qualis.

Sinopse: Quem determina o que é certo ou errado? Como saber qual caminho seguir? O que nos garante a certeza de ter feito a escolha correta? Será que a razão deve prevalecer ou seguir o coração é sempre o melhor? Você conseguiria viver sabendo que as suas decisões podem mudar tudo? Por que o destino as vezes nos testa? Para Fabiana nada poderia mudar a sua história. Ela sempre teve esta certeza, até que a vida provou que nem sempre é fácil decidir qual rumo tomar. Que o seu coração é quem comanda e a guiará para a decisão correta. Em um sábado como outro qualquer, Fabiana se vê diante de uma situação que mudará a sua estrutura, deixando-a com dúvidas sobre a sua, perfeita, vida. Ela será obrigada a fazer a sua escolha, quando o destino exige uma decisão. Como não se entregar ao verdadeiro amor? Como viver sem se sentir culpada? E por quê? Porque ela estava sendo testada daquela forma? Essas e outras perguntas começaram a fazer parte do seu dia a dia, desde o momento que resolveu seguir os seus sentimentos. E você? Faria o que? Seguiria o seu coração? 

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Resenha
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 Escolhas. Quem nunca se deparou com uma? Ou pior, com várias?
 O que torna a situação mais complexa é quando a nossa escolha pode afetar diretamente aqueles que são mais próximos de nós, e quando digo isso, quero dizer afetar de uma forma ruim.
 Fabiana tem 30 anos, é casada e tem três filhos. Mesmo que seu filho mais velho tenha chego de uma forma inesperada, sua família sempre a apoiou e ela sempre pôde contar com o amor e o companheirismo do marido.
 Mãe e esposa dedicada, Fabiana é prática, tem uma vida exemplar, um trabalho que a deixa satisfeita e em sua mente, nada poderia abalar suas estruturas.
 Tudo era como deveria ser, até ela conhecer Gustavo.
 Em um sábado como outro qualquer, Fabiana resolve fazer mais uma tatuagem, mas o tatuador com quem havia marcado estava com a agenda cheia. E foi isso: Uma agenda cheia foi o peça que o destino pregou em Fabiana fazendo com que seu caminho fosse cruzado com o de Gustavo.
 Como explicar o que veio a seguir? Todas as sensações erradas de seu corpo ao se deparar com aquele estranho. Um sentimento tão profundo que a assusta, mas que a leva a querer chegar mais perto para saber o que aconteceu.
 Gustavo nunca sentiu nada igual, e tem o mesmo desejo: Chegar mais perto.
 E a partir desse sábado qualquer, devido a uma simples agenda lotada, todas as escolhas feitas por Fabiana podem levá-la ao desastre.
 Devo dizer que a temática me incomodou um pouco. Essa coisa de amor avassalador que basta um olhar e pronto, já é o suficiente para a pessoa se dizer incapaz de agir de outra forma além da errada (errada no meu ponto de vista). Mas não a julgo, e mesmo julgando, ela diz várias vezes que entende, então, só fico feliz por ela entender que nem para todos a sua história de amor é aceitável. 
 No fim de cada capítulo tem o trecho de uma música e no final do livro a autora apresenta todas as músicas que aparecem durante a nossa leitura.
 A história é bem escrita e consegue passar o recado sobre a questão de se fazer escolhas e mostra que, as vezes, o destino escolhe por nós.
 O livro começa narrado em primeira pessoa pela Fabiana, mas lá pela página 125 temos a narração feita pelo ponto de vista do Gustavo e também do marido dela.




[Resenha] Ônix

Estar conectada ao Daemon Black é uma droga…
Graças ao seu rastro alienígena, Daemon está determinado a provar o que ele sente por mim é mais do que um produto de nossa conexão bizarra. Então eu o afasto, mesmo que ele esteja mais quente do que frio nestes dias. Mas nós temos problemas maiores.
Algo pior do que os Arum chegou à cidade.
O Departamento de Defesa está aqui. Se eles conseguirem descobrir o que Daemon pode fazer e que estamos ligados, eu sou um caso perdido. E ele também. E há este novo menino na escola que tem um segredo. Ele sabe o que aconteceu comigo, e ele pode ajudar, mas para isso, eu tenho que mentir para Daemon e ficar longe dele. Como se fosse possível. Contra todo o bom senso, estou me apaixonando por Daemon. Difícil.
Mas então tudo muda …
Eu vi alguém que não deveria estar vivo. E eu tenho que dizer a Daemon, apesar de eu saber que ele nunca vai parar de procurar até saber a verdade. O que aconteceu com seu irmão ? Quem o traiu? E o que o DOD quer dele – de mim?
Ninguém é quem parece ser. E nem todos irão sobreviver as mentiras…


"Havia uma peculiar vibração no meu peito. Nunca na minha vida tinha tido um momento tão difícil em entender a mim mesma como era com Daemon. Eu entendia livros. Eu não entendia garotos – especialmente garotos alienígenas."

