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[Resenha] - Montanha da Lua - Mari Scotti

Sinopse:Montanha da Lua - Há séculos uma verdade acompanha cada herdeiro do ducado de Bousquet: A Maldição dos Hallinson’s.
Conta-se que a tragédia os acompanha, levando à morte as esposas em seu primeiro ano de matrimônio. Geração após geração, aprendem sua sina e a regra a seguir para possuir uma união frutífera e longa.
Octávio Hallinson Segundo sofre as consequências de não seguir estes ensinamentos. Viúvo, isolou-se da sociedade, fugindo da responsabilidade de casar-se novamente para providenciar um herdeiro para seu título. 
Um homem marcado pela dor.
Mical Baudelaire Nashgan sempre foi uma mulher decidida, enfrentando as ordens de sua tia e negando-se a seguir o protocolo que obrigava mulheres a procurar maridos apenas por posse de títulos e dinheiro e não por amor.
O posicionamento contraditório aos costumes afastou os candidatos, tornando-a uma das únicas solteironas que sua província conheceu. A mais bela dentre elas.
Uma tragédia a coloca frente aos perigos da floresta aos pés da Montanha da Lua e seu futuro torna-se incerto e assustador.


Olá pessoal, junho já começou com resenhas que eu estava devendo para vocês.Montanha da Lua foi o segundo livro que li no sistema do Wattpad e o estou gostando mundo do sistema do site  indico já que achei que a leitura flui!
Eu estou numa fase de livros de época e ele veio no momento certo e me conquistou!


O livro começa com a protagonista, Mical, saindo da casa de uma amiga e resolvendo escolher um caminho diferente para ir para casa. Nesse escolha, ela acaba se perdendo na floresta e sendo resgatada por um homem misterioso, Octávio Hallinson segundo e com isso vemos o desenrolar da trama.
Mical é uma mulher com 34 anos, o que para a época é mal visto ela ainda está só, mas ela é bem a frente do seu tempo e acredita que só se casará por amor e não para cumprir uma formalidade da sociedade.
Ela mora com seus tios, e eu amei o tio dela, ele é daqueles personagens "paternos" que todo mundo queria ter, já a tia dela é tão fechada e seca, mas que vai se mostrar aos poucos.
Octávio é aquele personagem que faz o leitor sentir sentimentos contrários ao mesmo tempo. Ele se faz de durão, se isolou da sociedade e carrega uma tristeza profunda por causa de uma maldição, mas que ao mesmo tempo é carinhoso e protetor. Enquanto lia ora queria dá uns tapas nele, ora ficava feliz pelas decisões que ele tomava.


Mical vai ter que saber lidar com esses dois lados e conquistar aquele coração de gelo.Ela me lembrou muito Lizzie Bennet, por sua inteligencia, por ser a frente do seu tempo, por não achar que casamento seja só um acordo financeiro, mas mesmo com esses idias ainda ser feminina e acreditar sim que ainda achará um amor.
A leitura fluiu fácil, foi o primeiro livro que li da Mari Scotti, e os outros dela são de fantasia, logo, Montanha da lua foi uma grata surpresa como leitura de época. O livro tem umas reviravoltas que me prenderam e os personagens são bem escritos. Tem algumas cenas de amor, mas nada vulgar ou num nível tão hot como os livros do gênero.Posso dizer, que a Mari acertou em cheio a mão ao escrevê-ló e queria pedir outro para ela nesse mesmo gênero rs. ( Mari, se você lê essa resenha, saiba que estou esperando mais livros de época viu rs, precisamos de mais Octávio nas estantes rs). 

Marcador que  recebi da autora!!


Para quem quiser ler, a Mari retirou ele do Wattpad e ele está na Amazon!!
Espero que tenham gostado, se já eu, comente e diga o que achou!Fico feliz em ller livros nacionais tão bons e ele foi um desses!

Até mais






[Desafio Jane Austen] Filme - As Patricinhas de Beverly Hills


Sinopse: Em Beverly Hills, uma adolescente (Alicia Silverstone), filha de uma advogado (Dan Hedaya) muito rico, passa seu tempo em conversas fúteis e fazendo compras com amigas totalmente alienadas como ela. Mas a chegada do enteado de seu pai muda tudo, primeiro por ele criticá-la de não tomar conhecimento com o "mundo real" e em segundo lugar por ela descobrir que está apaixonada por ele.






