Boa noite leitores, surgimos com a ideia dessa coluna para que não só o leitor possa falar, mas o livreiro, que tá do outro lado, também possa ter sua chance.
- Canibalismo Amoroso
Ele disse que a amava.
Ela não acreditou. E exigiu, como todas as mulheres, uma prova de amor.
Ele achou tratar-se de um carro novo, jóias, dinheiro ou viagens pelo mundo.
Ela queria muito mais do que isso.
Mais sexo talvez?
Não. Sangue. O dele.
-O que?! Enlouqueceu de vez. Não mesmo, sem chance...
Ele não a amava. Era a prova que ela tinha. E insistia nisso.
Pressionado, ele consente. Faz um pequeno furo no dedo indicado para que ela experimente durante horas seu sangue. Tem gosto metálico e é quente. Com o tempo vicia. Com o tempo ela exige mais com a cara mais angelical do mundo. Inesperadamente lhe arranca um dedo com uma dentada. Ele também, com uma dentada lhe arranca uma parte da orelha esquerda. A noite acaba sendo uma festa, regada a muito sangue, pintando toda a sala de vermelho. Espalhando vísceras. Até que os dois tombam exaustos no chão. E mortos. Ele sem o cérebro, e ela sem o coração.
Quem estreia a coluna é o livreiro Diogo Santana.
Escritor.
Sujeito permanentemente a subestimação social: Tímido, franzino, com poucos amigos.
Amaldiçoado.
Que em retribuição, e como forma de vingança ao destino, passa o tempo a ridicularizar e a diminuir seus contemporâneos simplesmente com o recurso da língua. Mas é a única coisa que o faz ter algum tipo de prazer na vida.
O que na prática, não ajuda muito.
Então é isso leitores, espero que gostem da novidade.
[Resenha] - Perdendo-me - Cora

Livro: Perdendo-me
Autor (a): Cora Carmack
Editora: Novo Conceito
Sinopse: VIRGINDADE. Bliss Edwards vai se formar na faculdade e ainda tem a sua. Chateada por ser a única virgem da turma, ela decide que o único jeito de lidar com o problema é perdê-lo da maneira mais rápida e simples possível com uma noite de sexo casual.
Tudo se complica quando, usando a mais esfarrapada das desculpas, ela abandona um cara charmosíssimo em sua própria cama. Como se isso não fosse suficientemente embaraçoso, Bliss chega à faculdade para a primeira aula do último semestre e... adivinhe quem ela encontra?
cd
Resenha
ba
Ministério dos
leitores adverte: Ler esse livro pode fazer com que você comece a rir do nada dentro de
um ônibus, e caso a pessoa olhe para a capa do livro que você está lendo ela
vai te achar realmente desequilibrado (a).
Quando
vi a capa de “Perdendo-me” pela primeira vez, logo descartei a leitura. Não
tenho nada contra quem gosta, mas eu particularmente não sou muito fã de uma
coisa estilo “Cinquenta tons de cinza”.
Foi
em um dos eventos literários que eu costumo ir, juntamente com uma resenha do
blog Paradise Books (um dos meus blogs favoritos *-*) que me fizeram mudar de
ideia.
Após
a mudança de ideia, ganhei o livro o livro de uma outra blogueira aqui do E.V.,
a Amanda e aí veio a maratona literária #EuTôDeFérias. Ou seja, tudo se
encaixou! HUAHUAHAUHAU
Enfim,
agora vamos lá.
Primeiramente,
sobre a maratona: Eu tinha escolhido "Um caso perdido" para ser o
primeiro, mas no decorrer da leitura, percebi que esse livro vai ser um
daqueles que quando se termina, é preciso um tempo para poder aceitar todos os
acontecimentos, e quando se está participando de uma maratona, não há tempo
para ressaca literária.
Bliss
é uma estudante de 22 anos do curso de teatro, e em um momento de desvaneio/frustração,
ela conta que é virgem para sua melhor amiga, Kelsey.
Não
podendo acreditar e muito menos aceitar tal fato, Kelsey então decide que elas
vão sair para encontrar alguém que possa ajudar Bliss a resolver o seu “problema”.
