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Pontuação? Oh, sim!


 Olá, pessoas felizes!
 Estava eu dando uma volta pelo mundo virtual, indo ler meu horóscopo e me deparei com a seguinte matéria na Capricho: 



 Parei para ler e fiz uma viagem no tempo, retornando mentalmente até a minha adolescência.
 Vivemos na Era virtual e uma coisa que eu notei quando era mais nova, foi que o uso de abreviações nas conversas que eu tinha no falecido MSN acabavam me fazendo esquecer que eu não podia escrever assim fora dele; esquecendo o uso certo das palavras. Parece absurdo, mas o simples fato de abreviar palavras para digitar mais rápido acabou fazendo com que o meu desempenho escolar caísse!
 Agora, lendo essa matéria acredito que a situação esteja mais complicada do que eu imaginava.
 Veja bem, não tenho nada contra abreviações, mas por que o uso CORRETO de palavras e pontuações faz com que as pessoas se sintam desconfortáveis? Também não estou dizendo que me considero a pessoas mais inteligente do mundo no que diz respeito ao português, mas... um estudo que aconselha a não usar a pontuação? WTH...
 Enquanto uns se sentem incomodados com o uso das pontuações, eu me sinto incomodada com a falta de. 
 Um exemplo na literatura foi com o livro Will&Will.
 Ouvi dizer que era bom e um dia qualquer enquanto caminhava em direção ao trabalho, o vi em uma banca de livros... em promoção e acreditei que tivesse sido o destino.
 Ao dar início a leitura, notei que enquanto a escrita de um dos dois Will era "normal", a do outro era direta. Nada de letras maiúsculas para o começo de frases, e ISSO me incomodou. Eu acabava tendo que ler a frase de novo porque ficava sem sentido e só aí eu notava que havia deixado o ponto passar porque não via uma letra maiúscula.
 Pode ser preconceito da minha parte? Sim. Mas pelo menos eu não criei uma pesquisa sobre. Pelo menos não ainda... Brincadeira! Hahaha
 Eu posso ser maluca apenas, mas essa é a minha opinião: Pratique o uso correto do português em todas as oportunidades. Um ponto final não te faz parecer grosseiro (a), muito pelo contrário, acaba agregando valor para você e para quem te lê. <3 

 Obs: Não estou dizendo que os autores de Will & Will fizeram errado. Eu entendi o sentido da diferenciação da escrita, mas tive dificuldade de dar continuidade a leitura porque sou estranha.

[Resenha Book Tour] Escolhas - Cristina Valori

Título: Escolhas.
Autor (a): Cristina Valori.
Editora: Qualis.

Sinopse: Quem determina o que é certo ou errado? Como saber qual caminho seguir? O que nos garante a certeza de ter feito a escolha correta? Será que a razão deve prevalecer ou seguir o coração é sempre o melhor? Você conseguiria viver sabendo que as suas decisões podem mudar tudo? Por que o destino as vezes nos testa? Para Fabiana nada poderia mudar a sua história. Ela sempre teve esta certeza, até que a vida provou que nem sempre é fácil decidir qual rumo tomar. Que o seu coração é quem comanda e a guiará para a decisão correta. Em um sábado como outro qualquer, Fabiana se vê diante de uma situação que mudará a sua estrutura, deixando-a com dúvidas sobre a sua, perfeita, vida. Ela será obrigada a fazer a sua escolha, quando o destino exige uma decisão. Como não se entregar ao verdadeiro amor? Como viver sem se sentir culpada? E por quê? Porque ela estava sendo testada daquela forma? Essas e outras perguntas começaram a fazer parte do seu dia a dia, desde o momento que resolveu seguir os seus sentimentos. E você? Faria o que? Seguiria o seu coração? 