Eu li "Obsidiana" - primeiro volume da saga Lux - no ano passado enquanto estava de férias. Eu li em um dia. Sem brincadeira. Fiquei em pânico quando meu tablet começou a descarregar e coloquei pra carregar, mas não pude parar de ler até terminar. Eu me apaixonei pelo Daemon de uma forma que me apaixonei poucas vezes - fica com ciúmes não Jace, eu ainda te amo. Jean Claude não olha assim, vai! KKK -. Só que apesar de ter amado o livro terminou de uma forma que me deixou com um pressentimento ruim. Um pressentimento de que a Kat, a personagem principal - por alguma brincadeira cruel do destino, par do amor da minha vida -, iria fazer alguma... besteira. Gente, mas não deu outra.

"— Sua correspondência poderia ter esperado. — Daemon me seguiu até a cozinha. — O que são? Apenas livros?
   Pegando o suco de laranja na geladeira, eu suspirei. Pessoas que não amavam livros não entendiam."

Como quem leu já sabe, o Daemon tem esse lado provocador irresistível e essa confiança justificada que é parte de quem ele é. Você nem consegue ficar realmente irritada, você está ocupada demais fantasiando sobre vocês e algum lugar com areia branca e palmeiras - ta, parei! - e a Kat que até então parecia uma garota equilibrada e inteligente está muito atraída por ele. Exceto que, ela se convence que a atração dos dois tem origem na ligação formada entre eles. Ao curá-la ele mudou alguma coisa nela e ela atribui seus sentimentos e incapacidade de ficar longe à ligação. Aham, claro.
Depois de descobrir que Daemon era um alienígena, um Lux, tudo parece ter mudado, de repente tudo parece perigoso e intenso. Kat se sente atraída por ele, mas parte dela ainda reluta e busca por coisas e pessoas que tragam normalidade novamente à sua vida. Mas ela ainda não entende que nada será normal novamente. Normal adquiriu um novo significado em sua vida.

  "— Jesus. — Blake esfregou sua garganta. — Você tem problemas de controle de raiva. É como uma doença.
   — Há uma cura e é chamada bater em você."

Eu tenho que dizer eu gostava muito da Kat no primeiro livro. Ela parecia realmente legal, ela ama ler e ela tem um blog - Yeah! - e eu meio que senti aquela coisa do "gente como a gente" com ela sabe? Mas para por aí, porque em "Ônix" ela passa a maior parte do livro obcecada em se convencer de que os sentimentos entre ela e Daemon são forjados pela ligação e que nada daquilo é real.
Então ela começa a sair com esse outro cara, o Brad... Não, pera, Brandon... Não... estou brincando o nome dele é Blake (entendedores entenderão KKKKKK) e ela fica tentando se convencer de que ela não está sentindo nada com ele porque ta cansada, por que ta com sono, porque ta com tedio... enfim, o que eu quero dizer é que ela começa a elaborar desculpas absurdas pra justificar a falta de sentimentos entre ela e o Benjamin (não resisto gente kk) - assim como o sentimento em excesso pelo Daemon.

"As palavras eram uma das ferramentas mais poderosas. Simples e muitas vezes subestimadas. Elas podiam curar. Elas podiam destruir. E eu precisava usá-las agora."

Mas enquanto isso coisas estranhas começam a acontecer, objetos começam a se mover sozinhos, portas abrindo e fechando, ela acha que pode estar enlouquecendo, mas uma parte dela sabe que é mais do que isso e ela se pergunta o que mais pode ter mudado ao Daemon curá-la. Pra melhorar sua mãe está namorando novamente e ela não sabe exatamente como se sentir a respeito. Exceto que... eca, é a sua mãe.

"O beijo se aprofundou até que não houvesse eu, nem ela. Era apenas nós, e não era o suficiente. Podia nunca ser o bastante."