Após
arrastar Bliss para um bar, elas começam a analisar as opções, e quando a
frustração assume o controle, Bliss diz que vai ao banheiro para pensar em uma
forma de fazer Kelsey mudar de ideia sobre seu plano. E é aí que ela encontra
Garrick (não no banheiro, ok? No caminho. HUAHAUHAUAHUAH).
Garrick
está lendo Shakespeare. Sim, ele está lendo Shakespeare em um bar. Um cara
super gato lendo Shakespeare em um bar.
A
primeira impressão que Bliss tem, é de que ele estava fingindo ler como uma
forma de atrair mulheres, e com um comentário, eles acabam iniciando uma
conversa.
“— Se essa é a sua tática para pegar garotas, eu sugeriria ir para um lugar com um pouco mais de fluxo.”
Após
avisar a Kelsey que ela havia encontrado um cara perfeito para resolver seu
problema, Bliss parte com Garrick para a casa dele, e acaba descobrindo que ele
mora no mesmo condomínio que ela.
Então,
após sua noite de quase sexo, que foi interrompida após Bliss lembrar que tinha
que buscar sua gata imaginária em uma veterinária que atende 24 horas por dia, ela
sai correndo, deixando um cara gato, maravilhoso, com sotaque britânico
nu em sua cama, mas o que ela jamais poderia imaginar era que infelizmente/felizmente
as coincidências não haviam parado na parte em que eles moravam no mesmo
condomínio.
É
uma leitura engraçada e leve.
Eu
particularmente adorei, e recomendo.
"Perdendo-me"
é o primeiro livro de uma trilogia. Os próximos livros serão falando sobre os
dois melhores amigos de Bliss; um para o Cade ( <3 ) e um para a Kelsey.
Já comecei a segundo livro da maratona.
Até a próxima!
Já comecei a segundo livro da maratona.
Até a próxima!
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A Cultura dos Extras
Boa noite, caros leitores do EV,
Como foi o dia de vocês? O meu foi a grosso modo dividido em duas partes: Fazer cartas paras trocas e ir para a casa de uma amiga fazer um trabalho da faculdade. E como podem notar, estou atrasado nesta postagem, e adivinhem? Peço desculpas a todos!
Pois bem, retomando ao nosso assunto de hoje, ele me surgiu quando estava a fazer a primeira parte do meu dia e assim tive a ideia. Sim. Há algumas horas. A postagem original ficou para semana que vem. Eu espero. Logo, já adianto o assunto da mesma, caso estejam curiosos: É sobre um dos meus autores preferidos.
Enquanto eu estava a fazer as cartas, eu estava pensando "preciso pegar o pote de extras, antes que esqueça". E me veio ao pensamento que muitas pessoas não conhecem esta prática. 'Mas qual, Thiago?' A de enviar extras nas trocas de marcadores de livro.
Pois bem, retomando ao nosso assunto de hoje, ele me surgiu quando estava a fazer a primeira parte do meu dia e assim tive a ideia. Sim. Há algumas horas. A postagem original ficou para semana que vem. Eu espero. Logo, já adianto o assunto da mesma, caso estejam curiosos: É sobre um dos meus autores preferidos.
Enquanto eu estava a fazer as cartas, eu estava pensando "preciso pegar o pote de extras, antes que esqueça". E me veio ao pensamento que muitas pessoas não conhecem esta prática. 'Mas qual, Thiago?' A de enviar extras nas trocas de marcadores de livro.
Essa prática é bem conhecida entre eu e meus amigos de trocas, inclusive entre outros membros da equipe deste blog. É bem simples, como já diz, é enviar marcadores extras, a mais, a mais do que foi combinado na troca. Uma espécie de cortesia ou ato que demostra amizade ou simpatia nas trocas. Pode-se dizer que é esta a tradução do termo “extra” nas trocas de marcadores. É comum quando vamos agradecer pela troca, informar que a cartinha já chegou, que correu tudo certo, falarmos “obrigado pelos extras”, pois é de boa educação, claro, sempre devemos agradecer a presentes, não é mesmo?!
