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Tag #4 - The Versatile Blogger Award

Olá, galera! Como vocês estão? 
O
 Entre Vírgulas foi marcado em mais uma tag! Yeeeeeey!
Recebemos a indicação da Thamires, do blog Marca Provisória, e da Beatriz, do blog
 Tem alguém aí?!. 

Muito obrigada!

Regras para os participantes:
- Agradecer a pessoa que te deu o selinho e colocar o link dela;
- Escolher 15 blogs com menos de 200 seguidores;
- Avisar os blogs que você indicar;
- Escrever 07 coisas que você gosta.

7 coisas que eu gosto:
1) Ler =)))
2)
 Sair com os amigos!
3)
 Outono
4)
 Ir ao cinema *-*
5)
 Vermelho
6)
 Pizza, pizza, pizza, pizza <333
7)
 Cachorros (awn, awn :3)

15 outros blog indicados:

(Como eu não conheço muitos blogs com menos de 200 seguidores, não poderei in dicar 15...Mas quem sabe na próxima, não é?)

Por enquanto é só, meus queridos! Ah, não se esqueçam de curtir nossa página no Facebook!
Um beijão, até breve ♥

Tag #3 - 5 perguntas que ninguém nunca fez sobre literatura

[Estou participando da Tag '5 perguntas que ninguém nunca fez sobre literatura', criada pelo blog Por Uma Boa Leitura!]
Esta TAG super interessante foi indicação da Nadja do blog Escrev-arte!



Regras:


  • Colar no post o que eu escrevi acima, entre colchetes, "linkando" sempre o blog que criou a TAG e quem te indicou. 
  • Responder as perguntas.
  • Indicar no mínimo 5 blogs.
Perguntas:

1. Qual escritor você odeia mas tem vergonha de assumir?
Ah críticos literários me perdoem mas não consigo gostar de Thomas Mann!

2. Qual o pior clássico da literatura brasileira?
Não é o pior clássico da literatura brasileira, só não foi uma leitura espontânea e me deixou com uma impressão massante , mas me ajudou muito no vestibular. São Bernardo - Graciliano Ramos. 

3. Se você pudesse namorar o personagem de algum livro, com quem se relacionaria e por quê?
Difícil escolha rs ! Dylan Crosby da trilogia Os O’Hurleys – Abigail da querida Nora Roberts! Talvez por ser jornalista, inteligente e carinhoso ! 

4. Qual personagem da literatura seria sua inimiga mortal?
Me irrita a Darcy de O Noivo da Minha Melhor Amiga - Emily Giffin


5. Que livro você rasgaria e queimaria sem dó nem piedade?
Ah, judiação fazer isso com um livro, vai ! Eu daria para algum sebo ou para uma biblioteca popular! Livro que talvez eu não tenha sentido algo ao ler ou até gostado, deve ter um efeito diferente em outras pessoas. Então, rasgar ou queimar ? JAMAIS! 
Mesmo ficando com ódio mortal de alguns rs

Agora vamos às indicações:

Espero que tenham gostado!
Beijos :)

Resenha - Quem é você, Alasca?, John Green

Resenha  Quem é você Alasca?
Autor: John Green
Editora: Martinsfontes

Sinopse: 
Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras- e está cansado de sua vida segura e sem graça em casa. Vai para uma nova escola à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o “Grande Talvez”. Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young. Inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual, Alasca levará Miles para o seu labirinto e o catapultará em direção ao “Grande Talvez”.