Entre o DOD - organização do governo que vigia as espécies alienígenas - sempre fazendo aparições ocasionais e o risco de algum arum - alienígenas do mal que estão em guerra contra os Lux - atacar o clima é de constante tensão. As coisas estão indo rápido demais e ficando fora de controle.
Pra mim, a relutância dela em aceitar as coisas foi o ápice do desastre. Sabe aquele acidente em câmera lenta em que você só pode esperar bater e dar o grande e catastrófico BUM no fim? Pois é. É bem isso. A Kat desceu muito no meu conceito nesse livro e as escolhas e atitudes dela no livro fizeram impossível eu gostar tanto quanto o primeiro.
É sério, eu li em dois dias porque o Daemon é ótimo, engraçado, encantador e tudo isso; também porque o ritmo dos acontecimentos te deixa ansiosa pra saber o que vem a seguir, mas várias vezes quis socar a cara dela. Mesmo. O incrível é que estou ansiosa pelo terceiro. Ódio e amor sempre ligados, uh? Vamos ver se no próximo ela consegue se redimir pelas ações desse livro.
Ps.: O Primeiro volume da saga Lux será lançado ainda esse ano pela editora Valentina. Estou ansiosa pelo meu *-*
Beijos!



[Resenha] O Pequeno Príncipe - Antonie de Saint-Exupéry


  1. Título: O Pequeno Príncipe.
    Autor (a): Antonie de Saint-Exupéry.
    Editora: Agir.

  2. Sinopse: O Pequeno Príncipe, devolve a cada um o mistério da infância. De repente retornam os sonhos. Reaparece a lembrança de questionamentos, desvelam-se incoerências acomodadas, quase já imperceptíveis na pressa do dia-a-dia. Voltam ao coração escondidas recordações... O reencontro, o homem-menino.

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Resenha
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  1.  Publicado em 1943, O pequeno príncipe já foi traduzido para cerca de 250 línguas diferentes e possui 143 milhões de exemplares vendidos pelo planeta. 
  2.  Antonie de Saint-Exupéry trás para todos um livro de crianças para gente grande, porque afinal de contas, todos nós já fomos crianças um dia.
  3.  Vindo de um planeta muito distante (e pequeno), o Pequeno Príncipe está em uma viagem pelo mundo onde aprende e ensina diversas coisas por todos os que conhece pelo caminho. Em uma de suas paradas, ele conhece um piloto que está tentando arrumar seu avião que caiu no deserto. 
  4.  O piloto em questão, tinha tudo para ser um desenhista quando criança, mas infelizmente, sua melhor habilidade - a de desenhar jibóias abertas ou fechadas - não foi muito apreciada pelos adultos, porque para falar a verdade, os adultos não entendem muito de arte, né?
  1.  Em seu primeiro contato com o piloto, o Pequeno Príncipe pediu para que ele desenhasse um carneiro para morar em seu planeta, ressaltando, que seu planeta é muito pequeno, portanto, o carneiro deve ser adaptável a essa condição. Após algumas tentativas, finalmente o piloto desiste e desenha uma caixa, explicando ao Pequeno Príncipe que o carneiro está ali dentro. Vendo que o pequenino ficou muito satisfeito com o resultado, o piloto passa a olhar para o Pequeno Príncipe com outros olhos e se permite tentar entender um pouco mais sobre seu companheiro. Ambos trocam opiniões sobre diversos assuntos e com as experiências contadas pelo Pequeno Príncipe de sua jornada pelo mundo, podemos aprender e relembrar de coisas importantes que com o tempo simplesmente deixamos de lado, como por exemplo, o ato de cativar as pessoas.
  1.  Não quero prolongar muito a resenha, porque mesmo que seja um livro que já foi lido por muitos, com certeza é uma obra que precisa e merece ser lida por muito mais pessoas que ainda não se deram a oportunidade de conhecê-la.
  2.  O mundo visto do ponto de vista de uma criança é simples e magnífico. Suas conclusões e suas dúvidas, nos fazem perguntar em que ponto nos perdemos ao nos tornarmos adultos, afinal, será que com o tempo não vamos ficando menos sábios com nossa mania de acharmos que sabemos mais das coisas? Seja lá qual for a resposta para essa pergunta, acredito que as crianças são o bem mais precioso que o mundo possui. A infância é mágica, e é uma pena que nem todos são capazes de enxergar essa magia.







[Resenha] Era uma vez minha primeira vez - Thalita Rebouças

Título: Era uma vez minha primeira vez.
Autor (a): Thalita Rebouças.
Editora: Rocco.