Via muito isto nas antigas trocas que fazia (para quem não sabe, eu troco desde 2012). Até alguns meses atrás eu só trocava em um grupo exclusivo do Facebook e no Skoob, vale acrescentar que eu trocava em apenas um grupo. Recentemente, entrei em mais 3 grupos de troca no Facebook mesmo, e troco lá também, entretanto, a diferença que observo é que nestes grupos novos, é que o sistema de trocas é diferente. É mais prático.
Quando digo prático, acredito que prática é a palavra adequada para as novas trocas, pois antes sistematizávamos da seguinte forma: Fazemos um álbum, a pessoa escolhe, eu escolho, e às vezes fechávamos de pronto, pois, claro, isto não é exclusividade contemporânea, mas também era muito comum que não, que guardássemos e mais para frente a troca fosse acertada e fechada para envio, aí constitui-se outro ato comum nas antigas, o da “reserva de marcadores”.
Quando havia esta, a reserva, é claro que a sua relação com a pessoa que se troca aumenta, pois desta maneira a troca não é mais tão direta para se combinar imediatamente, então daí geralmente nasce uma certa amizade ou coleguismo (até porque amizade significa prioridade, né mesmo?) que é o principal motivo dos extras... Como antigamente a reserva era comum, era muito comum que tivéssemos grandes amizades pelo grupo de troca, então o ato de enviar marcadores extras nas trocas que fazíamos era comum.
Não sei explicar exatamente o porquê disto, porém acredito que se dê devido à expansão do gosto. Agora há muito mais pessoas trocando marcadores e colecionando, abrindo suas coleções para troca e afins, e antes não tínhamos tanto. Consequentemente, as trocas são feitas de modo mais rápido, não há reserva de marcador, há uma troca mais rápida onde se escolhe alguns de uma pessoa e ela escolhe os seus, tudo de forma ágil e simples, de fato. Não digo de forma alguma que este sistema novo não gere amizades, e sim, que o antigo fazia com que tivéssemos mais interação e contato, e acho que esta é o ponto crucial da nossa dicotomia para explicar razão do porque se enviar marcadores extras nas trocas.
Via muito isto nas antigas trocas que fazia (para quem não sabe, eu troco desde 2012). Até alguns meses atrás eu só trocava em um grupo exclusivo do Facebook e no Skoob, vale acrescentar que eu trocava em apenas um grupo. Recentemente, entrei em mais 3 grupos de troca no Facebook mesmo, e troco lá também, entretanto, a diferença que observo é que nestes grupos novos, é que o sistema de trocas é diferente. É mais prático.
Quando digo prático, acredito que prática é a palavra adequada para as novas trocas, pois antes sistematizávamos da seguinte forma: Fazemos um álbum, a pessoa escolhe, eu escolho, e às vezes fechávamos de pronto, pois, claro, isto não é exclusividade contemporânea, mas também era muito comum que não, que guardássemos e mais para frente a troca fosse acertada e fechada para envio, aí constitui-se outro ato comum nas antigas, o da “reserva de marcadores”.
Quando havia esta, a reserva, é claro que a sua relação com a pessoa que se troca aumenta, pois desta maneira a troca não é mais tão direta para se combinar imediatamente, então daí geralmente nasce uma certa amizade ou coleguismo (até porque amizade significa prioridade, né mesmo?) que é o principal motivo dos extras... Como antigamente a reserva era comum, era muito comum que tivéssemos grandes amizades pelo grupo de troca, então o ato de enviar marcadores extras nas trocas que fazíamos era comum.
Não sei explicar exatamente o porquê disto, porém acredito que se dê devido à expansão do gosto. Agora há muito mais pessoas trocando marcadores e colecionando, abrindo suas coleções para troca e afins, e antes não tínhamos tanto. Consequentemente, as trocas são feitas de modo mais rápido, não há reserva de marcador, há uma troca mais rápida onde se escolhe alguns de uma pessoa e ela escolhe os seus, tudo de forma ágil e simples, de fato. Não digo de forma alguma que este sistema novo não gere amizades, e sim, que o antigo fazia com que tivéssemos mais interação e contato, e acho que esta é o ponto crucial da nossa dicotomia para explicar razão do porque se enviar marcadores extras nas trocas.
