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[DESAFIO] Desafio 3 meses, 15 livros!

 Boa noite, gente!
 Após ter fracassado na primeira etapa da maratona #EuTôDeFérias, resolvi então buscar um novo desafio, para renovar as energias e tirar essa deprê que ficou.
 Meu saldo ficou em 3 de 5, o que considerando que a primeira parte da maratona era do dia 5 ao dia 20, e levando em conta trabalho e correria de fim de ano, foi bom, mas não foi o suficiente. ):
 E foi aí que surgiu o "Desafio 3 meses 15 livros!"
 Por que 15? Porque vamos entrar em 2015, e espero conseguir concluir o desafio para começar o ano com o pé direito!

 Estou aceitando sugestões de livros que vocês gostariam de ter resenhados aqui no E.V. para incluir na lista do desafio.
 Que 2015 venha com tudo!
 E vocês, tem alguma lista de objetivos de leitura para o ano que está chegando?





[RESENHA COMPARADA] Os Delírios de Consumo de Becky Bloom

Boa tarde leitores,

Como vocês estão? Espero que bem. Já sabem o que querem de natal? Já escolheram aquele livro que não conseguiram comprar para pedir?
Hoje vim compartilhar com vocês um pouco da minha paixão por chick-lits, vim resenhar pela primeira vez para o Entre Vírgulas sobre um dos livros que eu mais gostei neste ano de poucas leituras “Os Delírios de Consumo de Beck Bloom”, entretanto vim comparar ele também com sua adaptação cinematográfica, tudo no conjunto.
Para começar queria contar para vocês que foi muito de repente que descobri o livro, até então para mim era só filme: Até que um dia, pesquisando sobre o filme aleatoriamente, descobri que se tratava de uma adaptação baseada no primeiro volume de uma série da autora Sophie Kinsella, que já conhecia das livrarias devido ao um livro lançado este ano, o “Lua de Mel”, então, fiquei pasmo, de certo, imaginem a situação: Você ama  um filme, assiste sempre que passa na televisão ou no computador e de repente descobre que ele é um livro! Você como leitor imediatamente o procura, né não? Logo, foi exatamente o que fiz.
Entretanto, nem tudo são flores, no início só achava a capa do filme e não gosto delas (com exceção de Um Dia, é o único que acho a capa filme mais bonita, até então) mas com ajuda dos amigos do blog logo achei alguns links em sites como o Estante Virtual, Mercado Livre e Sebo Online, logo consegui encontrar o tão sonhado livro e assim que chegou logo li e adorei.

Capa do livro e capa do filme.

Como eu disse, este livro segue uma série, são seis livros ao todo e todos foram lançados pela editora Record. Abaixo estão todas as capas mais a capa americana e brasileira do último livro da série “Mini Becky Bloom”.


Livros da série + o último em capa americana do “Mini Becky Bloom”.

Capa brasileira.

Analisando o livro, acho que Sophie foi genial ao descrever os dramas da mulher moderna, passando por suas frustrações, batalhas do dia-a-dia e resignações e pensamentos tão bem descritos, pois é nisso que na minha particular visão se configura a personagem principal da série, Rebecca Bloomwood, ou para os íntimos, simplesmente Becky Bloom. Também achei uma sacada de mestre, ela traduzir para a literatura de forma tão bem humorada e leve, uma das problemáticas chaves do nosso século XXI: O consumismo incontrolável.
Depois do acontecimento notório da primeira revolução industrial, onde foram inseridos ao cotidiano do ser humano produtos que antes ele não precisava para sobrevivência, novas ambições também foram inseridas na perspectiva humana, a necessidade de ter conforto e status alterou o real significado do que antes era preciso para se viver, e claro comparamos épocas diferentes com a mesma ótica: O regime do obsoleto, o novo ditando cada vez mais os padrões e necessidades de consumo, e Becky reflete isso com maestria, pois comprar as tendências da nova estação, pois em casa se tem um guarda roupa ultrapassado, falando a língua da moda.

Isla Fisher, nossa Becky Bloom.
A nossa querida senhorita Bloomwood também é extremamente popular e gente como a gente quando passa por dramas da vida comum, como nós. Quem nunca teve aquela deliciosa euforia de achar uma roupa que queria com aquele precinho baixo ou encontrou aquela que namorava a dias em promoção? E quando a gente encontra aquela roupa que sempre quis, mas nunca achava em lugar algum? E não me venha dizer que você nunca comprou nada para se sentir melhor, pois até um chocolate vale. E acreditem, tudo isso é Becky Bloom. Durante essa obra me senti extremamente caricato a ela, principalmente quanto a comprar muito (não é leitores compulsivos?!). Acho que minha única crítica negativa é que ela se prende demais a detalhes em caracterizações, e vez ou outra isso torna cansativo. Eu diria, um livro muito leve, engraçado e acessível. Qualquer um pode lê-lo que vai se identificar em alguma passagem e vai rir em público, pois é impossível que não.

