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SORTEIO DOS LIVROS DE JANE AUSTEN

A EDITORA LANDMARK no ano em que se comemoram os 240 anos do nascimento da escritora Jane Austen, irá sortear a partir do mês de abril livros da autora via paginada LANDMARK no facebook. De abril até novembro serão sorteados três livros por mês, um para cada internauta, e em dezembro, mês do nascimento da autora, iremos sortear a coleção completa para um ganhador.  

Como eu estou fazendo o desafio da Jane Austen, achei interessante compartilhar com vocês esse sorteio que a editora Landmark vai fazer durante o ano na sua página

Para informações e participar do sorteio da Editora é só clicar aqui

Vale ressaltar que as edições da Landmark são de capa dura e bilíngue.


Editora Parceira:


Crítica: Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)


"E VOCÊ CONSEGUIU O QUE QUERIA DESTA VIDA, APESAR DE TUDO?

CONSEGUI.

E O QUE VOCÊ QUERIA?

CHAMAR-ME DE QUERIDO, SENTIR-ME AMADO NESTA TERRA."


PSIUUU, ALERTA DE SPOILER!  
Na verdade, um monte de spoiler haha.
  

Em Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância), acompanhamos a saga de Riggan Thompson (Michael Keaton), um ator famoso por ter interpretado o super-herói Birdman há 22 anos, e que não foi capaz de realizar um trabalho expressivo durante esse longo período. Buscando uma forma de ser reconhecido, Riggan aposta as suas últimas fichas em uma peça da Broadway, assumindo a direção e atuação de sua própria adaptação para um conto do escritor Raymond Carver. Entretanto, o ator enfrenta inúmeros contratempos durante a preparação da peça, sendo o primeiro deles a substituição de um dos atores do elenco pelo talentoso, e presunçoso, Mike Shiner (Edward Norton). Além da recepção negativa da crítica teatral e do provável resultado negativo de bilheteria, Riggan também se encontra diante de problemas na esfera pessoal: uma possibilidade de recaída de sua filha, que acabara de sair de uma clínica destinada a dependentes químicos, e a suspeita de gravidez de Laura (Andrea Riseborough), sua namorada. No meio de todo esse tormento colossal, Riggan ainda é perseguido pela voz de Birdman, que age como a sua consciência e insiste em criticá-lo por não ter prosseguido com a franquia que o deixara famoso e que permitiria que ele tivesse seu sucesso garantido.


Na trajetória de Riggan Thompson poderíamos enxergar a história de carreira do próprio ator Michael Keaton, apagado por exatos 22 anos, da mesma forma que o personagem que interpreta. Enquanto na vida real temos Keaton e seu trabalho como Batman, na obra do cineasta Alejandro Iñárritu nos deparamos com um Riggan assombrado pelo personagem Birdman. A interpretação de Keaton é visceral, e, na minha opinião, uma das melhores já realizadas pelo ator. O fato de construir um personagem sem obter referências externas, a não ser a própria vivência de sua carreira, já revela o seu enorme talento.  



Dentre os inúmeros panoramas discutidos em Birdman, é possível notar na trama a presença de três esferas que se chocam constantemente: o Cinema, o Teatro e a Tecnologia – no caso, do domínio da internet na contemporaneidade. Riggan Thompson representaria o Cinema dos chamados blockbusters, voltado para o consumo. Tal representação se choca, a todo o momento, com a figura do ator Mike Shiner, intepretado por Edward Norton – que, vale lembrar, está impecável no filme! – personagem que agiria como representante do Teatro. Mike Shiner, em seu comportamento arrogante e desinteressado para com a opinião do público, demonstra a sua opinião de que o Teatro seria o meio capaz de reunir atores realmente comprometidos com a Arte. Shiner, em uma das cenas, diz importar-se apenas com a opinião da crítica, que no filme é personificada na figura de Tabitha Dickinson (Lindsay Duncan), uma crítica teatral de Nova York que despreza Riggan e, nas suas palavras, “tudo o que ele representa”. Tabitha mostra-se, no momento em que Riggan a enfrenta, irredutível, declarando diversas vezes que irá destruir a peça adaptada por ele antes mesmo da sua estreia. 