Não é segredo para ninguém que eu sou fã incondicional do nerd talentoso chamado John Green. E ter o contato com a escrita dele logo com o seu grande sucesso de vendagem: A culpa é das Estrelas, me fez ficar com receio de ler Quem é você Alasca.
Ler A culpa é das estrelas foi tão forte e empolgante que o medo de não ter isso em Quem é você Alasca me travou por todo esse tempo até que peguei emprestado com a outra blogueira (Debora Perrota, Obrigada amiga). A pergunta que me faço agora é porque esperei tanto parar ler? Porque esse medo de me decepcionar com a criatividade do John Green?
Li o livro em dois dias e no meio desses dias quase o perdi rs. Um pequeno acidente aconteceu na minha mochila e ele ficou ensopado de Shampoo. De todo o material que estava dentro da mochila o que mais me preocupava era o livro. Era da Debora, era do John Green, era Quem é você Alasca? E eu precisava terminar esse livro.
O talento desse homem é incrível gente, o livro começa falando do Miles Halter que sai de casa para estudar fora. Ama seus pais e achei fofo o relacionamento dele com eles. Como de costume nos livros do John, Miles é um nerd. Ele grava as últimas palavras de grandes figuras, não tem amigos. Vive sozinho na sua antiga escola e a mudança para a Culver Creek cria nele a expectativa de que algo mude. E muda! Não só na vida do Miles, Alasca, Chip e os demais alunos daquele colégio como muda a visão que temos de questões que permeiam nossa mente e que a filosofia tenta a todo custo explicar. Nós mergulhamos nos mistérios da vida, do amor, da duvida, do como é ser humano.
O livro começa com Miles querendo encontrar o “Grande Talvez” nessa nova aventura e nós terminamos o livro diante do labirinto do “Grande Talvez”. Foi difícil aguentar o nó na garganta e teve momentos em que parei de ler para olhar para o teto e respirar. Chorar foi inevitável, e acabei o livro feliz com o que li. Feliz com o desfecho dele e com a sensação de que valeu muito a pena ler saber como era essa história.

Uau, escrevi demais! E lutei para não soltar sploiller! Se você não leu ainda, corre! Não sei o que está esperando!
Super recomendo, não é apenas mais um livro e sim aquele que você só fica bem quando convence alguém a ler e sentir o que você sentiu ao Le-lo.
Obrigada pela visita, voltem sempre!
Beijos!

Crítica: A Caça (2012)

Olá, galera! Tudo bem com vocês? 


Hoje eu vou falar pouco sobre o filme A Caça, do diretor dinamarquês Thomas Vinterberg. O filme faz parte do chamado Dogma 95, um movimento cinematográfico criado pelo próprio Vinterberg em parceria com o diretor Lars von Trier. 




A trama gira em torno de Lucas (Mads Mikkelsen), um professor do jardim de infância de uma pequena cidade no interior da Dinamarca, amado pelas crianças e também cercado por muitos amigos – que foram de grande apoio após o seu divórcio. Entretanto, um dia Lucas é surpreendido pelo comportamento da pequena Klara (Annika Wedderkopp), a filha mais nova de seu melhor amigo, que nutrida de uma paixão pelo professor, acaba beijando-lhe na boca. Ele, impressionado, explica a menina que esse tipo de comportamento só ocorre entre adultos. Mas, Klara unindo a paixão não correspondida com a sua imaginação – que fora “alimentada” pela convivência em casa, através da exposição precoce a uma imagem pornográfica –, acaba declarando à diretora do jardim de infância algo que mudaria drasticamente o curso da vida de Lucas. O professor acaba sendo acusado de abusar sexualmente de Klara, e a partir daí observamos a sua vida sair cada vez mais dos trilhos. Afastado do trabalho, Lucas vai perdendo pouco a pouco o apoio dos seus amigos, além de ser também acusado erroneamente de abusar de outras crianças do jardim de infância. No filme, o espectador acompanha constantemente a dor e o sofrimento de Lucas como se estivesse em sua pele, sendo agredido moralmente e também fisicamente pelos habitantes da cidade.


Thomas Vintenberg apresenta, de maneira brilhante, uma perspectiva diferente de outros longas que também tratam do tema pedofilia. Por exemplo, ao contrário de filmes como Dúvida – do diretor John Patrick Shanley –, que se apoia justamente na provocação de um sentimento de dualidade quanto a inocência do indivíduo acusado; em A Caça, adentramos completamente na visão do personagem condenado injustamente, e temos ciência de que o mesmo é inocente desde o início da trama. O fato, como bem apontado no filme, de que as “crianças não mentem” foi extremamente determinante para a condenação de Lucas. E é sob essa questão que percebemos as consequências irremediáveis da imaginação de Klara, que não é capaz de medir o peso dos seus próprios atos.


Mads Mikkelsen interpreta o professor Lucas em A Caça.


Agora, em se tratando de Mads Mikkelsen... Bem, dispenso comentários haha. Sou extremamente apaixonada pelos trabalhos do ator dinamarquês, e de fato, em A Caça isso não poderia ser diferente. Todo o sofrimento de Lucas, bem como o seu constante conflito interno, é interpretado magistralmente por Mikkelsen. Destaco aqui a cena da igreja, em que Lucas observa a apresentação do coral das crianças do jardim de infância, em meio a olhares desaprovadores e acusadores das pessoas. Não à toa, Mikkelsen foi agraciado com o prêmio de melhor ator no Festival de Cannes pelo seu papel no mesmo filme, que eu particularmente considero um dos seus melhores trabalhos.