Olá pessoal, venho com mais um post especial do Desafio Jane Austen, prometi cumprir esse desafio e vou conseguir, essa semana já deixarei outros programados para vocês acompanharem.
Como não estou seguindo uma ordem certa, resolvi assistir outra vez um filme antigo que via na minha adolescência e não fazia ideia de ele tinha uma relação com Jane Austen.
 A sinopse é bem clara e o filme pode ser taxado como mais uma comédia romântica clichê, mas nem por isso, deixa de ser uma boa pedida para a sessão da tarde.


Cher ou Charlote, é o esteriótipo do que imaginamos de uma patricinha, e é a rainha do colégio do Bronson Alcott High School. e tem um grupo de amigas que a segue pelo colégio.
 Cher tem uma mania ou defeito que é querer arranjar companheiros para as pessoas. Desde a mais nova amiga, Tai Frasier , que entra no filme como o patinho feio que é transformada pela Cher e uma descolada, até em seus professores do colégios que estavam a ponto de dar uma nota baixa para ela.
No decorrer do filme, algumas reviravoltas acontecem, a rainha é destronada e  a partir desse momento ela ela dá uma amadurecida e descobre que a paixão pode está ao lado dela.


Mas o que esse filme tem a ver com Jane Austen? Pois bem, ele foi inspirado no livro Emma, e quem já leu vai reconhecer em Cher algumas características de Emma.
Assim como Cher, Emma sempre acha que sabe o que é melhor para os outros a sua volta, ela também é um cupido que só faz más escolhas. Até em uma das professoras de Cher ser a cobaia para um projeto de romance com seu outro professor, me fez recordar a própria Emma opinando sobre com quem sua "babá" deveria ficar.Além, claro. do enteado do pai dela ser "comparado" ao melhor da Emma no livro.

 Deu para perceber que temos algumas semelhanças né?! E nem quero falar muito sobre Emma, pois logo terá uma resenha do livro. O que posso dizer, é que diferente da Emma, de Jane Asuten que eu não consigo gostar muito, Cher , mesmo com suas atrapalhadas em escolher pares para as pessoas que a cercam é uma menina doce, preocupada com o pai, e que acabei simpatizando.
Outro ponto a favor no filme, é o figurino dos anos 90, com ombreiras e xadrez que eu adoro.


Como eu disse no começo do post, obvio que já tinha visto esse filme antes, as sem maiores pretensões e nem de uma forma crítica. Hoje, depois de ter relido Emma e visto o filme conseguir perceber e fazer comparações e tentar passar isso para vocês. Espero que tenham gostado.








[Resenha] Tenshi - Luciane Rangel


Título: Tenshi - Um anjo sem asas.
Autor (a): Luciane Rangel.
Editora: EraEclipse.

Sinopse: Seria ele um anjo? Que outra explicação teria para aquele garoto surgir do nada em seu caminho, caído, ferido, frágil e desmemoriado, nem na noite de um tradicional festival? Ao encontrá-lo, a possiblidade de ajudá-lo se torna um escape para Umi, uma adolescente que enfrenta no dia a dia as dificuldades de ser diferente. E assim ela acaba, sem perceber, se envolvendo em um novo sentimento. Enquanto se esforça para descobrir quem é o misterioso garoto desmemoriado, os acontecimento inesperados daquele verão também levam Umi a descobrir mais sobre si mesma.

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 Ler Tenshi foi um desafio que fiz para mim, para vencer o meu preconceito de coisas relacionadas a cultura japonesa. Eu particularmente, sempre achei os personagens de anime um tanto extremos: Se uma pessoa é tímida, ela é totalmente tímida, se ela é explosiva, é totalmente explosiva.
 Mas com Tenshi não foi dessa forma e foi uma doce surpresa.
 Matso Umi é uma adolescente sonhadora, e como toda adolescente, sofre seus dramas por ser diferente, só que de uma forma ainda mais difícil de lidar. Umi foi adotada por um casal de japoneses quando ainda era criança, e por isso sofre preconceito por não se encaixar nos padrões japoneses, mas nem só por isso ela perde sua essência. 
 Umi tem duas melhores amigas, a Shimada Kaori e a Gallagher Natsu. As duas são como um "yin yang". Enquanto Kaori é totalmente indiferente a tudo e a todos (pelo menos externamente), Suu é totalmente cheia de vida e atenta a tudo.
 A história começa a trilhar seu rumo quando Umi após sofrer com mais um dos ataques por ser uma gaijin/estrangeira, ela sai correndo e tropeça em um rapaz desmaiado. Quando esse rapaz desperta, Umi descobre que ele é... Bem, ela não sabe quem é. Ao que tudo indica, o rapaz perdeu a memória e não sabe sua idade, nome, nada. Tudo o que ele sabe é que não sabe de nada. HUAHAUHAUAHUA
 Umi, apelida o desconhecido de "Aki" em homenagem ao seu cantor favorito, e com seu coração puro, consegue convencer seu professor (por quem é apaixonada e eu posso entender perfeitamente o motivo. Aiai...) a abrigar Aki enquanto não descobrem nada sobre sua verdadeira identidade.
 Aki vive em um estado perdido e morri de rir várias vezes com a sua forma lenta de assimilar as coisas.