Já Sam (Emma Stone), filha de Riggan, representaria a chamada geração Y, movida pela tecnologia e pela facilidade da transmissão de informações. Percebemos até mesmo o discurso afiado da personagem em um momento de discussão com o pai, afirmando que, ao rejeitar os mecanismos proporcionados pelas redes sociais, Riggan é que não existiria no contexto atual. Nas palavras de Sam, o fato do pai investir na peça teria como única justificativa uma tentativa de estar novamente na mídia, afastando-se, portanto, de um comprometimento com a Arte. De fato, a cena em questão é forte não só pela carga emocional depositada pelos atores, mas também pelas falas apresentadas.

É de suma importância destacar o trabalho de interpretação de Emma Stone, magnífica no papel de filha problemática que busca pelo amor de seu pai:





Riggan: “É minha chance de fazer algo que signifique alguma coisa.”
Sam: “Signifique algo para quem? Você teve uma carreira, pai. Antes do terceiro filme de quadrinhos. As pessoas esqueceram quem estava por trás do pássaro. Você faz uma peça baseada em um livro escrito há 60 anos. Para pessoas brancas, velhas e ricas, que só se preocupam com o lugar que vão tomar café com bolo quando acabar. Só você se importa! E, falando sério, pai, você não faz isso pela arte. Você faz isso, pois quer ser relevante de novo. E adivinha? Há um mundo lá fora onde pessoas lutam todos os dias para serem relevantes. E você age como se não existisse! Coisas acontecem em um lugar que você ignora. Um lugar que, aliás, já se esqueceu de você. Quem diabos é você? Você odeia bloggers, tira sarro do Twitter, nem tem um Facebook. É você que não existe. Você faz isso porque morre de medo, como todos nós, que você não importe. E sabe do quê? Tem razão, você não importa. Isso não é importante. Você não é importante. Acostume-se.”


Logo no início do filme, é possível notar um pedaço de papel colado no espelho à frente de Riggan, com a frase “Uma coisa é uma coisa e não o que dizem daquela coisa”. O fato de Riggan tentar prosseguir com a sua carreira em outra vertente, que não aquela pela qual ficara famoso no passado, de certa forma despertou a ira daqueles que já pertenciam a esse novo mundo, o mundo teatral. A crítica nova-iorquina Tabitha Dickinson rejeita tudo aquilo que Thompson representa, assim como a sua tentativa de adentrar no mundo em que ela está inserida. A sua postura inflexível ao afirmar que irá produzir uma crítica destruidora da peça dirigida, estrelada e escrita por Thompson, demonstra – de forma um tanto quanto caricata – um preconceito que ainda é bastante latente nesse meio. Na cena em questão, é possível notar a presença de diálogos cortantes, diretos no que tange aos trabalhos realizados tanto por Tabitha quanto por Riggan. Nas palavras do personagem de Keaton, não há na crítica elaborada por Tabitha abordagens sobre “técnica, estrutura e intenção”; trata-se apenas de uma fórmula, pré-estabelecida, construída de maneira “preguiçosa”:



Tabitha: “(...) Eu não ouvi uma palavra ou sequer assisti a pré-estreia, mas após a estreia de amanhã, escreverei a pior crítica que já leram. E vou acabar com a sua peça.”
Riggan: “Gostaria de saber o porquê.”
Tabitha: “Porque odeio você e tudo o que você representa. Intitulados, egoístas e crianças mimadas. Totalmente destreinados, desconhecedores e despreparados para produzir arte de verdade; entregando prêmios um ao outro por cartum e pornografia, e gastando seus ganhos nos fim de semana. Bem, este é o teatro. Você não pode vir e fingir escrever, dirigir e atuar na sua peça de propaganda sem passar por mim primeiro. Então, boa sorte.”
Riggan: “O que tem que acontecer na vida de uma pessoa para acabar se tornando um crítico? O que está escrevendo, outra crítica? Ela é boa? É? É ruim? Você assistiu? Deixe-me ler isso (...) 'Inexperiente'. Isso é uma etiqueta. 'Desbotado', etiqueta. 'Marginal'. Marginal, está brincando? Parece que precisa de penicilina para limpar isso. Isso não passa de etiquetas. Você só sabe etiquetar tudo. Você é uma filha da mãe preguiçosa. Você é preguiçosa! Você sabe o que é isso? Você nem sabe o que é isso, não sabe. Sabe por quê? Você não pode ver isso se não rotulá-la. Você confunde esses sons na sua cabeça com verdadeiro conhecimento.”
Tabitha: “Acabou?”
Riggan: “Não, não acabei. Não há nada aqui sobre técnica, sobre estrutura, nada sobre intensidade. Só opiniões de merda feitas por comparações de merda. Você escreve alguns parágrafos... Sabe do quê? Nada disso custou nada a você. Você não está arriscando nada, nada. Eu sou a porra de um ator. Essa peça me custou tudo. Então, é o seguinte: pegue essas maliciosas e covardes críticas de merda, e enfie no seu enrugado... rabo apertado.”
Tabitha: “Você não é um ator, é uma celebridade. Sejamos claros nisso. Acabarei com sua peça.”

Outra personagem que me chamou bastante a atenção, pelo transbordamento de emoções, foi Naomi Watts. Leslie, a personagem vivida por Watts, sempre sonhara em ser uma grande atriz da Broadway. Entretanto, mesmo alcançando esse que seria o seu maior sonho, Leslie se sente vazia e da mesma forma que era há anos atrás: uma garotinha frágil e sonhadora, que ainda luta pela aceitação e pelo reconhecimento no meio artístico. E é através desse sentimento de Leslie que percebemos a tamanha fragilidade que afeta atores não só dos teatros, mas também de outras vertentes.



Nessas inúmeras facetas que compõem Birdman, é possível notar também o embate não só do Teatro e do Cinema blockbuster, mas também desse próprio Cinema com o do Cinema chamado de cult. E a questão de todos esses embates gira em torno de algo que muita das vezes é feito de forma inconsciente não só por parte da crítica, mas também pelo próprio público: a rotulação; e com esse problema de rotulação, muitas experiências interessantes não são vivenciadas, justamente porque em muitos casos, não há um interesse por parte do indivíduo em sair de sua "zona costumeira".

Além do forte elenco que o compõe e do roteiro, outro ponto a se levantar sobre Birdman repousa sobre as técnicas utilizadas, como o falso plano-sequência, por exemplo, que atribui ao filme um ar de continuidade - uma característica que poderia remeter ao próprio ambiente teatral. O movimento da câmera, verdadeira voyer, ziguezagueando pelos corredores do teatro e pelas ruas de Nova York – e aqui eu destaco a corrida de Michael Keaton apenas de cueca no meio da multidão da Times Square hehe –, concedeu ao filme um caráter único, fazendo toda a diferença no resultado final. O “plano-sequência” é quebrado apenas após o tiro dado por Riggan, contra o seu próprio nariz, no último ato de sua peça. 

Reforço que o trabalho de montagem promovido em Birdman foi admirável, os cortes realizados durante as filmagens se tornaram quase imperceptíveis após a edição, dando a noção de um único só take. Esse incrível projeto de montagem se uniu ao perfeito trabalho de fotografia, criando uma ambientação fluida e natural. 

Outro ponto interessante está na escolha da trilha sonora, composta basicamente por uma bateria que soa de forma descontínua e improvisada, atuando até mesmo como "personagem" na trama.



Um aspecto chamativo da obra de Iñárritu diz respeito também ao uso de elementos surrealistas, como os poderes de Riggan, por exemplo, que criaram uma aura capaz de interferir até mesmo na camada realista do filme. E é imerso desse misto de o que é real e o que é fantástico, que se encerra Birdman. Ao acidentar-se, Riggan acorda em um leito de hospital, e percebe que tudo o que ele mais almejara é, por fim, conquistado: o amor do público advindo do sucesso de sua peça. E vitorioso, ele ascende às alturas, semelhante a um pássaro alçando voo. 

Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) é um filme maravilhoso em diversos aspectos, além de ser um trabalho original, crítico e extremamente poético do diretor Alejandro Iñárritu.  


E vocês, o que acharam de Birdman? E da sua cena final? Gostaríamos muito de saber a opinião de vocês!

Beijos a todos, e até a próxima! Tchüss :*

 

[Resenha] Jane Eyre


Título: Jane Eyre

Autor: Charlotte Brontë

Editora: BestBolso

Sinopse: Jane Eyre é uma menina órfã que vive com sua tia, a Sra. Reed, e seus primos, que sempre a maltratam. Até que, cansada do convívio forçado com a sobrinha de seu falecido esposo, a mulher envia Jane a um colégio para moças, onde ela cresce e se torna professora. Com o tempo, cresce nela a vontade de expandir seus horizontes. Ela põe um anúncio no jornal em busca de trabalho como governanta. O anúncio é respondido pela senhora Fairfax, e Jane parte do colégio para trabalhar em Thornfield Hall. 



Nossa, que livro! E, por Deus, quanto sofrimento! Mas lindo demais.
Ele é narrado pela própria Jane, às vezes mais parecendo uma biografia do que uma obra ficcional. A autora em certos momentos se dirige diretamente ao leitor, nos envolvendo ainda mais na trama e nos fazendo participantes ativos no enredo. Eu que já tenho um gosto por literatura clássica e linguagem rebuscada, amei a narrativa de Charlotte. É difícil ver a Jane apenas como personagem, na minha cabeça ela está tão viva quanto eu ou você que lê essa resenha, tamanha é a força da personalidade dessa personagem.
Uma coisa que a literatura nos faz, especialmente os clássicos, é nos dar a visão e os conceitos que aquele determinado personagem tem sobre a vida no todo. Ele te faz pensar, analisar e então decidir se concorda com aquela visão ou não e por quê. Foi assim que me vi em Jane Eyre.


“Ele me fez amá-lo sem nem ao menos me olhar.”


Jane, desde criança, era bastante inteligente, tinha muita presença de espírito, apesar de ser uma criança tímida e retraída, ela amava ler e aprender, por isso, apesar de jovem estava muito à frente das outras crianças. Ela, por vezes, era muito franca. Isso chocava e causava repúdio de muitos adultos da época, especialmente de sua benfeitora, uma vez que Jane era órfã. Era inimaginável que uma criança falasse com tal empáfia à um adulto, especialmente uma criança órfã, dependente da boa vontade dos outros.


“É melhor aguentar com toda paciência um castigo que só você sente do que cometer um ato cujas consequências daninhas se estenderão a todos que lhe são ligados.”


A Sra, Reed começa então a considerá-la uma criança fingida, mentirosa e má. Ela era uma mulher dura, cheia de pompa e afetação. Ou seja, ela se achava. E considerava seus filhos os próprios anjos de Deus na Terra. Mas John, filho da Sra. Reed era um menino de má índole, dado à crueldade e atos mesquinhos e sempre costumava maltratar a jovem Jane, mas a mãe sempre fingia não perceber, pois para ela, os filhos eram perfeitos. Até que Jane passa a revidar e parte para cima de John. Então a Sra. Reed começa a pensar que a menina é a verdadeira cria do demônio e depois de mais atos de crueldade com a pequena, finalmente, um médico, com pena da menina, aconselha a Sra. a mandá-la estudar fora. Mas de certa forma o mal já lhe havia sido feito, em várias ocasiões observamos a baixa estima que Jane tem por si mesma e apesar de sempre tentar se animar, ela é sempre muito racional e sempre faz questão de reafirmar a pouca importância que tem.


“A vida é curta demais para ser gasta com animosidades, só pensando nos acontecimentos ruins.”