                       
Capas do livro na Franca e Reino Unido, respectivamente.

Já o filme (já digo que sou suspeito, é um dos meus preferidos), eu gostei como adaptação pois traduz bem para a tela o sentimento da Becky, e a Isla desenvolve seu papel com extrema habilidade, ela faz o teatro da viciada em compras belamente, é enrolada e descontrolada, emocionante e descompassada, engraçada e leve, como tinha que ser no livro.

Sabe quando você encontra AQUELA roupa? Então.
Entretanto, como já disse, não são apenas flores, há espinhos. Se um dia você venha a ler o livro, vai sentir falta de boas partes do livro, que com todo o meu coração eu sei que daria um up no filme, como conjunto na obra, mas eu entendo que a visão que eles, os diretores, tentaram manter da Becky foi mesmo a da shopaholic, que é a principal, claro, e no que fizeram ficou muito bom, e depois de reflexões e devaneios, acredito que este outro lado de Rebecca não foi usado porque daria margem para a saga dela, que a real situação, e já o filme foi feito para ser apenas um, e nada mais.

      
Poster russo, francês e grego do filme, respectivamente.

Para encerrar, gostaria de dizer que recentemente (faz uma semana e meia) adiquiri meu exemplar do segundo livro da série “Becky Bloom: Delírios de Consumo na 5° Avenida” e acredito que nossa pequena Becky vai para Nova Iorque, pois nossa amada é britânica, sim! Assim que ler o segundo volume eu posto aqui para vocês e digo o que achei.

Querem assistir o filme? clique aqui!
Querem comprar algum dos livros? clique aqui!

Até mais pessoal, deixo com vocês uma quote do filme, logo abaixo:


"Quando eu compro, o mundo fica melhor, o mundo realmente é melhor, e então não é mais, e eu preciso comprar de novo."

Especial - Jane Austen Day

Olá pessoal, ontem a minha escritora favorita faria 239 anos e eu não poderia deixar de homenagear aqui no blog.
Foto retirada do site Jane Austen Brasil

         Jane Austen nasceu no dia 16 de Dezembro de 1775, a sétima filha do reverendo George Austen, muito amiga da sua irmã Cassandra onde troca cartas durante anos.
        Dona de uma escrita atemporal, épica e que encanta leitores, escritores todo esse tempo.
Conheci a escrita através de uma amiga que também é viciada nela e todo semestre torço para encontrar um professor que fale dela na faculdade.
      Sua escrita me encantou tanto por ser um gênero que amo, que é épico,e por ultrapassar as barreiras dos anos e séculos.
       Com um toque de ironia, Jane Austen relata muito bem os costumes da sociedade da época.Ler Jane é voltar aos bailes em grandes salões, em mães casamenteiras, em dote, em carruagem, num universo que parece tão distante de nós, mas que se for analisado é tão próximo. A Sociedade pode ter se adaptado aos tempos de hoje, mas continuam sendo parecidos com o que eram relatados pela escritora.

Livros da Autora:


Filmes adaptados dos livros:


Livros baseados nas obras da autora:




Minhas últimas aquisições da autora:


Não tenho um livro favorito, mas meu xodó é Orgulho e Preconceito e a única raiva que tenho dela é ter inventado Mr. Darcy e dele não existir na vida real rs.Todo mundo quer um Darcy pra si.
O meu ator preferido por ter interpretado o Darcy é o Matthew Macfadyen
Fora isso ela continua sendo a minha diva da literatura inglesa e que merece ser citada sempre!



Se você também gosta da escritora entre no site: http://www.janeaustenbrasil.com.br/ e participe do  O Clube de Leitura de jane Austen e afins no facebook, lá sempre tem alguém falando sobre as obras da autora e tem leitura do mês que é super bacana.
Bom por hoje é só, espero que tenham gostado da minha pequena homenagem!
Até mais

[COLUNA] Livreiro Convidado

Boa noite leitores, surgimos com a ideia dessa coluna para que não só o leitor possa falar, mas o livreiro, que tá do outro lado, também possa ter sua chance.

- Canibalismo Amoroso
Ele disse que a amava. 
Ela não acreditou. E exigiu, como todas as mulheres, uma prova de amor.
Ele achou tratar-se de um carro novo, jóias, dinheiro ou viagens pelo mundo. 
Ela queria muito mais do que isso. 
Mais sexo talvez? 
Não. Sangue. O dele. 
-O que?! Enlouqueceu de vez. Não mesmo, sem chance...
Ele não a amava. Era a prova que ela tinha. E insistia nisso. 
Pressionado, ele consente. Faz um pequeno furo no dedo indicado para que ela experimente durante horas seu sangue. Tem gosto metálico e é quente. Com o tempo vicia. Com o tempo ela exige mais com a cara mais angelical do mundo. Inesperadamente lhe arranca um dedo com uma dentada. Ele também, com uma dentada lhe arranca uma parte da orelha esquerda. A noite acaba sendo uma festa, regada a muito sangue, pintando toda a sala de vermelho. Espalhando vísceras. Até que os dois tombam exaustos no chão. E mortos. Ele sem o cérebro, e ela sem o coração.