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Resenha
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 Escolhas. Quem nunca se deparou com uma? Ou pior, com várias?
 O que torna a situação mais complexa é quando a nossa escolha pode afetar diretamente aqueles que são mais próximos de nós, e quando digo isso, quero dizer afetar de uma forma ruim.
 Fabiana tem 30 anos, é casada e tem três filhos. Mesmo que seu filho mais velho tenha chego de uma forma inesperada, sua família sempre a apoiou e ela sempre pôde contar com o amor e o companheirismo do marido.
 Mãe e esposa dedicada, Fabiana é prática, tem uma vida exemplar, um trabalho que a deixa satisfeita e em sua mente, nada poderia abalar suas estruturas.
 Tudo era como deveria ser, até ela conhecer Gustavo.
 Em um sábado como outro qualquer, Fabiana resolve fazer mais uma tatuagem, mas o tatuador com quem havia marcado estava com a agenda cheia. E foi isso: Uma agenda cheia foi o peça que o destino pregou em Fabiana fazendo com que seu caminho fosse cruzado com o de Gustavo.
 Como explicar o que veio a seguir? Todas as sensações erradas de seu corpo ao se deparar com aquele estranho. Um sentimento tão profundo que a assusta, mas que a leva a querer chegar mais perto para saber o que aconteceu.
 Gustavo nunca sentiu nada igual, e tem o mesmo desejo: Chegar mais perto.
 E a partir desse sábado qualquer, devido a uma simples agenda lotada, todas as escolhas feitas por Fabiana podem levá-la ao desastre.
 Devo dizer que a temática me incomodou um pouco. Essa coisa de amor avassalador que basta um olhar e pronto, já é o suficiente para a pessoa se dizer incapaz de agir de outra forma além da errada (errada no meu ponto de vista). Mas não a julgo, e mesmo julgando, ela diz várias vezes que entende, então, só fico feliz por ela entender que nem para todos a sua história de amor é aceitável. 
 No fim de cada capítulo tem o trecho de uma música e no final do livro a autora apresenta todas as músicas que aparecem durante a nossa leitura.
 A história é bem escrita e consegue passar o recado sobre a questão de se fazer escolhas e mostra que, as vezes, o destino escolhe por nós.
 O livro começa narrado em primeira pessoa pela Fabiana, mas lá pela página 125 temos a narração feita pelo ponto de vista do Gustavo e também do marido dela.




Bienal - A trilha sonora!

 Assim como alguns livros pedem (ou nos oferecem) uma trilha sonora, a Bienal é um evento que também merece!
 Fizemos uma seleção de músicas que na nossa opinião, combinam com esse momento tão esperado por todos.
 Aperta o play!

 1 - Beautiful Surprise - Kyle Paas
 Porque a Bienal sempre nos trás belas surpresas.

2 - Happy - Pharrell Williams
Porque todos ficamos happy nela! :D

3 - The story of us - Taylor Swift
Porque sim, vamos dançar entre os livros igual a Tay!

4 - Come back to me - Vanessa Hudgens
Porque quando formos embora e deixarmos alguns livros lá, vai ser esse sentimento: Baby Come Back!

5 - High School Music - We're all in this together
Porque vamos curtir JUNTOS! Haha

Qual músicas fazem parte da sua trilha sonora da Bienal?












Bienal - A aventura!



 Bienal. Uma simples palavra que faz qualquer leitor pirar (principalmente quando não é na sua cidade ou em alguma que você possa chegar facilmente).
 Mas como tudo na vida, tem seu lado bom e seu lado ruim, e foi pensando nisso que resolvemos compartilha o relato de nossa última aventura nesse evento que nos encanta e nos descabela.
 Tudo começou em um sábado pela manhã em um reino chamado Rio de Janeiro. Como de costume, o sol brilhava com  toda a sua força, deixando seus moradores... bem, queimados.
 Após combinar um horário, estávamos em um ponto na Central do Brasil, esperando a limousine que nos levaria ao nosso destino, mas o motorista provavelmente se perdeu ou morreu no caminho e fomos obrigadas a pegar um ônibus. E sendo assim, começamos nossa saga para descobrir qual ônibus nos levaria ao nosso tão esperado destino, afinal, a empolgação foi tanto que ambas não nos lembramos de pesquisar no magnífico Google e nem de levar uma garrafa d’água ou alguma coisa para comer. Em nossas mentes, apenas o livros seriam suficiente, e por um tempo esquecemos que vivemos na maravilhosa cidade do sol.
 As heroínas, que agora vos escrevem, foram  forçadas a ver potenciais assaltantes escalando janelas de ônibus vizinhos e começaram a se questionar se afinal, aquele dia traria mais aventuras do que seus pobres corações poderiam suportar.