A Caça expõe um tema bastante polêmico através de uma visão diferente dos fatos, mas ao mesmo tempo em que sentimos a dor de Lucas, deveríamos refletir sobre o ponto de vista daqueles que o acusaram. De fato, será que não agiríamos da mesma forma se não tivéssemos conhecimento do que verdadeiramente acontecera? É justamente essa reflexão acerca da crítica social apresentada no filme que é capaz de torná-lo não apenas singular, mas também arrebatador.




A Caça
Título original: Jagten
Direção: Thomas Vintenberg
Ano de lançamento: 2012
País: Dinamarca


Por enquanto é só, meus queridos!
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Um super beijo e até a próxima :)

Resenha - A Rosa de Sarajevo, Margaret Mazzantini

E AÍ RAPAZIADA!

Depois de muita insistência, enrolação e leituras decidi finalmente escrever a minha primeira resenha no blog. O livro de hoje é “A Rosa de Sarajevo” (em italiano: “Venuto Al Mondo”) da autora italiana Margaret Mazzantini.
  

Meus coleguinhas de blog e de faculdade não se apresentaram direito (mal educadinhos), mas somos estudantes de Letras Português-Italiano. Do nosso grupo, eu acho (mentira, tenho certeza e já to quase procurando tratamento porque tá virando doença) que sou a mais obcecada pela Itália. Eu tô sempre procurando livros, filmes, músicas, etc em italiano..

- MAS DEBORA, O BLOG NÃO É SOBRE ISSO!

É, tá certo.
“O libertário poeta bósnio Gojko, a metódica italiana Gemma e seu grande amor, o fotógrafo Diego, encontram-se pela primeira vez na antiga Iugoslávia na metade da década de 1980. Parecia impossível, a poucos anos da onda de mudanças que poria um ponto final aos regimes comunistas do Leste europeu, enxergar a ciranda de violência e convulsão política que ocuparia Sarajevo entre 1992 e 1995. Mas foi exatamente isso o que aconteceu. No plano pessoal, Gemma e Diego travam sua própria batalha.(...) Mas o passado insiste em reaparecer neste romance surpreendente em que os amores, a intimidade e os acontecimentos mundiais são observados com lirismo e expostos com notável energia narrativa” (Companhia das Letras)
Então, li “A Rosa de Sarajevo” em língua original (italiano, wow que surpresa) no comecinho do ano e recentemente descobri que tinha sido FINALMENTE (fogos) traduzido para o português pela editora Companhia das Letras. O livro começa com o retorno da protagonista Gemma a Sarajevo depois 16 anos a convite de um amigo fotógrafo (Gojko ). A história gira basicamente em torno do romance de Gemma e Diego - italianos que se conheceram na Bósnia -, dos primeiros anos de casamento dos dois e dos problemas, dúvidas e dramas criados pela maternidade. A maior parte da história se passa durante a guerra da Bósnia, mostrando também as condições e dificuldades enfrentadas pelo país nesse período.

Gente. Sério. SÉRIO. S-É-R-I-O. Recomendo demais. É um livro pesado, envolvente, fascinante, triste e angustiante ao mesmo tempo. É do tipo que depois de alguns capítulos você precisa fechar o livro, olhar pro teto e refletir porque NÃO DÁ, MUITOS SENTIMENTOS ROLANDO. O final é surpreendente e muito emocionante, foi difícil conter as lágrimas.  



Ah, no finalzinho do ano passado foi lançado também o filme homônimo ("Venuto Al Mondo") dirigido por Sergio Castelitto com ninguém menos do que AQUELA DIVA LINDA MARAVILHOSA Penélope Cruz no papel principal. Ainda não assisti, mas deixo aqui o trailer em inglês (ainda não tem em português, mimimi) pra vocês darem uma olhadinha:

muito amor :')


Outro livro da mesma autora já foi traduzido aqui no Brasil, o nome é "Não se mexa". Altamente recomendável também, mas isso é assunto pra outro post :)

Muitos beijos no coração, não esqueçam de curtir a nossa página lindoca no facebook e


até a próxima! (daqui a um ano) (não, hehe, brincadeirinha) (prometo voltar logo)

 
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