Quem estreia a coluna é o livreiro Diogo Santana. 
Escritor. 
Sujeito permanentemente a subestimação social: Tímido, franzino, com poucos amigos. 
Amaldiçoado.
Que em retribuição, e como forma de vingança ao destino, passa o tempo a ridicularizar e a diminuir seus contemporâneos simplesmente com o recurso da língua.  Mas é a única coisa que o faz ter algum tipo de prazer na vida.
O que na prática, não ajuda muito. 

Então é isso leitores, espero que gostem da novidade. 

[Resenha] - Perdendo-me - Cora



Livro: Perdendo-me
Autor (a): Cora Carmack
Editora: Novo Conceito

Sinopse: VIRGINDADE. Bliss Edwards vai se formar na faculdade e ainda tem a sua. Chateada por ser a única virgem da turma, ela decide que o único jeito de lidar com o problema é perdê-lo da maneira mais rápida e simples possível com uma noite de sexo casual.
Tudo se complica quando, usando a mais esfarrapada das desculpas, ela abandona um cara charmosíssimo em sua própria cama. Como se isso não fosse suficientemente embaraçoso, Bliss chega à faculdade para a primeira aula do último semestre e... adivinhe quem ela encontra?


cd

Resenha
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 Ministério dos leitores adverte: Ler esse livro pode fazer com que você comece a rir do nada dentro de um ônibus, e caso a pessoa olhe para a capa do livro que você está lendo ela vai te achar realmente desequilibrado (a).

 Quando vi a capa de “Perdendo-me” pela primeira vez, logo descartei a leitura. Não tenho nada contra quem gosta, mas eu particularmente não sou muito fã de uma coisa estilo “Cinquenta tons de cinza”.
 Foi em um dos eventos literários que eu costumo ir, juntamente com uma resenha do blog Paradise Books (um dos meus blogs favoritos *-*) que me fizeram mudar de ideia.
 Após a mudança de ideia, ganhei o livro o livro de uma outra blogueira aqui do E.V., a Amanda e aí veio a maratona literária #EuTôDeFérias. Ou seja, tudo se encaixou! HUAHUAHAUHAU
 Enfim, agora vamos lá.
 Primeiramente, sobre a maratona: Eu tinha escolhido "Um caso perdido" para ser o primeiro, mas no decorrer da leitura, percebi que esse livro vai ser um daqueles que quando se termina, é preciso um tempo para poder aceitar todos os acontecimentos, e quando se está participando de uma maratona, não há tempo para ressaca literária.
 Bliss é uma estudante de 22 anos do curso de teatro, e em um momento de desvaneio/frustração, ela conta que é virgem para sua melhor amiga, Kelsey.
 Não podendo acreditar e muito menos aceitar tal fato, Kelsey então decide que elas vão sair para encontrar alguém que possa ajudar Bliss a resolver o seu “problema”.
 Após arrastar Bliss para um bar, elas começam a analisar as opções, e quando a frustração assume o controle, Bliss diz que vai ao banheiro para pensar em uma forma de fazer Kelsey mudar de ideia sobre seu plano. E é aí que ela encontra Garrick (não no banheiro, ok? No caminho. HUAHAUHAUAHUAH).
 Garrick está lendo Shakespeare. Sim, ele está lendo Shakespeare em um bar. Um cara super gato lendo Shakespeare em um bar. 
 A primeira impressão que Bliss tem, é de que ele estava fingindo ler como uma forma de atrair mulheres, e com um comentário, eles acabam iniciando uma conversa.



“— Se essa é a sua tática para pegar garotas, eu sugeriria ir para um lugar com um pouco mais de fluxo.”



 Após avisar a Kelsey que ela havia encontrado um cara perfeito para resolver seu problema, Bliss parte com Garrick para a casa dele, e acaba descobrindo que ele mora no mesmo condomínio que ela.
 Então, após sua noite de quase sexo, que foi interrompida após Bliss lembrar que tinha que buscar sua gata imaginária em uma veterinária que atende 24 horas por dia, ela sai correndo, deixando um cara gato, maravilhoso, com sotaque britânico nu em sua cama, mas o que ela jamais poderia imaginar era que infelizmente/felizmente as coincidências não haviam parado na parte em que eles moravam no mesmo condomínio.
 É uma leitura engraçada e leve. 
 Eu particularmente adorei, e recomendo.
 "Perdendo-me" é o primeiro livro de uma trilogia. Os próximos livros serão falando sobre os dois melhores amigos de Bliss; um para o Cade ( <3 ) e um para a Kelsey.

 Já comecei a segundo livro da maratona. 
 Até a próxima!






                                                                           


 
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