“ – Eu fiz besteira?
- O que acha? Você é um galinha! 
 Dei mais alguns passos e notei que ele não andava mais ao meu lado. Parei e olhei para trás, encontrando-o parado, com os braços abertos e olhando para o próprio corpo de forma curiosa. 
Então me olhou e questionou:  
- Mas eu achei que fosse um humano.”

 No decorrer da história Umi amadurece, os laços de amizades entre ela e suas duas amigas ficam mais fortes e você se pega sorrindo e se orgulhando dela por cada novo aprendizado.

 Para mim, Tenshi foi uma história sobre aceitação, amizade e família. Sobre você se aceitar e aceitar o que pode se tornar quando deixa o sentimento - seja ele de amizade ou de amor romântico - tomar conta de você.
 O livro possui ilustrações super legais e fichas para você conhecer mais dos personagens.
 Uma coisa que achei super interessante também, foi a questão dos signos. Para quem gosta de ler horóscopo, é legal quando a Umi diz qual é o signo de suas amigas e você pode fazer comparação com o que conhece, como por exemplo... A Natsu é de libra, mas tem um pé em leão, porque não é possível! Nada contra os leoninos, ok? Mas a modéstia ou falte dê é uma das marcas registradas. Haha
 Tenshi é um daqueles livros leves que te surpreendem e te levam a suspirar lembrando da doce ou amarga adolescência. Agora que sou adulta vejo que não era tão ruim assim. Rs. Eu prometo que juro que vocês vão amar Tenshi. <3

“- Jura? – Perguntei. 
- Juro.- Promete que jura? 
- Prometo que juro!”




Crítica - Kurt Cobain: Montage of Heck


Kurt Cobain: Montage of Heck, dirigido por Brett Morgen e produzido pela HBO, é o primeiro documentário sobre Kurt Cobain  que cometeu suicídio no dia 5 de abril de 1994  declarado como oficial, justamente por ter como produtora executiva a sua filha, Frances Bean Cobain, e por ter sido acompanhado diretamente pela esposa, Courtney Love; além de ter sido desenvolvido com material cedido pela própria família do músico. 

Montage of Heck nos apresenta a breve vida do vocalista do Nirvana, considerado o ídolo de uma geração. Entretanto, no projeto de Morgen, o protagonista não é apenas o ícone do rock grunge, mas também um Kurt Cobain que, antes de tudo, era filho, marido, pai, ou puro e simplesmente ser humano, totalmente passível a erros.

Desenvolvido ao longo de 8 anos, o documentário é composto por vídeos caseiros pertencentes ao arquivo pessoal da família, depoimentos de pessoas próximas a Cobain – como os pais, a esposa e o amigo, e ex-baixista do Nirvana, Krist Novoselic –, músicas inéditas, bem como algumas cenas de bastidores e apresentações do início da carreira de Kurt, até o Nirvana. E, dentre as apresentações do Nirvana, destaca-se a realizada no Hollywood Rock de 1993, festival ocorrido Brasil. 



Fazendo um percurso desde a sua infância em Aberdeen, Washington, aos holofotes – que não eram cobiçados pelo músico, fato que deixava bem claro em suas entrevistas –, o documentário também conta com curtas animados e “narrados” pelo próprio cantor, tendo como base o seu vasto arquivo produzido, bem como animações dos diários escritos por ele. A partir desses diários, tenta-se compreender um pouco dos sentimentos e pensamentos de Cobain em seus escritos, que contam com pequenos relatos, anotações referentes a orçamentos das apresentações da banda, endereços de casas de shows, composições musicais e inúmeros desenhos. 