Sinopse:Coração acelerado, pernas bambas, arrepio na nuca e um friozinho na barriga. Medo? Sim. E também excitação, sonhos, dúvidas, inseguranças e todas as "noias" que as meninas sentem diante da tão esperada e, por que não, idealizada, primeira experiência sexual. São essas angústias e alegrias, contadas de forma leve e bem-humorada, que Thalita Rebouças apresenta em "Era uma vez minha primeira vez", a escritora usa toda a sua sensibilidade e bom humor para falar de um tema que ainda gera muita ansiedade e polêmica entre as garotas. Na linguagem típica das adolescentes, a experiente autora no universo teen conta como seis amigas inseparáveis - Teresa, Clara, Tuca, Fernanda, Patty e Joana -, todas entre 15 e 19 anos, enfrentam o antes, o durante e o depois de um dos momentos mais importantes na vida das mulheres. Mas não espere um manual com dicas sobre sexo, virgindade, gravidez e temas afins. O livro reflete as emoções, os sentimentos, medos e anseios das personagens em diversas situações com as quais as leitoras de Thalita certamente irão se identificar. 

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 Fazia um tempo em que eu não lia nada da Thalita Rebouças e com essa leitura, fiz uma breve viagem no tempo de volta para a minha adolescência, onde tudo parecia mais simples apesar de na época parecer absurdamente preocupante.
 Nesse livro temos a história de seis garotas sobre como foi sua primeira experiência sexual.
 Teresa, Clara, Tuca, Nanda,  Patty e Joana são amigas, e como acontece nos melhores grupos de amizade, são diferentes e a diferença fortalece o amor e o companheirismo entre elas.
 As conversas, as dúvidas, expectativas nos fazem parar e rir por parecer uma cópia de conversas que com certeza todo adolescente, seja ele mulher ou homem, já teve no meio de um grupo de amigos.
 Thalita com seu jeito leve de escrever dá exemplos de experiências desde a mais tranquila até a mais horrorosa, e a importância que os amigos e amigas têm nesse processo. 
 Duvidas sobre o que fazer, quando vai acontecer, vergonha do corpo, medo, entre outros, são temas abordados de forma natural pela autora e destrinchados até chegar aos finalmentes, onde todas elas aprendem que o que realmente importa é a confiança. Com a troca de experiência as garotas aprendem que a primeira vez pode acontecer com alguém que você conhece a muito tempo e ser horrível, mas também pode ser que aconteça com alguém que acabou de surgir na sua vida e ser maravilhosa.
 No final das contas, não há uma regra e o que vale é viver a experiência e aprender com ela.
 Uma coisa que eu achei falha no livro, é colocar a primeira vez como se fosse algo importante só para as mulheres, mas eu acredito que é uma experiência marcante tanto para a mulher quanto para o homem, por mais que eles tentem levar de uma forma como se fosse algo que eles já nasceram fazendo.
 Enfim, com uma escrita engraçada e leve, Thalita Rebouças nos faz acreditar que talvez a primeira vez não esteja totalmente banalizada como vemos por aí hoje em dia, e sim um momento que ainda pode ser valorizado, discutido e contado apenas para os seus melhores amigos.



[Resenha] Veneno - Sarah Pinborough

Título: Veneno.
Autor (a): Sarah Pinborough.
Editora: Única.
Sinopse:

Você já pensou que uma rainha má tem seus motivos para agir como tal? E que princesas podem ser extremamente mimadas? E que príncipes não são encantados e reinos distantes também têm problemas reais? Então este livro é para você! Em Veneno, a autora Sarah Pinborough reconta a história de Branca de Neve de maneira sarcástica, madura e sem rodeios. Todos os personagens que nos cativaram por anos estão lá, mas seriam eles tão tolos quanto aparentam? Acompanhe a história de Branca de Neve e seu embate com a Rainha, sua madrasta. Você vai entender por que nem todos são só bons ou maus e que talvez o que seria “um final feliz” pode se tornar o pior dos pesadelos!

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 Esse livro estava na minha estante já fazia um tempo.
 Dizem que nunca devemos julgar um livro pela capa, mas como resistir a uma capa dessa juntamente com uma frase "Para os fãs de Once Upon a Time e Grimm, Veneno é a prova de que contos de fadas são para adultos! Não existe 'Felizes para sempre'!"
 Nessa releitura, temos a história contada a partir de vários pontos de vista. Temos do ponto de vista da Lilith (madrasta má), da Branca de Neve, do caçador, do príncipe encantado e até mesmo de alguns anões.
 Lilith foi criada para se portar como uma dama. Por possuir magia, sofreu preconceito de seu próprio pai e quase foi parar em uma fogueira juntamente com sua mãe.
 Mesmo agora beirando seus 24 anos, Lilith se mostra uma mulher dura; A rainha de gelo. Ela teve que amadurecer rápido e assumir um casamento com o pai de Branca de Neve, o rei, que teria idade para ser seu próprio pai para poder cumprir com seus deveres, e isso a tornou infeliz.
 Branca de Neve é uma jovem selvagem. Sua beleza jamais passa despercebida e ela é capaz de ser graciosa e ao mesmo tempo beber como um homem na companhia dos anões.
 Assim como na história em que a Disney nos apresenta, a rainha má faz com que Branca de Neve caia em um sono profundo após uma pequena mordida em uma maçã, e então surge o príncipe encantado.
 Arrebatado pela beleza da jovem deitada em um caixão de vidro, o Príncipe se apaixona pela desconhecida e acredita que ela é a princesa perfeita! Que é exatamente do que ele precisa para levar de volta ao seu reino e mostrar ao seu pai que ele é capaz de fazer boas escolhas.
 Acontece que em Veneno nem tudo é o que parece... 
 Gostei bastante da releitura e estou no segundo livro da saga, Feitiço.
 Veneno faz parte de uma trilogia e uma capa é mais bonita que a outra.