Amanda: Depois de duas horas em pé, com a heroína Vanessa assediando um dos jovens passageiros que se dirigiam ao mesmo sonhado destino, elas enfim chegaram ao Edem dos livros - a maravilhosa, mágica e encantadora guardiã de mundos de papiro... A bienal!

Vanessa: O ônibus estava tão cheio que nem precisávamos nos segurar com medo de cair. Era algo como “A  união faz o equilíbrio”, e em minha defesa, eu NÃO assediei ninguém, por mais que o jovem infeliz tenha dito para seu grupo de amigos jovens felizes que eu fiz isso.

 E então... Filas.
 Mas bem, acontece, não é? O mundo é grande, e GRAÇAS A DEUS existem vários de nós leitores nele para que  possamos surtar juntos seja a espera de um novo lançamento, de uma sessão de autógrafo ou qualquer outro momento mágico desse tipo.
No meio do caminho tinha um casal, e quando passamos na frente deles, ouvimos:
- AMOR, OLHA, BÓTTONS!
 Segurando sua amada, o jovem disse:
- Você NÃO vai roubar os bottons dela. Vamos pelo outro lado.

Vanessa: Como um presente da vida, Vanessa havia conseguidos convites cortesia para a entrada e tinha um extra que foi o que usou como um acordo de paz silencioso contra a seqüestradora/ladra em potencial.
Amanda: Na verdade, a referida heroína Amanda apenas gosta muito de gente louca e convenceu sua amiga a ofertar o ingresso como uma apreciação pela personalidade exótica da possível otome (TAMO JUNTA AMIGA! o/).

 Passado esse obstáculo, as heroínas ao entrar no maravilhoso mundo dos livros... desabaram em um canto, tentando recuperar pelo menos 1% de suas forças (favor lembrar que as duas fizeram uma viagem de quase duas horas em pé para chegar ao local do evento) para percorrer todos os stands que viam pela frente.
 Recuperando um pouco de suas energias, as heroínas passaram por um grupo de fãs gritando e chorando e souberam que o Nicholas Sparks estava por lá, além da autora Emily Giffin. Ao prestar atenção no tamanho da fila para a autora em questão, Amanda pode ter decidido que autógrafos podem ser coisas dispensáveis e que o importante da vida são as experiências obtidas através das histórias dos autores, propriamente ditos.
 Vários stands depois, após mais um momento de fraqueza onde as heroínas precisaram sentar novamente e irem em busca de algum lugar que cobrasse menos de um rim por um lanche ou uma garrafa d’água, elas encontraram um stand de troca, ficaram frustradas por chegarem tarde em alguns stands onde tinham lindos marcadores e finalmente com alguns filhos novos voltaram para casa totalmente exaustas, mas felizes.
 No final das contas, não importam as dificuldades, Bienal é Bienal, e com seus lados bons e ruins, nós a AMAMOS! <33

 Para quem vai se aventurar para o evento, ficam aqui algumas dicas:

1 – Tentem comprar o ingresso antes do evento para ser uma fila a menos para enfrentram. Se ainda não comprou o seu, clique aqui e faça sua compra;
2 – Vejam o meio de transporte com antecedência e tentem sair mais cedo de casa;
3 – Usem sapatos confortáveis. O espaço onde ocorre a Bienal aqui no RJ é enooorme e conforto nos pés é necessário;
4 – Levem água e biscoitos. Eu sei que lá vende, mas as vezes o preço é tão absurdo que com o valor de um lanche você pode comprar um livro;

 E por último, mas não menos importante...

