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[Desafio Jane Austen] O Diário Secreto de Lizzie Bennet - Série Vs Livro

Sinopse: O Diário Secreto de Lizzie Bennet - Uma adaptação moderna de Orgulho e Preconceito, baseada na série The Lizzie Bennet Diaries.
Lizzie Bennet é uma jovem estudante de comunicação que resolve fazer um vlog como projeto para a faculdade, postando vídeos em que reflete sobre sua vida e a de suas irmãs. Quando dois amigos ricos e charmosos chegam à cidade, as coisas começam a ficar mais interessantes para as irmãs Bennet - e para os seguidores de Lizzie na internet.

De repente, Lizzie - que sempre se considerou uma garota bastante normal - se torna uma figura pública. Mas nem tudo acontece diante das câmeras. E, felizmente para nós, ela escreve um diário secreto...~


- Livro -

Olá pessoal, estou aqui dando continuidade ao meu desafio Jane Austen e hoje o post será duplo. Como teria que ler o livro e ver a série, resolvi juntar tudo para o Desafio ser mais rápido.
A leitura do mês foi do livro O diário Secreto de Lizzie Bennet da Bernie Su e Kate Rorick.
Ele é uma versão moderna de Orgulho e Preconceito onde Lizzie Bennet é uma estudante de Comunicação que resolve fazer seu trabalho de conclusão do curso em um formato de vídeos que são curtos e publicados. No Vlog ela fala sobre as coisas que acontecem com ela, a irmã Jane, Lídia e sua amiga Charlote que inclusive a ajuda nas edições. Lizzie fala sobre sua mãe e a obsessão dela em casar as filhas e como isso fica uma loucura com a chegada de dois jovens ricos a sua cidade.
Comprei esse livro sem ter muita ideia do que se tratava, mas lê me surpreendeu demais. Começando pela tradutora que eu havia conhecido meses antes e foi tão legal associar o nome da tradutora com o rosto , inclusive mandei até mensagem para a querida Cláudia Mello Belhassof, que respondeu dizendo ter amado traduzir o livro.
Já eu amei ler. Uma versão onde vemos a história real como plano de fundo, mas em situações que passamos dia a dia.
 Ele tem toda a estrutura de um diário, com cada capítulo começando com a data e tendo a Lizzie como narradora da história, além de algumas ilustrações que ela faz durante o diário.

O que posso falar mais sobre ele em contar spoiller é que alguns personagens não nos agradam em qualquer que seja a versão, como Lídia que sempre achei chata e irritante, Darcy ser o orgulhoso e preconceituoso de sempre, mas no decorrer da história mostrar-se gentil e um cavalheiro e  a Jane sempre ver o lado bom das pessoas.

 - Série -


O melhor desse projeto é que além de ler, podemos assistir os vídeos pelo Youtube e eu resolvi  fazer em e conjunto com a leitura e eu adorei vê o que lia no livro sendo mostrado na tela. A diferença do liro para a série é que como são vídeos curtos eles contara o essencial da história , já no livro a Lizzie nos revelha detalhes de cada cena.


Um dos videos que mais gostei foi a minha cena preferida de Orgulho e Preconceito em que O Darcy revela estar apaixonado pela Lizzie e os produtores e os atores conseguiram passar a mesma sensação da leitura e as falas verdadeiras da passagem do original.

Concluo minha resenha dupla dizendo que acho a melhor adaptação literária de Orgulho e Preconceito que já li, com situações modernas, mas sem deixar de ter a essência da Jane Austen!

Link da Série no Youtube :https://www.youtube.com/watch?v=KisuGP2lcPs&list=PL6690D980D8A65D08




[Desafio Jane Austen] Resenha - Orgulho e Preconceito


Sinopse:

Orgulho e Preconceito - Na Inglaterra do final do século XVIII, as possibilidades de ascensão social eram limitadas para uma mulher sem dote. Elizabeth Bennet, de vinte anos, uma das cinco filhas de um espirituoso, mas imprudente senhor, no entanto, é um novo tipo de heroína, que não precisará de estereótipos femininos para conquistar o nobre Fitzwilliam Darcy e defender suas posições com perfeita lucidez de uma filósofa liberal da província. Lizzy é uma espécie de Cinderela esclarecida, iluminista, protofeminista. Neste livro, Jane Austen faz também uma crítica à futilidade das mulheres na voz dessa admirável heroína — recompensada, ao final, com uma felicidade que não lhe parecia possível na classe em que nasceu.

