
Título: A Lista de Brett
Editora: Verus
Sinopse: Brett Bohlinger parece ter tudo na vida — um ótimo emprego como
executiva de publicidade, um namorado lindo e um loft moderno e espaçoso. Até
que sua adorada mãe morre e deixa no testamento uma ordem: para receber sua
parte na gorda herança, Brett precisa completar a lista de sonhos que escreveu
quando era uma ingênua adolescente.
Deprimida e de luto, Brett não consegue entender a decisão de sua mãe — seus desejos adolescentes não têm nada a ver com suas ambições de agora, aos trinta e quatro anos. Alguns itens da lista exigiriam que ela reinventasse sua vida inteira. Outros parecem mesmo impossíveis.
Com relutância, Brett embarca numa jornada emocionante em busca de seus sonhos de adolescência. E vai descobrir que, às vezes, os melhores presentes da vida se encontram nos lugares mais inesperados.
Dizer que eu me surpreendi com “A Lista de Brett” seria um eufemismo. Ele me chocou. Pela sinopse eu imaginei que seria uma leitura rápida, descontraída e bem divertida. Mas nunca imaginei que pudesse ser tão mais do que isso.
No
início do livro Brett está tentando lidar com o luto, ela acaba de perder sua
mãe, Elizabeth, uma mulher incrível. Brett nunca pode contar com o carinho ou
mesmo a presença de seu pai e sua mãe sempre foi sua âncora.
O chão é tirado definitivamente de seus
pés com a leitura do testamento onde descobre que sua mãe lhe deixou uma
lista de sonhos que Brett havia feito durante a adolescência, e que ela só
receberia alguma herança se cumprisse todas as metas da lista.
Brett reluta muito, mas por fim se vê
acuada e resolve cumprir a última vontade da mãe. Brad se torna seu novo aliado
nessa jornada, mas para sua surpresa, Brett descobre em Brad mais do que um
aliado ou um advogado, mas um amigo. É ele quem incentiva Brett em todos os
momentos. Ele tem fé nela, o que faz com que ela se lembre de sua mãe e se
sinta no dever de honrar aquela confiança.
Mas como em todo começo tudo dá errado e
Brett deve encontrar força em si mesma se quiser seguir adiante pois, para
cumprir essa lista de sonhos ela terá de readaptar toda a sua vida e começar a
ser mais sincera consigo mesma. Afinal, a vida que ela tem hoje é a vida que
ela realmente quer?
De menina Brett finalmente se torna uma
mulher de verdade e o desenvolvimento dessa personagem no livro é visto em cada
página. São muitos desafios para enfrentar e a cada desafio o nível de
dificuldade parece dobrar – e não é assim com todos nós? –, mas a cada desafio ela
vai ficando mais forte e vai descobrindo um pouco mais de si mesma. E que tem mais a oferecer para o mundo do que ela poderia imaginar.
Foi uma leitura fantástica e eu
recomendo muito essa autora, porque ela me tirou do sério, achei várias vezes que ela
ia dar um jeito de estragar o livro no final porque não conseguia ver o que ela
via. E que visão! Ela desenvolveu o livro perfeitamente e sem dúvidas essa foi
uma das melhores leituras desse ano. Que venham os próximos, tia Lori! Assim
como a mãe da Brett costumava dizer: "Haverá outro céu", que haja
outro livro!
Beijos.
















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