 Com uma leitura leve e intrigante, Veneno faz jus a frase que uma em sua capa.
 "Repense seus vilões."




[Resenha] O Céu está em todo lugar


O Céu está em todo lugar
Jandy Nelson

Lennie Walker, de dezessete anos de idade, gasta seu tempo de forma segura e feliz às sombras de sua irmã mais velha, Bailey. Mas quando Bailey morre abruptamente, Lennie é catapultada para o centro do palco de sua própria vida - e, apesar de sua inexistente história com os meninos, inesperadamente se encontra lutando para equilibrar dois. Toby era o namorado de Bailey, cujos sentimentos de tristeza Lennie também sente. Joe é o garoto novo da cidade, com um sorriso quase mágico. Um garoto a tira da tristeza, o outro se consola com ela. Mas os dois não podem colidir sem que o mundo de Lennie exploda...


"Quero que Bailey tenha essas palavras. Quero que saiba que sempre fará parte de todas as histórias, pois, assim como o céu, ela está em todo lugar."

É sempre um desafio falar sobre livros extraordinários. Aqueles livros que te devoram tanto quanto você a eles. Mas eu vou me esforçar. O Céu está em todo lugar tem uma escrita profunda, com muito sentimento, repleto de amor, dor e perda. Em vários momentos ele me pareceu ser mais um poema gigante, um poema que te conta uma história. 
"Anos atrás, estava deitada no jardim da vovó e Big perguntou o que eu estava fazendo. Disse-lhe que olhava para o céu. Ele respondeu - Essa é uma concepção errada, Lennie, é céu está em todo lugar, começa aqui aos nossos pés."
Lennie é uma garota muito sensível e talentosa. Ela tem uma percepção incrível de tudo ao seu redor e ela, talvez por ter uma alma de artista, sente tudo muito profundamente. A perda de sua irmã tem o peso do mundo em suas costas e cada palavra, as ditas e as não ditas, carregam uma dor que parece infinita. Eu vejo a Lennie como uma pessoa que acabou de sair de um acidente terrível, onde ela mesma não sofreu nem um corte, mas que mesmo assim teve sua visão sobre a vida alterada permanentemente. A morte antes, era um pensamento distante, um mero conceito e agora ela se abatia com força sobre sua casa, sobre sua cama, sobre as paredes do seu quarto e ameaça sufocá-la a cada respiração. E ela não sabe como pode sobreviver. Não entende como qualquer um pode. Ela toca seu clarinete, mas o som parece ecoar no vazio, nada parece o mesmo de antes e a falta de emoção, que ela reprime, se avoluma sob ela a cada dia. É quando ela passa a escrever.


"Sempre imaginei a música presa dentro do meu clarinete, não dentro de mim. Mas e se a música for o que escapa de um coração partido?"

Ela escreve tudo o que está sentindo. O que lembra. Conversas com a irmã. As coisas que ela disse e as que gostaria de ter dito. Ela escreve em copos descartáveis, pedaços de papel soltos, papéis de bala, carteiras, livros, troncos de árvore. Por meio do papel, ela espalha sua dor no mundo em forma de poemas, pois ela se sente incapaz de pronunciar as palavras.
"Penso em todas as coisas que não disse desde que Bailey morreu, nas palavras trancafiadas no fundo do meu coração, em nosso quarto laranja, em todas as palavras no mundo que não são ditas quando alguém morre, por serem tristes demais, iradas demais, devastadoras demais, culpadas demais para serem ditas."
Tobby, que namorava sua irmã era a única outra pessoa que parecia entendê-la, sem necessidade de se explicar, de falar. Muitas vezes, comentei com uma amiga minha que a dor dela parecia falar com a dele de uma forma que eles nunca poderiam falar. Eles se entendiam de uma forma única. De uma forma que mesmo eles não compreendiam.