Até mais pessoal! Qualquer opinião ou questão, comentários ou pelo e-mail, por favor!
Abraço!
Conheça a Trilogia Endgame
Olá leitores, hoje vivemos em um mundo em que distopias, trilogias e poderes sobrenaturais são temas frequentes. Por isso, apresento o Endgame.
"Doze jogadores. Jovens, mas pertencentes a linhagens ancestrais.
Das quais descende toda a humanidade.
Linhagens escolhidas milênios atrás.
E que vêm se preparando desde então.
Eles não têm poderes sobrenaturais.
Não podem voar, não transformam chumbo
em ouro nem curam a si mesmos.
Quando a morte chega, eles morrem. Eles e todos nós.
São os herdeiros da Terra, e cabe a eles resolver o
Grande Mistério da Salvação.
Um deles precisará conseguir fazer isso,
ou todos estaremos perdidos."
O autor do livro é James Fray, o mesmo escritor da série "Os Legados de Lorien", e Nils Johnson-Shelton. O primeiro livro da trilogia que foi lançado esse ano tem o título de "O Chamado" Vamos lá, o série se passa nos dias atuais, não é uma nação futurística nem nada parecido com isso. Doze mil anos antes da história, o "Povo do Céu" criaram a humanidade com certas regras para serem seguidas. Com o objetivo de extrair ouro, instalaram aqui, as doze linhagens que originaram a nossa antiga civilização. Depois foram embora dizendo que um dia voltariam para o Jogo. O que determinaria o nosso futuro.
Essas doze linhagens mantiveram essa informação em segredo e treinaram seus Jogadores para dominar armas, idiomas, estratégias e disfarces. Essas pessoas são consideradas válidas para o Jogo se tiverem entre 13 e 20 anos, antes ou depois disso ela não tem chance de ser chamada. A cada geração sempre tinha um jogador, treinando para lidar com todo tipo de situação, muitos nasceram para isso, outros foram obrigados a treinar e só esperam o tempo passar para assim não ser aptos ao Chamado.
Qual o objetivo disso tudo? Então, existem três chaves escondidas na Terra (Chave da Terra, do Sol e o Céu) e os Jogadores precisam encontrar essas chaves por meio de pistas. Quem encontrar primeiro, ganha o Jogo. Agora, é só isso? Claro que não. A galera lá do céu fala que o Evento está chegando, faz parte do Endgame e destruirá toda a Terra. O vencedor do Jogo garante a própria sobrevivência e a da sua linhagem.
Quanta simplicidade nesse jogo, né pessoal? Deixou 'Jogos Vorazes' no chinelo. (brincadeirinha)
"Estamos fazendo um livro que de alguma forma é mais do que um livro. É uma experiência. Acompanha você aonde quer que vá, porque você pensa nele todo o tempo. Você entra naquele mundo." - James Frey
E tem mais, galera, existem pistas no livro, para um enigma no nosso mundo, quando a pessoa resolver esse enigma ela vai encontrar uma chave em que leva para uma caixa com moedas de ouro equivalendo US$ 500 mil, essa caixa é a prova de balas e está em exposição pública. Quando a pessoa chegar com a chave, a abertura vai ser transmitida ao vivo pelo YouTube.
A Google Niantic Labs, empresa de jogos para celular, pretende criar um jogo de realidade aumentada que tem como objetivo fazer com que os leitores se sintam no próprio Endgame. O lançamento estava previsto para outubro, agora é só esperar informações.
E não para por aí, a 20th Century Fox comprou os direitos para fazer o filme e a Temple Hill que vai produzir.
Endgame é uma série que conta com um marketing gigante e tem tudo para dá certo. Na minha opinião, os autores procuraram uma forma de divulgação incrível para que o livro não seja só mais um por aí. Minha aposta é altíssima e espero que o sucesso seja grande e merecido. Já comecei a ler e fico tentando desvendar as pistas, mas te falar, é bem complicado. Beijos e até semana que vem.
