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TOP 5 coisas que mais odeio em onibus

Olá leitores, senti saudades de vocês. Esses dias eu não ando muito bem e me irrito muito facilmente com ações do cotidiano, o que mais me tira do sério é transporte público, especificamente onibus, ainda mais no nosso país em que a situação é precária. Pensei em compartilhar com vocês alguns fatos que realmente me fazem perder a paciência de uma maneira surreal. Pela alma velha que eu tenho, foi difícil escolher o que era pior, mas vamos lá. 

5 - Onibus vazio e pessoas desastradas 
Tudo bem, vivemos em um país que a condição do transporte público não é a das melhores, entendo perfeitamente quando o onibus está lotado e você sai caindo em cima das pessoa,normal, isso acontece. Mas a galera desastrada, que já entra acertando a bolsa em quem ta sentado, quando o onibus arranca ela da aquela tombada pro lado, em cima de alguém. Gente, não aguento, a pessoa não tem nenhum senso de equilibrio.

4- Quando deixam pra separar o dinheiro da passagem na hora de entrar 
Olha, meu querido, tem uma fila de pessoas para entrar atras de você e o indivíduo faz isso, cara. Ainda mais quando o motorista precisa esperar todo mundo subir para poder sair do lugar. Agora a prática de duas roletas no onibus foi adotada aqui no Rio, então depois que a pessoa demora meio século para achar o dinheiro, ela ainda ficar tentando passar na roleta errada. 

3 - Gente que não sabe "dá sinal" 
O motorista te viu e viu as milhões de pessoas que querem pegar o mesmo onibus. Tudo bem que tem motorista que não está nem aí e passa direito mesmo, mas tá na cara que ele vai parar e você continua levantando o braço desesperadamente, até mesmo depois que o onibus tá parado. Gente, por favor. 

2 - Vai descer mas é só daqui a três pontos
O onibus já está cheio, então a pessoa, que está sentada ao lado da porta, levanta e fica parada na porta. Então é sua vez de descer, você super de boa achando que ela vai descer também, a porta se abre e nada de sair da sua frente. Eu fico com cara de tacho, sério.

1 - Homens sem noção
Eu não consigo entender homens que precisam do espaço que ele já tem no banco e do meu espaço. Masculinidade e educação são completamente diferente uma da outra. Eu simplesmente dou um empurrão, de verdade. 

Então, quando você não tá bem, simples fatos do cotidiano te tira do sério e um dia que não começou bem se torna pior. 
Concordam comigo ou sou muito velha pra não gostar de certas coisas? Deixe seu comentário. 
Até a próxima, leitores.









[TAG] Isso ou aquilo?



Hey, gente!
Hoje vou responder uma TAG que encontrei no blog Leitor Sagaz.
O nome da TAG é "Isso ou aquilo".
Confiram as minhas respostas!

1- Áudio book ou livro?
 Na verdade, eu nunca ouvi um áudio book, mas acredito que mesmo quando ouvir, ainda vou preferir o livro para ler mesmo.

2- Capa dura ou capa mole?
Os livros de capa dura são mais bonitos, sem dúvida.

3-Ficção ou não ficção?
Ficção.

4-Fantasia ou vida real?
Fantasia.

5-Harry Potter ou Crepúsculo?
Eu assisti toda a saga dos dois, e eu sinceramente, não tenho nada contra quem gosta de Crepúsculo, mas prefiro Harry Potter. <3

6-E-book ou livro físico?
Livro físico. Eu tenho um problema sério e preciso sentir o livro nas mãos e passar as páginas, vendo ir diminuindo até chegar ao fim. HUAHAUHAUA

7-Comprar ou pegar emprestado?
Os dois. E ainda acrescento troca.


8-Livro único ou série ?
Livro único. Eu tenho um medo enorme de morrer sem saber o final da série, ou então que o autor morra e não deixe um final. Mas ainda assim, eu não resisto e leio séries, mas prefiro livros únicos (que são raridades hoje em dia).