"... só resta a mim mesma. Eu, como uma pequena concha com a solidão de um oceano inteiro que grita de forma invisível por dentro."

Bailey e Tobby tinham uma vida inteira juntos prontos para descobrir, prontos para viver e de repente não havia mais nada. Ao mesmo tempo Lennie tinha na irmã sua melhor amiga, elas nem sempre se entendiam, nem sempre concordavam, mas se amavam incondicionalmente. Uma das maiores frustrações de Bailey era por Lennie ser incapaz de entender o quão apaixonada, o quão profundamente ela amava Tobby. E Lennie realmente não conseguia compreender, muitas vezes ela parecia até temerosa porque Bailey apaixonada parecia completamente diferente da Bailey sua irmã. Então ela brincava sobre alguma coisa e tudo voltava a ficar bem. Mas de repente ela estava morta. E nada ficaria bem de novo.
"A tristeza é uma casa em que as cadeiras se esqueceram de como nos segurar, os espelhos de como nos refletir, as paredes de como nos conter. A tristeza é uma casa que desaparece cada vez que alguém bate à porta, uma casa que se vai com o vento à menor rajada, que se enterra no solo enquanto todos estão dormindo. A tristeza é uma casa em que ninguém pode proteger você. Em que as portas não deixam mais você entrar nem sair."
A mãe delas as abandonou ainda muito pequenas, então as duas crescem sendo criadas pela avó e o tio Big que são duas figuras extraordinárias, diferentes, engraçados e incomuns, na melhor das hipóteses. Eles tentam agir naturalmente e tentam conversar e ajudar Lennie a superar, mas ela não está pronta para isso. Ela está vivendo a perda intensamente e tudo o que ela quer é espaço e tempo, até porque, como diria o nosso querido João Verde (kk') 'a dor precisa ser sentida'. 
O Joe que é um personagem bem engraçado que vai surgir na história também é bastante engraçado e sensível e vai ajudar a Lennie. É ele que acaba convencendo-a a voltar a tocar. Tocar de verdade.
"Acabei de perceber que posso ser a autora da minha própria história, mas todo mundo também é dono da própria história e, às vezes, como agora, as histórias não se sobrepõem".
Mas eu não quero entrar em detalhes, porque eu não quero estragar a leitura de vocês - e até porque eu mesma não procurei saber muito antes de ler (vamos lá pessoal se lancem e se surpreendam também!). Eu acho que todo mundo devia ler esse livro uma vez na vida. Eu me apaixonei por ele como só me apaixonei realmente por poucos livros. E tenho que dizer: ele é especial. Te faz ter vontade de colorir o mundo com sentimentos e palavras. Te faz querer chorar e te faz sorrir também. Foi uma das minha melhores leituras, espero que seja uma das melhores leituras de vocês também <3


"Os sonhos mudam, mas não sabia que podiam se esconder dentro de uma pessoa."



[Resenha] The Goddess Test



The Goddess Test

Autora: Aimée Carter

Sinopse: Todas as garotas que foram testadas falharam. Agora é a vez de Kate. Desde sempre, tem sido apenas Kate e sua mãe, e agora sua mãe está morrendo. Seu último desejo? Voltar para o lugar onde ela cresceu. Então Kate começará a frequentar uma nova escola, sem amigos, sem ninguém conhecido por perto, e o medo de que sua mãe não sobreviverá até o fim do outono. Então ela conhece Henry. Sombrio. Torturado. E hipnotizante. Ele se diz ser Hades, o deus do submundo, e se ela aceitar sua proposta, ele manterá sua mãe viva enquanto Kate tenta passar pelos sete testes. Kate tem certeza de que ele é louco, até vê-lo trazer uma garota de volta à vida. Agora parece que salvar sua mãe é insanamente possível. Se ela passar, ela se tornará a futura noiva de Henry, e uma deusa. Se ela falhar…



"Então minhas escolhas agora eram viver para sempre ou morrer tentando".

Eu confesso que estava na maior expectativa pra ler esse livro. Eu amo mitologia grega, adoro o submundo, mas me decepcionei um pouco. Achei que ele pegou a mitologia de uma forma muito, muito superficial. Eu esperava que a mitologia fosse algo um pouco mais presente. Mas vamos lá...
A Kate é uma personagem com muito potencial. Ela é uma jovem que cresceu só podendo contar com sua mãe e ao descobrir que ela estava morrendo (sim, é de câncer e desculpem a frustração, mas parece que todo livro que eu pego tem alguém morrendo ou que já está morto de câncer). Ela não consegue sequer pensar no que fará depois que a mãe morrer. Todo seu mundo sempre girou em torno dela e ela simplesmente não tem mais ninguém com quem contar. É quando a mãe decide voltar para a cidade onde ela foi criada, que é basicamente no meio do nada.