Obviamente ela procura colocar a menina na pior escola possível, mas apesar das provações constantes que passa em Lowood, Jane também vive uma das melhores épocas de sua vida. É lá que ela recebe educação e se torna uma mulher "prendada" e bem instruída. É lá que faz sua primeira amiga, a Srta. Helen que a ensina um pouco sobre aceitar a vida que tem e não se deixar esmorecer.


“É fraqueza e tolice dizer que não suportaria algo que seu destino dita que é preciso ser suportado.”


Também faz amizade com a Srta. Temple, uma das figuras de maior autoridade entre as instrutoras da instituição, mas quando esta se casa, Jane decide que é hora de conhecer o mundo por trás daquelas paredes de pedra que a encarceraram durante tanto tempo.


“Sei que devo esconder meus sentimentos, preciso reprimir minhas esperanças, entender que ele não pode gostar de mim. Tenho, portanto, que repetir o tempo todo que estamos separados para sempre. E apesar disso, sei que, enquanto pensar e respirar, vou continuar a amá-lo.”


É assim que Jane vai parar em Thornfield, para trabalhar como preceptora. Apesar de não ser um lugar tão exótico, para quem nunca viu nada do mundo, aquele era o começo de uma grande aventura. A pobre garota órfã, agora iria começar uma vida nova. E enfrentaria outros desafios, que jamais poderia prever.


“Eu não tivera intenção de amá-lo. O leitor sabe bem que eu tentara a todo custo extirpar de dentro de mim as sementes daquele amor que nascia. E agora, ao revê-lo por um instante, elas reviviam de forma espontânea, em toda a sua força.”


Em livros clássicos, como Jane Eyre, Orgulho e Preconceito, entre muitos outros, não temos cenas picantes ou explicitas sobre o matrimônio ou as atividades conjugais, até porque para  a época isso jamais seria permitido. Mas temos tanto sentimento... As palavras, que ferem e ao mesmo tempo curam, nos arrebatam com doçura e tristeza. Amor e ressentimento. Muitas vezes eu sinto falta disso nos livros hoje, foi o que eu percebi lendo Jane Eyre. Nós temos muito sexo, mas às vezes pouco sentimento. Há uma falsa sensação de intimidade entre os casais. Às vezes um olhar é o suficiente para acalentar a alma e despertar o espírito, mas as pessoas perderam um pouco esse toque na escrita. Talvez, inclusive, na vida cotidiana. Os clássicos me lembram sempre disso, talvez por isso eu goste tanto.


“Meus olhos se voltaram para ele, sem querer. As pálpebras se erguiam por conta própria, e as íris nele se fixavam. Eu olhava e sentia um prazer agudo em olhar - um prazer raro, embora doce-amargo. Precioso, mas com uma ponta de agonia. Um prazer como o de um homem morto de sede deve sentir ao perceber que o poço até o qual se arrastou tem água envenenada, água que ele, mesmo sabendo disso, beberá de qualquer forma.”




Sinto, mas minto. - V.S.



 Sinto.
 Sinto, mas minto.
 Minto, exatamente porque sinto.
 E talvez, sinto exatamente porque minto.
 Quando sinto, tenho vontade de gritar.
 Em outros momentos, grito por não conseguir calar.
 Corro com vontade de ficar
 Fico com vontade de partir...
 Parto... Meu próprio coração...
 Para que não dê a oportunidade de outra pessoa parti-lo!
 Sinto; Claro que sinto.

 Mas minto.

Obs: Ministério dos blogueiros adverte: Ficar sem internet gera depressão. ):

Parcerias - Autora Mari Scotti

Olá pessoal, hoje vim falar de uma parceria que firmamos com a escritora Mari Scotti. Acho muito importante essa troca de parceria entre blogs e escritores nacionais.Conhecemos escritores bons, e participamos do crescimento dele e isso é gratificante.
Essa é um pouco da Mari Scotti para vocês conhecerem:


Paulistana, tímida, risonha e blogueira literária. Nascida em 22 de fevereiro de 1980 e é formada em Recursos Humanos. Aprendeu a amar a literatura desde os dez anos de idade e a desejar escrever com a mãe que também é apaixonada por esta arte. Teve coragem de mostrar suas histórias a outros apenas em 2009 como escritora de fanfics no Twilight Brasil Fanfics, o que a impulsionou a buscar por mais. Apoia sem reservas a literatura Nacional. Já gravou CD como cantora de banda, compôs e hoje se dedica à sua família e a seus queridos personagens.