9- Livraria física ou online?
Livraria online. Mais praticidade, melhor preço... O único problema é a espera, mas eu consigo superar.

10- Livro longo ou curto?
O que a história pedir.

11-Drama ou ação?
Ação!

12-Ler no seu canto ou tomando sol?
Ler em qualquer lugar. <3

13-Chocolate quente, café ou chá?
Café. <333333

14-Ler resenha ou decidir por si?
Prefiro decidir por mim e tento evitar resenhas, porque mesmo sem querer, sempre acabam dando algum spoilers sutil ou então, deixando a impressão errada. É complicado, porque cada um pode ver um livro de uma forma diferente.

Espero que tenham gostado!
Até a próxima!

[RESENHA] Repense O Seu País das Maravilhas!!!


Caros leitores,

Hoje venho propor um desafio para vocês, o mesmo do título da postagem, repensar a fantasia do País das Maravilhas vivido por Alice, no conto de Lewis Carroll. Repensem-no da maneira mais sombriamente insana que puderem; e vos oriento a não terem inibições. Sem pudores, sem vergonhas, sem restrições, deixem-se levar pela imaginação e criem o que puderem de mais obscuro dentro daquela maluquice de Carroll. Pois bem, assim estarão se aproximando da realidade criada por A. G. Howard, escrita no livro 'O Lado Mais Sombrio', o primeiro de uma trilogia Splintered lançada em 2014 pela editora Novo Conceito.

A. G. Howard, a autora.
O livro tem uma temática fantástica muito interessante: Ele dá continuidade ao conto da nossa querida Alice. Como sabem, Alice era real. Ela viveu, de fato. Foi uma inglesa, uma criança quando Carroll escreveu a primeira edição do conto, e acredito como muitos que leram o conto [digo, eu] tiveram a curiosidade de pesquisar as origens dele e afins, pois então, Howard faz tudo isso, explica o que foi o País das Maravilhas, e dá uma linhagem a Alice, de filhos e netos até a tataraneta que é nossa personagem principal, Alyssa.


" - Agora, me escute, Alyssa Victoria Gardner. Normal é algo subjetivo. Nunca deixe que ninguém lhe diga que não é normal. Porque pra mim você é. E a minha opinião é que vale. Entendeu?"

Como sugere esta linda citação do livro, Alyssa não era socialmente normal, ela herdou a insanidade da família Liddell, ela ouve insetos e plantas, e esse é só o começo da maldição. Maldição esta adquirida por Alice ao sair do País das Maravilhas após perder o julgamento na corte vermelha. Lembram-se do conto de Carroll? Pois bem.
A mãe de Al, Alysson, padece à loucura da maldição e é internada em uma clínica psiquiátrica, algo normal para a família, já que todas as descentes desde Alice foram para alguma clínica em alguma etapa da vida, atormentadas por delírios referentes ou similares ao conto fantástico. Entretanto, Alyssa vai contra tudo isso, e encara a maldição. Ela volta ao País das Maravilhas para limpar o nome de sua Família e solucionar o mistério da maldição, assim ela esperava.

As três artes de capas da trilogia, na sequencia: Terceira, primeira e segunda.

Porém, não é assim tão fácil. "Vou ali rapidinho no País das Maravilhas, conversar com o pessoal e pedir para desfazerem essa macumba" Definitivamente não! O País que Alyssa encontra não é o qual lia no conto da sua infância. O que ela se depara é com uma insanidade obscura. Ao primeiro olhar, um pesadelo, o terror em sua face mais insana. Alyssa descobre que o que leu era só a maneira como a pequena Alice que adentrou a toca do coelho via seu entorno, como sua mente infantil e incapaz distorceu a realidade para que sobrevivesse a ela, transformando e amenizando todos os detalhes grotescos e assustadores em apenas loucuras e devaneios fantasiosos. 