4 – CURTAM MUITO!



#EntreVirgulasNaBienal
#NosVamos
#AVirgulinaAprova

OBS: História baseada em fatos quase totalmente reais. Menos a parte da limosine.

[Resenha] O Pequeno Príncipe - Antonie de Saint-Exupéry


  1. Título: O Pequeno Príncipe.
    Autor (a): Antonie de Saint-Exupéry.
    Editora: Agir.

  2. Sinopse: O Pequeno Príncipe, devolve a cada um o mistério da infância. De repente retornam os sonhos. Reaparece a lembrança de questionamentos, desvelam-se incoerências acomodadas, quase já imperceptíveis na pressa do dia-a-dia. Voltam ao coração escondidas recordações... O reencontro, o homem-menino.

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Resenha
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  1.  Publicado em 1943, O pequeno príncipe já foi traduzido para cerca de 250 línguas diferentes e possui 143 milhões de exemplares vendidos pelo planeta. 
  2.  Antonie de Saint-Exupéry trás para todos um livro de crianças para gente grande, porque afinal de contas, todos nós já fomos crianças um dia.
  3.  Vindo de um planeta muito distante (e pequeno), o Pequeno Príncipe está em uma viagem pelo mundo onde aprende e ensina diversas coisas por todos os que conhece pelo caminho. Em uma de suas paradas, ele conhece um piloto que está tentando arrumar seu avião que caiu no deserto. 
  4.  O piloto em questão, tinha tudo para ser um desenhista quando criança, mas infelizmente, sua melhor habilidade - a de desenhar jibóias abertas ou fechadas - não foi muito apreciada pelos adultos, porque para falar a verdade, os adultos não entendem muito de arte, né?
  1.  Em seu primeiro contato com o piloto, o Pequeno Príncipe pediu para que ele desenhasse um carneiro para morar em seu planeta, ressaltando, que seu planeta é muito pequeno, portanto, o carneiro deve ser adaptável a essa condição. Após algumas tentativas, finalmente o piloto desiste e desenha uma caixa, explicando ao Pequeno Príncipe que o carneiro está ali dentro. Vendo que o pequenino ficou muito satisfeito com o resultado, o piloto passa a olhar para o Pequeno Príncipe com outros olhos e se permite tentar entender um pouco mais sobre seu companheiro. Ambos trocam opiniões sobre diversos assuntos e com as experiências contadas pelo Pequeno Príncipe de sua jornada pelo mundo, podemos aprender e relembrar de coisas importantes que com o tempo simplesmente deixamos de lado, como por exemplo, o ato de cativar as pessoas.
  1.  Não quero prolongar muito a resenha, porque mesmo que seja um livro que já foi lido por muitos, com certeza é uma obra que precisa e merece ser lida por muito mais pessoas que ainda não se deram a oportunidade de conhecê-la.
  2.  O mundo visto do ponto de vista de uma criança é simples e magnífico. Suas conclusões e suas dúvidas, nos fazem perguntar em que ponto nos perdemos ao nos tornarmos adultos, afinal, será que com o tempo não vamos ficando menos sábios com nossa mania de acharmos que sabemos mais das coisas? Seja lá qual for a resposta para essa pergunta, acredito que as crianças são o bem mais precioso que o mundo possui. A infância é mágica, e é uma pena que nem todos são capazes de enxergar essa magia.







[Resenha] Era uma vez minha primeira vez - Thalita Rebouças

Título: Era uma vez minha primeira vez.
Autor (a): Thalita Rebouças.
Editora: Rocco.