   “É uma verdade universalmente conhecida que um homem solteiro que possua grande fortuna deve estar à procura de uma esposa”.
Quando comecei esse desafio eu sabia da dificuldade que teria em falar sobre os livros da Jane Austen.Talvez, por esse motivo, comecei o desafio falando sobre filmes que foram baseados em algumas das obras, pois precisava sentir o terreno, pisar no chão só para depois começar a andar pelos livros e ter coragem de falar sobre.
Todos temos uma lista de livros que nunca falamos ou resenhamos. Pode ser por ele ser tão ruim que preferimos ignorar ou por ser o oposto e não saber como passar isso, e Orgulho e Preconceito está nessa lista.

O difícil de falar sobre é que ele nunca será uma leitura para as pessoas, a obra tem 200 anos e nesse período grande de tempo  ele foi tão adaptado, serviu de plano de fundo e inspiração para tantos outros livros, filmes, séries, documentários e trabalhos finais de faculdade que ninguém pode dizer que não conhece Orgulho e Preconceito, arrisco em dizer que mesmo quem nunca tenha pego o livro para ler, vai ser lego no assunto, já que até uma primeira leitura seria classificada como "releitura da obra" por termos já o enredo na cabeça.
Sabemos que Lizzie Bennet tem uma família engraça e complexa, uma mãe que sofre dos nervos e um pai não tão presente na educação das filhas, mas que é terno e carinhoso com a sua preferida.
Do outro lado vemos um Darcy com dinheiro, não muito confortável naquele lugar, que não acha a dança uma boa prática e que não gosta de fazer sala para ninguém.
O final tão conhecido em que Darcy se declara a jovem  é adorado por tantas mulheres que existem clubes de fãs do sr. Darcy.
Porém, um livro é aquilo que seu leitor interpreta e toda vez que leio Orgulho e Preconceito descubro coisas e facetas da autora que não tinha lido antes. Ele acompanha minha maturidade já que li na adolescência e o que me prendia era o romance, hoje na juventude ele se apresenta com um olhar crítico dessa obra tão amanda.


Jane Austen crítica os costumes da aristocrática do início do século XIX, na Inglaterra. Lizzie Bennet questiona o papel de submissão da mulher o tempo todo. Ao recusar a proposta de casamento do Sr. Collins , cujo a única pretensão é salvar a sua casa e assegurar a vida dela e das irmãs para que a mesma não seja de uma futura esposa do seu primo, ou quando se chatea-se  com sua melhor amiga Charlotte que por pressão da sociedade e devido a sua idade avançada decide aceitar a proposta de casamento antes recusada por Lizzie.
Ela também não aprova a mãe ao deixar as filhas mais novas a solta em busca de um partido e nem de seus planos em unir Jane ao  Mr. Bingley.
A personagem principal da história não é tola como as demais damas, não é inocente como Jane que não enxerga o lado ruim das pessoas, ela está o tempo todo duvidando das atitudes e caráter dos demais da trama. Não é porque Mr. Bingley tem dinheiro que será bom para sua querida irmã, e ela é assim, um ser que questiona tudo e todos e até a si própria.
“Nunca vi tal mulher [ultra prendada, como Darcy e Caroline Bingley descrevem]. Nunca vi tal capacidade, gosto, aplicação e elegância como você descreve, juntas”
Ela não fica uma jovem boba ao se vê apaixonada pelo Darcy, ao contrário, em uma das minhas cenas favoritas, em que ele declara estar apaixonado por ela, a mocinha da história o coloca contra a parede e joga na cara dele o quanto preconceituoso ele é referindo -se a sua família, a sua casa, aos costumes de seus amigos e familiares. De como ele não poderia falar sobre amor com ela se o próprio armou para que sua irmã não tivesse um futuro com seu amigo.
Ela, mesmo já sentindo algo o julga e isso é de uma importância imensa ao meu ver. Pois, essa história de que o amor é cego é para aqueles que querem tampar o sol com a peneira. Ela enxerga todos os defeitos dele e os dela.
Isso, cheguei no ponto que queria, os personagens tem defeitos e bem aparentes. Darcy é pomposo, arrogante, anti social,tímido, orgulhoso também e preconceituoso. Acredita que uma mulher tem que ser prendada saber cantar, bordar, tocar piano, ter boa educação e bons modos, mas se apaixona por uma mulher que não se enquadra nesse esquema e que é bem a frente do seu tempo.
   “Ela é tolerável, mas não bela o bastante para me tentar. Não estou com ânimo no momento para consolar jovens rejeitadas por outros homens”.
Contudo, é quase impossível não se apaixonar pelo Darcy, talvez por ele ser transparente em seus defeitos e as qualidades são mostradas aos poucos e são várias.
O livro mostra que as aparências enganam e ele é recheado de ironias e sátiras que ainda hoje conquistam fãs no mundo todo.
 “Em vão tenho lutado sem sucesso. Deve permitir que eu te diga o quão ardentemente te admito e te amo”
Jane Austen, ao meu ver depositou um pouco dela em Lizzie, elas são feministas e nem sabem, elas são bem a frente do seu tempo, ela relata problemas do século XIX que ainda estão vivos em pleno século XXI. Entretanto, não é por ser feminista que ela se torna uma pessoa fechada e não aberta ao amor, ao contrário, por saber muito bem o que queria ela passa por cima do seu orgulho e aceita que aquele homens com defeitos pode ser um ótimo marido e o amor que ela buscava.
Escrito pelo ponto de vista da Lizzie, a escrita dela, acredito que para quem nunca leu nenhum clássico ou nenhum livro de época o começo pareça estranho de se acostumar com a linguagem,mas continue e se surpreenderá.
  “A imaginação de uma mulher é muito rápida; pula da admiração para o amor e do amor para o matrimônio em um instante”