Obras:


Sinopse: Suzanna perde os pais com oito anos de idade é salva por alguém que ninguém acredita existir. Quando está perto de completar dezoito anos, coisas estraTítulo: Insônia
Serie: Nefilins
Páginas: 344
Editora: Aped

Skoob / Fã Page







Sinopse: A vida que Suzanna conhecia ficou para trás e sua escolhas terão consequências desastrosas sobre seu futuro. Um julgamento foi preparado para condenar sua alma Nefilin e nele será revelada a verdadeira face do mal. Estará o anjo disposto a abdicar de sua posição, de sua alma pura, apenas para salvá-la?

Título: Sonhos
Série: Nefilins
Páginas: 300
Editora: Modo

Skoob / Fã Page







Sinopse: Em uma noite, anterior a de seu sonhado casamento, a tragédia se abateu sobre a vida de Melissa. A forma horrível como o noivo foi arrancado de seus braços, jamais seria apagada de suas lembranças. Nem o ser das trevas que levou seu único amor, o pai e sua família.
Não havia limites para o ódio e o desejo de vingança que agora alimentava em seu peito e sua grande chance de redenção surge com a presença de um anjo vingador e misterioso.
Os sete pecados: Um caminho de lutas e monstros a levará diretamente para o confronto que tanto procura, com consequências inimagináveis.

Título: Ira
Páginas: 26

Skoob / Amazon


Sinopse: Por toda Ellene teve a sensação de se diferente de seus irmãos e dos moradores de sua vila, pois não adquiriu características de lobisomem como era esperado, e afastava-se cada vez mais desta natureza. Com um espírito rebelde, resolveu desvendar o passado em busca de sua verdadeira origem. O que não planejava era entrar no meio de uma rixa entre vampiros, a raça que aprendeu a temer e odiar desde menina. Para piorar, seus pesadelos voltaram: sonhos com um homem misterioso de olhos ameaçadores, envolvido por uma densa neblina. Há quase cem anos a rainha dos vampiros fora sequestrada e seu marido, Milosh, desde então busca incessantemente encontrá-la. O tempo é escasso e as autoridades do Conselho desejam eleger um rei omisso e cruel em seu lugar. Na tentativa de tardar a mudança, ele se une a inimiga da rainha. Qualquer erro pode condená-lo a morte e subjugar todos os seus iguais. Ellene e Milosh mal sabem que o que buscam os colocará frente a frente, em uma trama de intrigas, poder, amor e ódio.
Título: Híbrida
Série: Neblina e Escuridão
Páginas: 360
Editora: Novo Século



E a novidade da Mari é que ela está  escrevendo no Wattpad um livro de época e como eu adoro livro de época já comecei a ler!

Sinopse:
            Há séculos uma verdade acompanha cada herdeiro do ducado de Bousquet: A Maldição dos Hallinson’s.
            Conta-se que a tragédia os acompanha, levando à morte as esposas em seu primeiro ano de matrimônio. Geração após geração, aprendem sua sina e a regra a seguir para possuir uma união frutífera e longa.
Octávio Hallinson Segundo sofre as consequências de não seguir estes ensinamentos. Viúvo, isolou-se da sociedade, fugindo da responsabilidade de casar-se novamente para providenciar um herdeiro para seu título.
Um homem marcado pela dor.


Eu encomendei Híbrida com ela e já chegou, assim que eu terminar de ler ele e Montanha da Lua venho fazer resenha para vocês. Fiquei feliz com a parceria e torço para ser longa! Obrigada Mari pela confiança
Espero que tenham gostado. 
Beijos!

 
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