Sinopse:Coração acelerado, pernas bambas, arrepio na nuca e um friozinho na barriga. Medo? Sim. E também excitação, sonhos, dúvidas, inseguranças e todas as "noias" que as meninas sentem diante da tão esperada e, por que não, idealizada, primeira experiência sexual. São essas angústias e alegrias, contadas de forma leve e bem-humorada, que Thalita Rebouças apresenta em "Era uma vez minha primeira vez", a escritora usa toda a sua sensibilidade e bom humor para falar de um tema que ainda gera muita ansiedade e polêmica entre as garotas. Na linguagem típica das adolescentes, a experiente autora no universo teen conta como seis amigas inseparáveis - Teresa, Clara, Tuca, Fernanda, Patty e Joana -, todas entre 15 e 19 anos, enfrentam o antes, o durante e o depois de um dos momentos mais importantes na vida das mulheres. Mas não espere um manual com dicas sobre sexo, virgindade, gravidez e temas afins. O livro reflete as emoções, os sentimentos, medos e anseios das personagens em diversas situações com as quais as leitoras de Thalita certamente irão se identificar. 

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Resenha
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 Fazia um tempo em que eu não lia nada da Thalita Rebouças e com essa leitura, fiz uma breve viagem no tempo de volta para a minha adolescência, onde tudo parecia mais simples apesar de na época parecer absurdamente preocupante.
 Nesse livro temos a história de seis garotas sobre como foi sua primeira experiência sexual.
 Teresa, Clara, Tuca, Nanda,  Patty e Joana são amigas, e como acontece nos melhores grupos de amizade, são diferentes e a diferença fortalece o amor e o companheirismo entre elas.
 As conversas, as dúvidas, expectativas nos fazem parar e rir por parecer uma cópia de conversas que com certeza todo adolescente, seja ele mulher ou homem, já teve no meio de um grupo de amigos.
 Thalita com seu jeito leve de escrever dá exemplos de experiências desde a mais tranquila até a mais horrorosa, e a importância que os amigos e amigas têm nesse processo. 
 Duvidas sobre o que fazer, quando vai acontecer, vergonha do corpo, medo, entre outros, são temas abordados de forma natural pela autora e destrinchados até chegar aos finalmentes, onde todas elas aprendem que o que realmente importa é a confiança. Com a troca de experiência as garotas aprendem que a primeira vez pode acontecer com alguém que você conhece a muito tempo e ser horrível, mas também pode ser que aconteça com alguém que acabou de surgir na sua vida e ser maravilhosa.
 No final das contas, não há uma regra e o que vale é viver a experiência e aprender com ela.
 Uma coisa que eu achei falha no livro, é colocar a primeira vez como se fosse algo importante só para as mulheres, mas eu acredito que é uma experiência marcante tanto para a mulher quanto para o homem, por mais que eles tentem levar de uma forma como se fosse algo que eles já nasceram fazendo.
 Enfim, com uma escrita engraçada e leve, Thalita Rebouças nos faz acreditar que talvez a primeira vez não esteja totalmente banalizada como vemos por aí hoje em dia, e sim um momento que ainda pode ser valorizado, discutido e contado apenas para os seus melhores amigos.



[Resenha] Veneno - Sarah Pinborough

Título: Veneno.
Autor (a): Sarah Pinborough.
Editora: Única.
Sinopse:

Você já pensou que uma rainha má tem seus motivos para agir como tal? E que princesas podem ser extremamente mimadas? E que príncipes não são encantados e reinos distantes também têm problemas reais? Então este livro é para você! Em Veneno, a autora Sarah Pinborough reconta a história de Branca de Neve de maneira sarcástica, madura e sem rodeios. Todos os personagens que nos cativaram por anos estão lá, mas seriam eles tão tolos quanto aparentam? Acompanhe a história de Branca de Neve e seu embate com a Rainha, sua madrasta. Você vai entender por que nem todos são só bons ou maus e que talvez o que seria “um final feliz” pode se tornar o pior dos pesadelos!