Um dos pontos interessantes na produção foi o da escolha de novos arranjos para famosas canções do Nirvana, como realizado em 
Smells like teen spirit, que, no documentário, é interpretada polifonicamente nas vozes delicadas de um coral e harmonizada por um piano, ao mesmo tempo em que cenas do videoclipe surgem na tela.


O problema de Kurt com as drogas, iniciado durante a adolescência, é tratado constantemente no documentário, e o relacionamento com Courtney Love acentua esse fato. Considerados extremamente destrutivos pela mídia da época, o casal foi observado de perto pelas autoridades judiciais após o nascimento de Frances Bean Cobain, fato que fora motivado pelos boatos de que Love estaria consumindo drogas durante a gravidez. Para alguns, Courtney fora o algoz do marido. Para outros, a fagulha para uma reação em cadeia.

Kurt amava e admirava a família que havia construído, e as declarações feitas à esposa e à filha fortalecem isso. Uma dessas declarações é apresentada no documentário: um cover inédito, feito pelo cantor em homenagem a própria filha, da música 
And I love her, dos Beatles.


Entretanto, nos vídeos caseiros produzidos no ambiente familiar dos Cobain é possível notar um Kurt cada vez mais debilitado, visivelmente frágil em razão do seu vício crescente.

Com a gama de materiais raros apresentados no documentário, Morgen produz, de certa forma, um “afunilamento” do seu público alvo, fazendo com que o longa-metragem seja voltado especialmente para os fãs. E, de fato, é um presente de 145 minutos a todos eles. Talvez para os que não conhecem muito o Nirvana – e, por conseguinte, a carreira de Kurt –, bem como o impacto provocado pelo grupo no cenário musical da época, o efeito não seja o mesmo.

A respeito dos pontos negativos, é impossível não notar ausência de depoimentos como o de Dave Grohl, ex-baterista do Nirvana e atual vocalista do Foo Fighters. Segundo o diretor, a justificativa para o corte seria a falta de disponibilidade de Grohl para gravar entrevistas durante o desenvolvimento do projeto. 


Outro ponto a ser observado é o da exploração das animações promovidas para os desenhos feitos por Kurt em seus diários. Essa exploração é chocante, num primeiro momento, por demonstrar sem escalas a mente conturbada do cantor. Entretanto, a repetição desse recurso ao longo do documentário fez com que o seu uso na montagem não fosse justificável em muitas das vezes.



Ao final do longa-metragem, assistimos a um trecho da apresentação acústica do Nirvana para o MTV: Unplugged in New York – realizado em 1993. E, pouco após o término da canção Where did you sleep last night?, há um corte brusco no vídeo para uma tela com fundo preto trazendo a informação de que o cantor tiraria a própria vida, de forma trágica, aos 27 anos de idade. O corte em questão pode ser interpretado como uma verdadeira alusão à própria vida de Kurt, sendo esta breve e interrompida de forma repentina. 

Em Montage of Heck, não há motivos em explorar o episódio da morte do artista, e Morgen demonstra isso com clareza. O foco do documentário é Kurt em sua camada mais interna e obscura, e nela observamos a sua grande paixão pela música, e mergulhamos em suas – inúmeras – inquietações e pensamentos.

O cenário escolhido para primeiro documentário oficial de Kurt Cobain não foi o de morte, mas sim o de vida. E de uma vida breve, porém eternizada. 

[Tag] Taylor Swift Book Tag

Olá pessoa, sabe quando você descobre um pouco tarde que gosta de uma cantora?!
Isso aconteceu comigo já que não curtia a Taylor Swift, mas que depois de ouvir  "Shake it off '' eu resolvi procurar outras músicas e estou viciada rs.
E nesse mundo literário, o que não falta é criatividade! Achei essa Tag com músicas da cantora e resolvi fazer.
Foi criado no canal The Book Life e consiste em 12 músicas, cada uma com uma categoria diferente na qual você deve encaixar um livro.

Foto retirada do blog Fascínios literários


1 – We Are Never Ever Getting Back Together: escolha uma série ou livro que você estava amando, mas depois decidiu que queria “terminar” com ela.


Amo mitologia grega, tenho aula de grego na faculdade e sou apaixonada pelos Deuses, e li bem rápido O Ladrão de Raios, mas quando chegou em O Mar de Monstros eu acabei abandonando a série.. e doei os livros para uma escola. Nada contra o tio Rick, mas acabei desistindo de continuar essa aventura grega.