[TAG] Livros Físicos X E-book
Olá,
pessoal, hoje eu estou aqui com uma ideia de postagem diferente.
Estava pensando sobre isso essa semana e resolvi conversar com vocês sobre o assunto.
Acho que todos nós gostamos de comprar um livro e poder segurá-lo, levá-lo para onde der vontade, lermos aonde quisermos, afinal, não é muito comum encontrarmos assaltantes de livros por aí, ne ? Pensando nisso, eu preparei a
postagem de hoje:
Os livros
ocupam espaço. Alguns são muito pesados para ficarmos carregando de um lado
para o outro, além das coisas que já temos que carregar normalmente e, por fim,
temos a diferença nos preços, que em alguns casos são absurdas.
Pontos Negativos do
E-book:
Se o seu aparelho der algum problema ou você for assaltado e não tiver um backup, você corre sérios riscos de ter mini-infartos. Já perdi arquivos porque o HD do meu computador deu defeito e foi horrível. Até hoje não faço ideia dos livros que eu tinha lá, eram muitos e talvez alguns eu nunca vá lembrar de comprar /baixar novamente. Fora o dinheiro que você gastou no aparelho, né gente? Outro lado ruim do e-book é que vamos precisar do aparelho eletrônico para poder ler, que vai depender de uma bateria e essa bateria pode descarregar no momento mais importante do livro. Vai procurar uma tomada no ônibus, pra você ver! Mas cuidado com os assaltantes, como eu disse, eles adoram eletrônicos. E tudo isso é frustrante, eu que sei. Ah! E quanto às sessões de autógrafos com os autores? Você já tentou receber um autógrafo no Tablet/Kindle/Kobo? Pois é.
Eu ainda
não li nenhum desses livros, embora tenha comprado o E-book de “Equinócio” para
ler esse mês, por conta de um evento onde a autora vai comparecer nesse fim de
semana agora – não li nada dela ainda e não quero chegar assim no evento,
gente.
As diferenças entre esses preços não são pequenas e me parte o coração que a literatura brasileira venha crescendo e se expandindo tanto e eu não tenha condições financeiras para ajudar a investir nesse trabalho da forma que eu queria. Acho ótimo que essas editoras tenham dado a oportunidade para essas escritoras, mas com o livro físico a esse preço fica muito difícil... Sinceramente, não digo que não dê cinqüenta, sessenta reais em um livro. Eu dou. Pergunte a Nora Roberts kk’
Mas eu posso garantir que não compro qualquer livro por esse preço. Infelizmente, não tenho condições financeiras para isso, mas bem que eu gostaria. Por esse preço compro apenas livros que eu tenho certeza de que vão valer à pena. Livros de autoras que eu “conheço”.E que eu sei que são do meu estilo.
No entanto, essas autoras chegaram agora e os livros físicos são vendidos a esse preço, sem que ninguém conheça nada do trabalho delas a não ser especulações que surgem em algum blog ou algum material de divulgação, panfleto, etc.
Por mais que me digam que o livro é bom e que vale a pena, para mim, ele é um risco. Eu já comprei um livro por esse preço – nenhum dos listados acima – e me arrependi muito, muito mesmo. Porque eu podia ter comprado um mais barato, que eu conhecia e resolvi arriscar. Acontece, mas na época fiquei bem chateada.
Entre livros de cinqüenta reais de autoras desconhecidas e livros de vinte, trinta reais ou o que seja – boa parte deles sendo de literatura estrangeira –de autoras que já conhecemos, de livros e séries que anteriores já lemos e nos identificamos, o que você compra?
Beijos! Espero que tenham gostado do post.
Estava pensando sobre isso essa semana e resolvi conversar com vocês sobre o assunto.