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 Esse livro estava na minha estante já fazia um tempo.
 Dizem que nunca devemos julgar um livro pela capa, mas como resistir a uma capa dessa juntamente com uma frase "Para os fãs de Once Upon a Time e Grimm, Veneno é a prova de que contos de fadas são para adultos! Não existe 'Felizes para sempre'!"
 Nessa releitura, temos a história contada a partir de vários pontos de vista. Temos do ponto de vista da Lilith (madrasta má), da Branca de Neve, do caçador, do príncipe encantado e até mesmo de alguns anões.
 Lilith foi criada para se portar como uma dama. Por possuir magia, sofreu preconceito de seu próprio pai e quase foi parar em uma fogueira juntamente com sua mãe.
 Mesmo agora beirando seus 24 anos, Lilith se mostra uma mulher dura; A rainha de gelo. Ela teve que amadurecer rápido e assumir um casamento com o pai de Branca de Neve, o rei, que teria idade para ser seu próprio pai para poder cumprir com seus deveres, e isso a tornou infeliz.
 Branca de Neve é uma jovem selvagem. Sua beleza jamais passa despercebida e ela é capaz de ser graciosa e ao mesmo tempo beber como um homem na companhia dos anões.
 Assim como na história em que a Disney nos apresenta, a rainha má faz com que Branca de Neve caia em um sono profundo após uma pequena mordida em uma maçã, e então surge o príncipe encantado.
 Arrebatado pela beleza da jovem deitada em um caixão de vidro, o Príncipe se apaixona pela desconhecida e acredita que ela é a princesa perfeita! Que é exatamente do que ele precisa para levar de volta ao seu reino e mostrar ao seu pai que ele é capaz de fazer boas escolhas.
 Acontece que em Veneno nem tudo é o que parece... 
 Gostei bastante da releitura e estou no segundo livro da saga, Feitiço.
 Veneno faz parte de uma trilogia e uma capa é mais bonita que a outra.



 Com uma leitura leve e intrigante, Veneno faz jus a frase que uma em sua capa.
 "Repense seus vilões."




Ontem foi dia de cinema, baby! - Cidade de papel

  Hey! 
  Fui assistir Cidades de papel e gostaria de compartilhar a minha opinião com vocês.
 Primeiramente, devo dizer que fiquei surpresa por não estar vendo tanto comentário como aconteceu em ACEDE. Fiquei até um pouco receosa.
 Comprei o ingresso, quando entrei na sala com as minhas amigas e... estava praticamente vazia! Fiquei pensando "Mas o que aconteceu?!" porque... CARAMBA! Eu li o livro, vi o trailer e amei os dois, então por que parece que não chamou tanta atenção assim? Pelo menos, não que eu tenha visto.

 Não sei o que houve, mas sei que amei o filme.

 Para quem não conhece a história, segue a sinopse:

A história é centrada em Quentin Jacobsen (Nat Wolff) e sua enigmática vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman (Cara Delevingne). Ele nutre uma paixão platônica por ela. E não pensa duas vezes quando a menina invade seu quarto propondo que ele participe de um engenhoso plano de vingança. Mas, depois da noite de aventura, Margo desaparece – não sem deixar pistas sobre o seu paradeiro.

Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-227902/






 O filme é engraçado, tem um toque de aventura e como todas as histórias do John Green, faz pensar.
"É preciso se perder para se encontrar."
 Margo é apenas uma garota, mas uma garota misteriosa. E seu mistério acaba fazendo com que ela seja vista pelo mundo como Margo Roth Spiegelman, uma garota que respira aventura. Que pode fazer o que quiser, onde quiser e quando quiser. A imagem que ela passa é de que pode tudo por ser inabalável e alcançável. Mas como Margo se vê? 
 Quentin foi próximo a Margo quando eram crianças, mas isso mudou depois de um episódio no parque. Ele não sabe o que exatamente mudou, mas depois disso ele passa os anos seguintes a espera de que ela fale com ele novamente, ou que bata a sua porta.
 Ele a observa de longe na escola, da janela de seu quarto a espera de apenas mais uma chance de se tornar perto. Mesmo com toda essa espera, ele não deixa de ficar surpreso quando em uma noite qualquer Margo entra pela sua janela. Ela precisa de um piloto de fuga para realizar 9 tarefas. E é aí que a aventura começa.
 Quentin vive a melhor noite de sua vida e no dia seguinte... Nada. Margo sumiu e ele embarca em uma saga com Ben e Radar - seus dois melhores amigos - para seguir as pistas que levam até Margo. Afinal, se ela deixou pista, ela quer se encontrada, não é?
 Nessa missão temos uma noção da dimensão do valor do amizade, do amor e de que as vezes, sair da zona de conforto pode ser gratificante.
 No meio do filme teve uma participação especial e rápida de um dos atores de ACEDE e pelo que notei, todo mundo ficou bem surpreso. Um filme que te faz rir, e (para quem já saiu) voltar aos tempos de escola.  
“Na minha opinião, todo mundo tem seu milagre. Por exemplo, muito provavelmente eu nunca vou ser atingido por um raio , nem ganhar um prêmio Nobel, nem virar ditador de uma pequena ilha do Pacífico, nem ter um câncer terminal de ouvido, nem sofrer combustão espontânea. Mas, se você levar em conta todos os eventos improváveis, é possível que pelo menos um deles vá acontecer a cada um de nós.”
 ATENÇÃO: Esse filme faz você ficar com a música de abertura de Pokemón na cabeça. HAHAHA

 Pokemón, temos que pegar, isso eu sei, pegá-los eu tentarei... ♫





[Coluna] Confesso que...

... eu deveria estar estudando, mas estou lendo. E não, não é nada sobre a matéria. E agora?


 Oi gente!
 Estamos começando hoje uma nova coluna aqui no E.V.
 Existe uma página no facebook chamada "Confissões de um leitor", e me inspirando nela, achei interessante fazermos algo voltado para as nossas experiências, como um "A.A", só que no caso seria mais como um "L.A." HUHUHSUSHUSHSUHSU

 Bem, hoje resolvi descrever o processo de sedução que se desenvolve entre o leitor e o livro.
 Sabemos que tudo começa em uma livraria, quando estamos passando e rola aquela cruzada de olhares...




Você passa, ele te chama... Você dá uma volta e acaba no mesmo lugar. E então... Você não aguenta e o leva para casa.


(As vezes com alguns amigos, para que ele tenha companhia no caminho.)

 A partir daí, você dá atenção a ele, mas então precisa dar um “Até logo” porque bem, você tem outras coisas para fazer. Mas... a sua mente não se desliga dele.

“Só mais um capítulo...” 

...ele sussurra enquanto te observa de longe.
 Você não consegue ignorá-lo totalmente, então apenas dá uma rápida olhada, mas decide que será firme!

“ Você sabe que quer saber o que vem depois...” 

...ele insiste. E ele tem razão! Mas você não quer dar o braço a torcer, então apenas levanta para beber uma água e mudar de local para estudar. Um pouco de distância pode melhorar, certo?
 E então vem a culpa. A culpa por deixá-lo só em uma estante, e as perguntas "E se hoje for meu último dia de vida?". Parece exagero, não é? Mas... e se for MESMO? Como você vai saber?
 Após mais um tempo resistindo, você joga tudo para o ar e corre para o abraço.
 Fazer o que? Isso definitivamente é amor. <3






[Resenha] Tenshi - Luciane Rangel


Título: Tenshi - Um anjo sem asas.
Autor (a): Luciane Rangel.
Editora: EraEclipse.