2 – Red: escolha um livro com a capa vermelha.


Ele é novo na minha estante e está na fila de espera para leitura, já que é um da lista de livros do Desafio Jane Austen. Amo vermelho, pena que tenho pouco livros nessa cor na estante.

3 – The Best Day: escolha um livro que te faça sentir nostálgica



Esse livro é minha adolescência, minhas idas á Livraria Nobel depois do curso de informática, minha mãe me dando ele de presente, eu descobrindo que não era uma leitora solitária, conhecendo e tietando minha primeira escritora nacional rs.. Muito amor envolvido!

4 – Love Story: escolha um livro com uma história de amor proibida.


Eu sei, um mega clichê rs, mas Shakespeare é um dos meus escritores favoritos e vamos combinar que boa parte dos livros que existem hoje sobre amores impossíveis são inspirados nessa peça e que tem tudo a ver com a letra da música!

5 –  I Knew You Were Trouble: escolha um livro com um personagem mau, mas que apesar disso, você não conseguiu resistir e se apaixonou (ou gostou muito) dele.



Foi difícil lembrar de um "vilão" que eu tenha gostado.Escolhi a mais fashion e manipuladora tanto da série quando dos livros. Blair ou rainha B! Tenho que confessar que prefiro á serie aos livros, mas que nos dois minha preferida será sempre ela.

6 – Innocent: escolha um livro que alguém estragou o final para você (spoiler!)


Sabe quando você está conversando com um amigo e ele sem querer solta o fim do livro? Pois bem, li esse livro tem bastante tempo rs e o filme já assisti inúmeras vezes, mas fiquei sabendo o fim na época e só terminei de ler porque a história era linda.

7 – Everything Has Changed: escolha um livro em que o personagem se desenvolve bastante.


Um dos meus escritores italiano preferido, Alessandro d'avenia começa esse livro nos apresentando um garoto simpático chamado Leo que ao longo do livro amadurece e cresce de uma forma linda.Se você gostou de A Culpa é das Estrelas, pode ler esse e se apaixonar pelo Leo. <3

8 – You Belong With Me: um livro que você está ansioso(a) para que seja lançado e você possa ler.


Os livros contidos nesse Box não são lançamentos, mas estou encarando eles como se fossem. Desde que vi esse Box na Saraiva que estou apaixonada e esperando uma promoção para compra-lós. Tenho vergonha de ainda não ter lido nada do Garcia Marquez..=//

9. Forever and Always: escolha o seu casal literário favorito.


Impossível escolher um casal literário favorito. São tantos que me encantaram, mas resolvi eleger Gerry e Holly por terem sido namorados de infância, por não serem um "casal perfeito" e por ele ter ensinado ela voltar a viver.. Sempre que releio me emociono com a forma divertida e amorosa com que ele se despede dela pelas cartas. Ps: Se você só assistiu ao filme, vá ler o livro.. ele é bem mais detalhado. Vai fazer você chorar em dobro!

10 – Come Back…Be Here: escolha um livro que você não gosta de emprestar por medo de nunca mais voltar.


Quem gosta de emprestar livros? haha, eu empresto para pessoas confiáveis, mas sempre tem aquele livro que você prefere deixar na sua estante com medo de acontecer algo. O Grande Gatsby entra nessa categoria para representar meus livros de edição capa dura que não deixo sair da estante e , claro, amo esse clássico.

11 – Teardrops On My Guitar: escolha um livro que te fez chorar muito.



Pouco conhecido, Um pedido ás estrelas foi uma bela surpresa ano passado. Foi um daqueles livros que quando percebe que está perto do fim você enrola porque não está preparada para se despedir da história. Chorei em várias partes e o fim dele me fez sorrir de alegria pela forma que ele terminou. 

12 – Shake It Off: escolha um livro que você ama muito e não está nem aí para os haters.


Acho feio "cuspir no prato que comeu" e essa categoria se encaixa perfeitamente na Saga Crepúsculo. Sou leitora desde que aprendi a ler, lia gibis,livros nacionais, clássicos, mas era uma leitora solitária e só tive com quem compartilhar a ansiedade pela espera dos livros com eles. Na época de HP e Diário da Princesa eu achava que só eu conhecia aquelas história, já com esses vampiros eu pude até ser má e soltar spoiler rs.

Bom, a TAG termina aqui, espero que tenham gostado! Quem responder é só deixar o link nos comentários que eu vou conferir.
Beijos 





 
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