Acho que todos nós gostamos de comprar um livro e poder segurá-lo, levá-lo para onde der vontade, lermos aonde quisermos, afinal, não é muito comum encontrarmos assaltantes de livros por aí, ne
Livro
físico X E-book
© Pontos positivos do
livro físico:
Um ponto
positivo no livro físico é que, além de nos sentirmos de certa forma mais próximos
da história, é que não dependemos de baterias nem estamos sujeitos a possíveis
assaltantes. Eles parecem se interessar mais por produtos eletrônicos do que
pelos livros, quem os entende? Brincadeira kk’.
© Pontos Positivos do
E-book:
O E-book,
em grande parte das vezes - especialmente se tratando de literatura nacional -,
é mais barato que o livro físico. Não ocupa espaço, não pesa. O aparelho leitor
de E-book não é enorme, não é de difícil manuseio e comporta vários livros de
uma vez, você pode ler mais de um livro por vez. Ele tem marcador próprio,
então você não se perde na leitura. Se você lê pelo Tablet como eu, você pode
preparar sua resenha, copiar passagens do livro e acessar a internet, tudo isso
com o livro ainda aberto. E pode voltar a ler, enquanto metade da sua resenha
já está preparada e não vai se esquecer dos pontos fundamentais, porque você já
fez uma nota sobre isso (adoro o aplicativo ColorNote para fazer isso, é ótimo,
você pode marcar a importância das notas por cores diferentes, pode colocar um
lembrete na tela inicial e tudo).
Pontos Negativos do
E-book:Se o seu aparelho der algum problema ou você for assaltado e não tiver um backup, você corre sérios riscos de ter mini-infartos. Já perdi arquivos porque o HD do meu computador deu defeito e foi horrível. Até hoje não faço ideia dos livros que eu tinha lá, eram muitos e talvez alguns eu nunca vá lembrar de comprar /baixar novamente. Fora o dinheiro que você gastou no aparelho, né gente? Outro lado ruim do e-book é que vamos precisar do aparelho eletrônico para poder ler, que vai depender de uma bateria e essa bateria pode descarregar no momento mais importante do livro. Vai procurar uma tomada no ônibus, pra você ver! Mas cuidado com os assaltantes, como eu disse, eles adoram eletrônicos. E tudo isso é frustrante, eu que sei. Ah! E quanto às sessões de autógrafos com os autores? Você já tentou receber um autógrafo no Tablet/Kindle/Kobo? Pois é.
Como eu disse anteriormente, a diferença
entre o preço do livro físico e o E-book é assustadora em alguns casos. Aqui
vou mostrar algumas diferenças de preço entre o livro físico e o E-book:
As diferenças entre esses preços não são pequenas e me parte o coração que a literatura brasileira venha crescendo e se expandindo tanto e eu não tenha condições financeiras para ajudar a investir nesse trabalho da forma que eu queria. Acho ótimo que essas editoras tenham dado a oportunidade para essas escritoras, mas com o livro físico a esse preço fica muito difícil... Sinceramente, não digo que não dê cinqüenta, sessenta reais em um livro. Eu dou. Pergunte a Nora Roberts kk’
Mas eu posso garantir que não compro qualquer livro por esse preço. Infelizmente, não tenho condições financeiras para isso, mas bem que eu gostaria. Por esse preço compro apenas livros que eu tenho certeza de que vão valer à pena. Livros de autoras que eu “conheço”.E que eu sei que são do meu estilo.
No entanto, essas autoras chegaram agora e os livros físicos são vendidos a esse preço, sem que ninguém conheça nada do trabalho delas a não ser especulações que surgem em algum blog ou algum material de divulgação, panfleto, etc.
Por mais que me digam que o livro é bom e que vale a pena, para mim, ele é um risco. Eu já comprei um livro por esse preço – nenhum dos listados acima – e me arrependi muito, muito mesmo. Porque eu podia ter comprado um mais barato, que eu conhecia e resolvi arriscar. Acontece, mas na época fiquei bem chateada.
Entre livros de cinqüenta reais de autoras desconhecidas e livros de vinte, trinta reais ou o que seja – boa parte deles sendo de literatura estrangeira –de autoras que já conhecemos, de livros e séries que anteriores já lemos e nos identificamos, o que você compra?
Beijos! Espero que tenham gostado do post.
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