Falei demais rs, espero que tenho gostado
Comentem porque estou nervosa com essa resenha!


Beijos

[Desafio Jane Austen] Filme - As Patricinhas de Beverly Hills


Sinopse: Em Beverly Hills, uma adolescente (Alicia Silverstone), filha de uma advogado (Dan Hedaya) muito rico, passa seu tempo em conversas fúteis e fazendo compras com amigas totalmente alienadas como ela. Mas a chegada do enteado de seu pai muda tudo, primeiro por ele criticá-la de não tomar conhecimento com o "mundo real" e em segundo lugar por ela descobrir que está apaixonada por ele.






Olá pessoal, venho com mais um post especial do Desafio Jane Austen, prometi cumprir esse desafio e vou conseguir, essa semana já deixarei outros programados para vocês acompanharem.
Como não estou seguindo uma ordem certa, resolvi assistir outra vez um filme antigo que via na minha adolescência e não fazia ideia de ele tinha uma relação com Jane Austen.
 A sinopse é bem clara e o filme pode ser taxado como mais uma comédia romântica clichê, mas nem por isso, deixa de ser uma boa pedida para a sessão da tarde.


Cher ou Charlote, é o esteriótipo do que imaginamos de uma patricinha, e é a rainha do colégio do Bronson Alcott High School. e tem um grupo de amigas que a segue pelo colégio.
 Cher tem uma mania ou defeito que é querer arranjar companheiros para as pessoas. Desde a mais nova amiga, Tai Frasier , que entra no filme como o patinho feio que é transformada pela Cher e uma descolada, até em seus professores do colégios que estavam a ponto de dar uma nota baixa para ela.
No decorrer do filme, algumas reviravoltas acontecem, a rainha é destronada e  a partir desse momento ela ela dá uma amadurecida e descobre que a paixão pode está ao lado dela.


Mas o que esse filme tem a ver com Jane Austen? Pois bem, ele foi inspirado no livro Emma, e quem já leu vai reconhecer em Cher algumas características de Emma.
Assim como Cher, Emma sempre acha que sabe o que é melhor para os outros a sua volta, ela também é um cupido que só faz más escolhas. Até em uma das professoras de Cher ser a cobaia para um projeto de romance com seu outro professor, me fez recordar a própria Emma opinando sobre com quem sua "babá" deveria ficar.Além, claro. do enteado do pai dela ser "comparado" ao melhor da Emma no livro.

 Deu para perceber que temos algumas semelhanças né?! E nem quero falar muito sobre Emma, pois logo terá uma resenha do livro. O que posso dizer, é que diferente da Emma, de Jane Asuten que eu não consigo gostar muito, Cher , mesmo com suas atrapalhadas em escolher pares para as pessoas que a cercam é uma menina doce, preocupada com o pai, e que acabei simpatizando.
Outro ponto a favor no filme, é o figurino dos anos 90, com ombreiras e xadrez que eu adoro.


Como eu disse no começo do post, obvio que já tinha visto esse filme antes, as sem maiores pretensões e nem de uma forma crítica. Hoje, depois de ter relido Emma e visto o filme conseguir perceber e fazer comparações e tentar passar isso para vocês. Espero que tenham gostado.








[Desafio Jane Asuten] Filme - Austenland







Sinopse:
Com mais de 30 anos de idade, Jane Hayes (Keri Russell) não consegue encontrar um namorado, porque nenhum homem lhe parece à altura de seu grande ídolo: o Sr. Darcy, personagem criado por Jane Austen no romance Orgulho e Preconceito. Um dia, ela decide gastar todas as suas economias e voar ao Reino Unido, onde existe um resort especializado em acolher as mulheres apaixonadas pelas histórias de Austen. Lá, ela descobre que o homem do seus sonhos pode se tornar uma realidade.







  Olá pessoal, finalmente vou começar o Desafio Jane Austen, que me propus a fazer no começo desse ano. Já tenho umas leituras para fazer resenha, mas vou começar falando desse filme que comprei na terça feira de uma conhecida que estava vendendo e aproveitei para assistir nesse feriadão longo aqui no Rio.  