" Pelo menos algo de bom aconteceu por causa da minha insanidade hereditária. Sem as alucinações, eu provavelmente nunca teria encontrado um modo de me expressar artisticamente."

Li e me interessei pela escrita de Howard por isso, pela proposta de continuar o meu conto infantil preferido, e me surpreendi com uma mente criativa tão potente quanto a de Carroll, com uma proposta inovadora de transformar aquele lindo ensaio sobre a loucura em um sonho de loucura que exprimisse o seu espanto, o seu terror, onde a loucura é palavra de ordem. O livro escorre sua essência de fantasia, e é incrivelmente detalhado e seria perfeito para ser adaptado para as telonas, com seu enredo intrigante, a estratégia de jogo e malícia contada, e manipulação dos personagens... Tornam prazerosa a leitura, e Howard consegue mesclar todos os elementos necessários para uma boa leitura de fantasia (e para um bom filme) ao acre do sombrio, dando vida ao lado mais sombrio do País das Maravilhas, nunca imaginado por muitos, e nesse muitos incluo também a mim mesmo. 

Resenha- A garota que você deixou para trás - Jojo Moyes

 SinopseDurante a Primeira Guerra Mundial, o jovem pintor francês Édouard Lefèvre é obrigado a se separar de sua esposa, Sophie, para lutar no front. Vivendo com os irmãos e os sobrinhos em sua pequena cidade natal, agora ocupada pelos soldados alemães, Sophie apega-se às lembranças do marido admirando um retrato seu pintado por Édouard. Quando o quadro chama a atenção do novo comandante alemão, Sophie arrisca tudo a família, a reputação e a vida na esperança de rever Édouard, agora prisioneiro de guerra. Quase um século depois, na Londres dos anos
2000, a jovem viúva Liv Halston mora sozinha numa moderna casa com paredes de vidro. Ocupando lugar de destaque, um retrato de uma bela jovem, presente do seu marido pouco antes de sua morte prematura, a mantém ligada ao passado. Quando Liv finalmente parece disposta a voltar à vida, um encontro inesperado vai revelar o verdadeiro valor daquela pintura e sua tumultuada trajetória. Ao mergulhar na história da garota do quadro, Liv vê, mais uma vez, sua própria vida virar de cabeça para baixo. Tecido com habilidade, A garota que você deixou para trás alterna momentos tristes e alegres, sem descuidar dos meandros das grandes histórias de amor e da delicadeza dos finais felizes.




       Comecei minha terceira leitura do mês com o livro A garota que você deixou para trás da Jojo Moyes. Já conhecia a escrita da autora por ter lido Como eu era antes de você e ter adoro livro e também chorado muito no final. Com medo de uma ressaca literária eu embarquei nu pequena cidade da França localizada como St Péronne, em 1916. O livro é divido em duas partes e nessa primeira conhecemos a família de Sophie, um francesa casada com um modesto pintor. Sua vida muda quando sua pequena cidade é invadida por alemães em plena Primeira Guerra Mundial.
        Seu marido Édouard e seu cunhado são recrutados para o front de guerra fica no hotel da família com sua irmã e seus sobrinhos.
       Nesse primeira parte, vemos o horror que uma guerra pode fazer, da insegurança e todos do controle alemão naquele lugar. Além, de conhecermos como Sophie e Édouard se conheceram e de um quadro que ele pintou dela.
       Já na segunda parte do livro, em Londres no ano de 2000 conhecemos a Liv, um jovem viúva que tenta superar a morte do marido e o que lhe dar forças é um quadro de uma jovem em sua parede com o titulo de : A garota que você deixou para trás e ela mal sabe que aquele quadro vai mudar sua vida.
        Esse livro me ganhou desde a primeira página, eu sou viciada em histórias da Primeira e Segunda Guerra e mais uma vez a Jojo Moyes acertou em cheio.
         Sophie é tão forte, tão decidida e sonhadora que eu queria entrar no livro e sacudi- lá para acorda-lá e Liv não fica atrás. As duas histórias se cruzam e a minha torcida por um fim digno ia aumentando cada página.Esse livro tem sentimentos e me pergunto o porque demorei tanto para ler.
         Mesmo a capa sendo parecida com o Como eu era antes de você, as histórias são tão distintas e essa é encantadora do começo ao fim. É emocionante.
         Uma história de drama,mas também romance e que me deixou com um nó na garganta e com vontade de fazer outras pessoas lerem.
          Já entrou para os meus favoritos e espero que entre nos de vocês também. E fico ansiosa esperando uma próxima leitura escrita pela autora.