Sinopse: Seria ele um anjo? Que outra explicação teria para aquele garoto surgir do nada em seu caminho, caído, ferido, frágil e desmemoriado, nem na noite de um tradicional festival? Ao encontrá-lo, a possiblidade de ajudá-lo se torna um escape para Umi, uma adolescente que enfrenta no dia a dia as dificuldades de ser diferente. E assim ela acaba, sem perceber, se envolvendo em um novo sentimento. Enquanto se esforça para descobrir quem é o misterioso garoto desmemoriado, os acontecimento inesperados daquele verão também levam Umi a descobrir mais sobre si mesma.

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Resenha
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 Ler Tenshi foi um desafio que fiz para mim, para vencer o meu preconceito de coisas relacionadas a cultura japonesa. Eu particularmente, sempre achei os personagens de anime um tanto extremos: Se uma pessoa é tímida, ela é totalmente tímida, se ela é explosiva, é totalmente explosiva.
 Mas com Tenshi não foi dessa forma e foi uma doce surpresa.
 Matso Umi é uma adolescente sonhadora, e como toda adolescente, sofre seus dramas por ser diferente, só que de uma forma ainda mais difícil de lidar. Umi foi adotada por um casal de japoneses quando ainda era criança, e por isso sofre preconceito por não se encaixar nos padrões japoneses, mas nem só por isso ela perde sua essência. 
 Umi tem duas melhores amigas, a Shimada Kaori e a Gallagher Natsu. As duas são como um "yin yang". Enquanto Kaori é totalmente indiferente a tudo e a todos (pelo menos externamente), Suu é totalmente cheia de vida e atenta a tudo.
 A história começa a trilhar seu rumo quando Umi após sofrer com mais um dos ataques por ser uma gaijin/estrangeira, ela sai correndo e tropeça em um rapaz desmaiado. Quando esse rapaz desperta, Umi descobre que ele é... Bem, ela não sabe quem é. Ao que tudo indica, o rapaz perdeu a memória e não sabe sua idade, nome, nada. Tudo o que ele sabe é que não sabe de nada. HUAHAUHAUAHUA
 Umi, apelida o desconhecido de "Aki" em homenagem ao seu cantor favorito, e com seu coração puro, consegue convencer seu professor (por quem é apaixonada e eu posso entender perfeitamente o motivo. Aiai...) a abrigar Aki enquanto não descobrem nada sobre sua verdadeira identidade.
 Aki vive em um estado perdido e morri de rir várias vezes com a sua forma lenta de assimilar as coisas.


“ – Eu fiz besteira?
- O que acha? Você é um galinha! 
 Dei mais alguns passos e notei que ele não andava mais ao meu lado. Parei e olhei para trás, encontrando-o parado, com os braços abertos e olhando para o próprio corpo de forma curiosa. 
Então me olhou e questionou:  
- Mas eu achei que fosse um humano.”

 No decorrer da história Umi amadurece, os laços de amizades entre ela e suas duas amigas ficam mais fortes e você se pega sorrindo e se orgulhando dela por cada novo aprendizado.

 Para mim, Tenshi foi uma história sobre aceitação, amizade e família. Sobre você se aceitar e aceitar o que pode se tornar quando deixa o sentimento - seja ele de amizade ou de amor romântico - tomar conta de você.
 O livro possui ilustrações super legais e fichas para você conhecer mais dos personagens.
 Uma coisa que achei super interessante também, foi a questão dos signos. Para quem gosta de ler horóscopo, é legal quando a Umi diz qual é o signo de suas amigas e você pode fazer comparação com o que conhece, como por exemplo... A Natsu é de libra, mas tem um pé em leão, porque não é possível! Nada contra os leoninos, ok? Mas a modéstia ou falte dê é uma das marcas registradas. Haha
 Tenshi é um daqueles livros leves que te surpreendem e te levam a suspirar lembrando da doce ou amarga adolescência. Agora que sou adulta vejo que não era tão ruim assim. Rs. Eu prometo que juro que vocês vão amar Tenshi. <3

“- Jura? – Perguntei. 
- Juro.- Promete que jura? 
- Prometo que juro!”




 
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