Eu não sabia nada sobre a história e apertei o play sem ler a sinopse atrás, estava sem expectativas sobre ele e ansiosa para saber do que se tratava.
        Como a sinopse diz: Jane é uma fã assumida da Jane Austen, que tem um quarto todo dedicada à autora e ao querido Sr. Darcy e não arranja um namorado porque nenhum deles chega aos pés do seu personagem favorito.                                                          Ela decide ir conhecer Austenland que é visto como um paraíso para os fãs de Jane Austen, pois promete ao hospede fazer com que ele se sinta na época em que os personagens viviam, com direito a roupas, carruagem, atores interpretando o clássico Orgulho e Preconceito.



Jane vai, mas com uma condição imposta pela sua amiga que acha todo aquele amor pelo livro e pelo Sr.Darcy um exagero, que se ela gostar da aventura a amiga nunca mais reclama, mas se não gostar ela terá que tirar tudo do quarto. E ai, embarcamos na engraçada hospedagem da Jane em Austenland.      
Eu comecei o filme com boas risadas. Jane conhece outra mulher que decidiu conhecer aquele lugar, A Miss Elizabeth Charming, interpretada pela sempre engraçada Jennifer Coolidge, que me tirou risadas.


     Elas recebem um novo nome, ganharam roupas da época, além de ficarem sem celular, ou qualquer outro aparelho moderno. Lá, conhecem atores que interpretam Sr. Darcy entre outros.  Impossível não assistir o filme sem lembrar o Orgulho e Preconceito, já que diversas cenas remetem a ele. Mas a nossa Lizzie Bennet da era moderna sofre muito na mão da dona de Austenland que mais uma vez me remeteu lady Catherine com seu ar de superioridade.
       O Sr. Darcy falso me irritou muito no começo, mas depois acabou ganhando minha simpatia. O filme tem uma reviravolta boa no final e que me deixou feliz.


                  O que mais posso falar sobre o filme, é que quem nunca sonhou em viver
na história do seu livro preferido, e o filme mostra quem nem sempre esse será um bom pedido, mas que nem por isso vamos deixar de continuar amando aquele livro.
     Adorei o filme, me distrai com ele, dei boas risadas, o elenco foi bem escolhido e cumpriu o papel de uma releitura de Orgulho e Preconceito, mas moderno e com direito a uma fã de carteirinha da minha  querida Jane Austen.





Trailer:



  • Sobre o Desafio Jane Austen é só clicar aqui
Espero que tenham gostado! Se já assistiu o filme, conte nos comentários o que achou!
Até mais


Desafio Jane Austen

Olá leitores,

       Não é segredo para ninguém que eu sou fã assumida da escritora Jane Austen e vagando pelos blogs eu achei um desafio que está rolando e que foi criado pela Petra do blog Na próxima página, e como finalizei o ano e comecei já lendo alguns livros dela eu resolvi oficializar o que eu já estava fazendo, mas sem nenhum compromisso real.
      Vocês que acompanham o blog pode perceber que nunca resenhei nenhum livro dela, acho que eles entram na lista de livros que leio, acho tão bom que não consigo resenhar,porém dessa vez será diferente!
Tentarei falar um pouco do que eu acho de cada obra.
      Eu gostei da lista montada pela Petra, mas achei uma que foi modificada e eu curti porque acrescentou outros livros dela. Então, vou fazer o desafio e seguir a lista do blog Livreando.
    Para quem segue o blog e viu que eu entrei numa maratona de férias, viu que não consegui cumprir o combinado, porque foram os meses mais corridos aqui em casa e acabei abandonando a maratona.
Prometo solenemente, não abandonar a Jane Austen no meio do caminho haha.
Como eu disse, acabei de ler dois livros dela e vou começar as resenhas por eles.
Desafio Original da Petra ( Na próxima página)


Lista para o desafio

Livros escritos pela Jane Austen + series e filmes que tiverem os mesmos como base

Livros da Juventude

Juvenília * adicionado

Novelas inacabadas de Jane Austen


Livros, filmes e series que tiveram como inspiração a vida e obra de Austen


* Algumas séries retiradas

Essa é minha lista do desafio! Eu adicionei Juvenília que é um livro de comparação entre a escrita da Jane Austen em cartas com a da Charlotte Bronte, e retirei algumas séries por até serem baseadas na Jane Austen, mas por ser tão grande e eu acabar interrompendo o desafio.
A medida em que eu ler e resenhar, risco na listinha
Espero que gostem do meu Desafio! Se alguém quiser participar vou adorar falar como os livros com vocês!
Beijos e boa leitura!

 
Layout feito por Adália Sá | Não retire os créditos