[Resenha] A Lista de Brett


Título:  A Lista de Brett
Autor (a): Lori Nelson Spielman
Editora: Verus

Sinopse: Brett Bohlinger parece ter tudo na vida — um ótimo emprego como executiva de publicidade, um namorado lindo e um loft moderno e espaçoso. Até que sua adorada mãe morre e deixa no testamento uma ordem: para receber sua parte na gorda herança, Brett precisa completar a lista de sonhos que escreveu quando era uma ingênua adolescente.

Deprimida e de luto, Brett não consegue entender a decisão de sua mãe — seus desejos adolescentes não têm nada a ver com suas ambições de agora, aos trinta e quatro anos. Alguns itens da lista exigiriam que ela reinventasse sua vida inteira. Outros parecem mesmo impossíveis.

Com relutância, Brett embarca numa jornada emocionante em busca de seus sonhos de adolescência. E vai descobrir que, às vezes, os melhores presentes da vida se encontram nos lugares mais inesperados.



Dizer que eu me surpreendi com “A Lista de Brett” seria um eufemismo. Ele me chocou. Pela sinopse eu imaginei que seria uma leitura rápida, descontraída e bem divertida. Mas nunca imaginei que pudesse ser tão mais do que isso.

No início do livro Brett está tentando lidar com o luto, ela acaba de perder sua mãe, Elizabeth, uma mulher incrível. Brett nunca pode contar com o carinho ou mesmo a presença de seu pai e sua mãe sempre foi sua âncora.



O chão é tirado definitivamente de seus pés com a leitura do testamento onde descobre que sua mãe lhe deixou uma lista de sonhos que Brett havia feito durante a adolescência, e que ela só receberia alguma herança se cumprisse todas as metas da lista.




Brett reluta muito, mas por fim se vê acuada e resolve cumprir a última vontade da mãe. Brad se torna seu novo aliado nessa jornada, mas para sua surpresa, Brett descobre em Brad mais do que um aliado ou um advogado, mas um amigo. É ele quem incentiva Brett em todos os momentos. Ele tem fé nela, o que faz com que ela se lembre de sua mãe e se sinta no dever de honrar aquela confiança.


Mas como em todo começo tudo dá errado e Brett deve encontrar força em si mesma se quiser seguir adiante pois, para cumprir essa lista de sonhos ela terá de readaptar toda a sua vida e começar a ser mais sincera consigo mesma. Afinal, a vida que ela tem hoje é a vida que ela realmente quer?


De menina Brett finalmente se torna uma mulher de verdade e o desenvolvimento dessa personagem no livro é visto em cada página. São muitos desafios para enfrentar e a cada desafio o nível de dificuldade parece dobrar – e não é assim com todos nós? –, mas a cada desafio ela vai ficando mais forte e vai descobrindo um pouco mais de si mesma. E que tem mais a oferecer para o mundo do que ela poderia imaginar.




Foi uma leitura fantástica e eu recomendo muito essa autora, porque ela me tirou do sério, achei várias vezes que ela ia dar um jeito de estragar o livro no final porque não conseguia ver o que ela via. E que visão! Ela desenvolveu o livro perfeitamente e sem dúvidas essa foi uma das melhores leituras desse ano. Que venham os próximos, tia Lori! Assim como a mãe da Brett costumava dizer: "Haverá outro céu", que haja outro livro!


Beijos.




 
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