"- Todos acreditam em você exceto você, Kate".

É lá que Kate, mesmo sem intenção de fazer quaisquer laços de amizade, acaba conhecendo e se aproximando de Ava e James. James parece ser aquele típico cara legal demais, sem muita sorte com as garotas, meio nerd e tal. Ava é o completo oposto, ela é super popular, agitada e, à princípio, um pouco falsa. Mas elas acabam se apegando uma a outra e desenvolvendo a amizade delas. O que foi um pouco inesperado pra mim, mas que eu achei legal, de qualquer forma. Quando um acidente acontece, Henry surge na vida de Kate. Ele faz coisas que durante toda sua vida ela acreditou serem impossíveis. Ele pode ressuscitar pessoas, pode se teletransportar e ele não aparenta ter mais do que alguns anos a mais que ela e ainda assim, parece muito mais velho. Ah, e claro, tudo leva a crer que ele é o senhor do Submundo.
Uma das coisas que me frustraram foi a relutância dela em acreditar no óbvio. Agora, é claro que se um maluco me aborda no meio da rua dizendo ser o papai noel eu no máximo, vou pedir para ele mandar um beijo para o Rudolf e me mandar. Mas se enquanto eu estou atravessando a rua, ele passar de trenó e levantar voo, eu diria que isso o faria muito convincente. Contando claro, que eu não me medico e nem sou alcoólatra ou drogada. Só dizendo.

"Encontre alguém que seja bom pra você e nunca o deixe partir, está bem?"

Brincadeiras à parte, Kate vê em Henry a cura da sua mãe. É então que ela aceita um trato: se Kate aceitar passar seis meses do ano com ele, pelo resto de sua vida, ele manteria sua mãe viva até que ela estivesse pronta para se despedir. Mas as coisas não são tão simples quanto ela pensa à princípio, Kate terá que enfrentar diversas provas para mostrar que é digna de ocupar a posição que está sendo oferecida à ela. E irá descobrir que vai ser muito mais difícil do que ela imaginou, nem todos desejam que ela tenha sucesso e todas as garotas que tentaram até então... Falharam.

"Não havia ninguém com quem eu teria preferido passar meu tempo, 
não importando o quanto isso machucava."

Mas o livro teve seus pontos positivos também: tem um bom ritmo - eu consegui ler em dois dias -, é bem escrito (apesar da falta de aprofundamento na mitologia, que foi uma falha grande, na minha opinião). E o relacionamento deles foi desenvolvido bem. O Henry é um fofo, fiquei com muita pena dele no começo. Ele estava completamente solitário e não tinha quaisquer perspectivas de mudar isso, mesmo que ela resolvesse ficar com ele e ajudá-lo. Ele simplesmente não acreditava que alguém pudesse amá-lo depois de tudo.
É um livro bom, pra ler se você está procurando um coisa mais leve e descontraída, com uma pitada de romance.
Apenas uma observação: nenhuma editora comprou os direitos até agora, portando, não tem qualquer previsão de lançamento no Brasil. Mas é bom pra treinar o inglês, né gente? Kk.

"Tudo muda com o tempo. É preciso apenas ter paciência."



[Resenha] Bela distração - Jamie McGuire

Título: Bela Distração.
Autor (a): Jamie McGuire.
Editora: Verus.

 Sinopse: Bela Distração - Cami Camlin é uma garota intensa e independente, dona do próprio nariz desde a época do ensino médio. Agora, cursando a faculdade e trabalhando como bartender no The Red Door, Cami não tem tempo para nada, até que uma viagem para visitar seu namorado é cancelada e, pela primeira vez em quase um ano, ela tem um fim de semana de folga.
Trenton Maddox era o rei da Universidade Eastern. Os caras queriam ser como ele, as mulheres queriam domá-lo. Mas, depois de um trágico acidente virar sua vida de cabeça para baixo, ele deixa o campus para lidar com a culpa esmagadora.
Um ano e meio depois, Trenton está morando com o pai e trabalhando em um estúdio de tatuagem para ajudar a pagar as contas. Justamente quando ele pensa que sua vida está voltando ao normal, nota Cami sozinha em uma mesa no Red Door.
Como a irmã mais velha de três caras de pavio curto, Cami acredita que não terá problemas para manter a amizade com Trenton no nível estritamente platônico. Mas, quando um Maddox se apaixona, é para sempre — mesmo que Cami possa ser a razão para que a já fragilizada família Maddox desmorone de vez. 
Em Bela distração, o leitor vai mergulhar novamente nas emoções do universo de Belo desastre, além de vislumbrar mais alguns momentos do casal mais amado da literatura new adult, Travis e Abby.


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Resenha
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 Esse livro já estava na minha estante fazia um tempo, e confesso que não me senti muito animada depois de ler "Desastre iminente", mas resolvi dar uma chance.
 A vida é feita de chances, e graças a esses momentos fazemos grandes descobertas.
 Camille Camlin, ou melhor, Cami tem 22 anos e trabalha para poder viver a sua independência. Filha mais velha, irmã de três rapazes e com um pai violento, Cami teve que aprender a lidar com temperamentos fortes e ainda assim, se manter firme.
 Ela divide um apartamento com Raegan, que também é sua colega de trabalho no Red Door. Quem acompanha a série que iniciou em “Belo desastre” vai recordar de algumas passagens onde Cami esteve presente.
 Trenton Maddox. Só em carregar o sobrenome Maddox isso já diz algo sobre ele. Trenton sofreu um acidente e lidar com a culpa era demais para ele, fazendo-o deixar a faculdade e voltar a morar com o pai.
 Assim como Travis, Trenton é adepto das tatuagens, e melhor do que isso, ele é tatuador no estúdio Skin Deep.
 Quando Trenton começa a investir em Cami, a garota acredita que não há nada que ele possa fazer para conquistá-la que ela já não o tenha visto colocar em prática com outras, e, além disso, Cami tem namorado. E mesmo que T.J. não seja dos namorados mais presentes do mundo, Cami entende que ele tem os seus motivos e os dois concordaram em tentar superar as dificuldades impostas pela distância.
O que Cami não poderia prever é que, após certa insistência por parte de Trenton, ela se veria presa em uma armadilha.

“- Você não faz merda de sentido nenhum. Mas eu acho que gosto disso.”

O Maddox consegue ganhar um espaço em sua vida e quando ela nota, já o considera seu melhor amigo.
 Mas como resistir a um cara tatuado que cuida de uma garotinha de cinco anos e carrega no pulso uma pulseirinha dada pela mesma porque prometeu que nunca ia tirar?

“- Sabe O que eu odeio? – perguntei. Trenton tinha desespero nos olhos.- Eu. Eu sei. Eu só... sou um idiota egoísta e inseguro.- É.- Mas eu sou um idiota egoísta, inseguro e arrependido, no frio com uma garotinha.”

 E o principal, um cara preocupado em te proteger e está sempre por perto, nos momentos bons ou ruins, mesmo que isso signifique enfrentar seu pai bêbado e seus irmãos briguentos, enquanto a pessoa com quem você deveria realmente poder contar está a quilômetros de distância.
 Em meios a cafés da manhã, tatuagens, brigas e passeios, Cami se questiona sobre no que se baseia seu relacionamento com T.J., sendo que ela tem um homem que só está esperando uma oportunidade para poder provar que ele pode realmente fazê-la feliz.
 O que torna a história mais complicada, é que não depende só de Cami fazer uma escolha, pois a sua escolha pode acarretar em mais problemas do que ela conseguiria lidar.
 A interação entre o casal é engraçada e envolvente. Os dois ficam provocando um ao outro e quando você vê, também está apaixonada pelo Trenton (e morrendo de rir).

“- Que diabos você está fazendo aqui dentro? Aqui é o banheiro feminino, seu Texas Ranger maníaco.- Você acabou de insinuar que pareço o Chuck Norris? Porque eu gostei disso.”

 Achei muito interessante porque o livro se passa ao mesmo tempo em que Belo desastre e Desastre iminente, então vemos todos os outros personagens e acompanhamos os conselhos dados pela Cami ao Travis e agora sabemos que ele deve cem pratas para ela. HAUHAUAHUAHAUHAU

 Essa imagem que encontrei no blog Crazy for romance descreve muito bem os personagens.



 Bela distração é o primeiro livro da série Irmãos Maddox lançado aqui no Brasil. O próximo será Bela redenção, que vai contar as coisas do ponto de vista do Thomas.



 Eu particularmente amo a Jamie e achei genial a ideia dela de nos mostrar um pouco mais sobre o outro lado da história a partir do ponto de vistas de outros integrantes da trama. Estou ansiosa pelos próximos e em breve farei resenha de Belo desastre, Desastre iminente e Belo casamento.



 Acho que finalmente encontrei o Maddox da minha vida.
 Trenton Maddox. <3









 
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