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Playlist de Longe Demais


Organizei essa Playlist do livro Longe Demais (Para quem não leu a resenha, é só clicar no link), com algumas músicas que são citadas no livro e algumas que eu achei que combinavam com a história. É curtinha, mas foi feita com carinho:

1.   Dirty Little Secret (All-American Rejects)
2.   Look Through My Eyes (Phil Collins)
3.   Like a Stone (Audioslave)
4.   Be Yourself (Audioslave)
5.   Shadow On The Sun (Audioslave)
6.   Touch My Body (Mariah Carey)
7.   Stay (Rihanna Ft. Ekko)
8.   Welcome to my life (Simple Plan)
9.   Girl on fire (Alicia Keys)
10.                  Breaking Your Own Heart (Kelly Clarkson)

Beijos!



[Resenha] Longe Demais


Título: Longe demais
Autor (a): Jennifer Echols
Editora: Pandorga

Sinopse: Tudo o que Meg sempre quis foi fugir. Fugir do colégio. Fugir da sua pacata cidade. Fugir de seus pais, que pareciam determinados a mantê-la presa em uma vida sem futuro. Mas, em uma noite louca envolvendo trilhos de ferrovia proibidos e desafiadores, ela vai longe demais... e quase não consegue voltar. 
John escolheu ficar. Para impor o cumprimento das leis. Para servir e proteger. Ele desdenha a rebeldia infantil e quer ensinar a Meg uma lição que ela não esquecerá tão cedo. Mas Meg o leva ao limite ao questionar tudo o que ele aprendeu na academia de polícia. E quando ele a pressiona para saber por que ela não se prende a nada, a resposta os levará a um caminho sem volta...




 Bem, vou começar dizendo que esse não era meu plano de leitura no momento, mas desde o dia em que o comprei ele vem me chamando. Li em um dia.
O que me chamou a atenção de cara, admito, foi a capa. Ela é, sem dúvida, uma obra de arte em design, pelo menos pra mim. E depois de ler o livro, eu vejo que o designer soube capturar a essência dele. Olhando de longe, eles são um lindo casal jovem e apaixonado. Sabendo a história, eles são um lindo casal jovem e apaixonado que passaram por muita coisa antes de se encontrarem e... reaprenderem a viver.
Posso dizer que houve falhas. A revisão estava muito ruim, erros que eu notei e que com uma história tão boa, teriam passado despercebidos se tivessem sido menores. E também achei a sinopse um pouco pobre. Tive a impressão de que a Meg fosse mais uma menina mimada, que conheceria um cara maduro, que lhe daria uma lição de vida e a tornaria uma pessoa adulta. Mas a verdade é que os dois se ensinaram. Os dois aprenderam um com o outro. Também achei Meg um pouco insegura demais em determinadas situações que, sinceramente, eram meio óbvias demais, a margem de um erro de interpretação em algumas alturas era simplesmente quase nula, mas ainda assim ela ficava naquele “Será?”.  Mas ignorando essas falhas, é uma história ótima que me surpreendeu e trouxe três reações distintas.
A minha primeira reação ao começar a ler esse livro foi: “Ai, meu Deus. Pedofilia não – consentida, mas ainda assim -, pedofilia não! Por que eu pensei nisso? A Meg age como uma rebelde sem causa, uma criadora de problemas. Até que é pega infringindo a lei pelo policial John. Por quem ela sente uma, quase imediata, atração. Exceto que ela pensa que John tem quarenta anos e é casado com uma mulher bonita que fica em casa esperando ele com os filhos, enquanto assa bolo de frutas. Sim, ela é dessas que fica criando cenários imaginários, adorei.


Mas, na verdade o nosso policial John que é tão gato e bravo, na verdade não tem quarenta anos. Ele não é casado e muito menos tem filhos.Ele fica revoltado ao encontrar os jovens chapados na ferrovia, e resolve fazer pressão para que eles tenham medidas disciplinares adequadas, que aprendam a lição. É assim que Meg é obrigada a passar mais tempo com John, acompanhando as rondas e a rotina do policial.
Com os planos de férias destruídos, Meg está furiosa com John, mas tenta cooperar da forma que pode, para que aquilo passe o mais rápido possível. Poderia ser pior, ela poderia ter que ir a um tribunal, passar por um inquérito. Ao invés disso vai passear com um policial gatinho por aí e no final escrever algum projeto que beneficie a cidade e ajude os jovens a “entrarem na linha”.



A minha segunda reação foi: “Que fofo!” Depois das rondas começarem, eles encontram um ponto de equilíbrio, começam a se entrosar, flertar, tudo muito “Oh, meu Deus, porque um John não aparece assim na minha vida?!” - Imagina a delícia que seria isso acontecendo aqui no Brasil? - Enfim, Meg descobre que John tem na verdade, dezenove anos, não tem mulher ou filhos e começa a desconfiar que a atração que sente por ele é mutua.



Mas acontece que John acha que Meg precisa de uma lição. Ela precisa entrar nos eixos, por assim dizer. Ela deve entender que a vida não é só fazer sexo sem compromisso com qualquer idiota por aí e que ficar chapada em um lugar onde um trem pode passar a qualquer momento não é uma ideia muito brilhante. Só que John não sabe tanto quanto pensa sobre Meg. Por que Meg tem esse pânico de estar presa a alguém ou qualquer coisa?  O que deu início a claustrofobia dela?
Por fim, minha terceira e última reação foi: “Forte!” Muitos de nós passamos por vários tipos de problemas todos os dias. Todos nós sabemos que não somos imortais, mas raramente pensamos realmente sobre isso, até que algo nos força a pensar. Longe demais no início me pareceu uma história bem “Adolescentesca”, mas com o passar do livro ela se tornou uma história sobre vida. Uma história sobre cura. Como coisas ruins acontecem, mas é sua escolha se aquilo vai se tornar o centro da sua vida, se vai dominar você e tudo o que você fizer ou se vai ser algo a ser superado e deixado para trás. Enfrentar ou fugir? Ficar ou partir? O que isso significa para cada um deles?
Ele queria ficar porque tinha se prendido àquela cidade, ao fardo que assumiu para si mesmo. Ela queria partir porque não aguentava mais se sentir presa aquele mesmo lugar, as mesmas pessoas, a mesma vida. Ela estava livre, mas ainda se sentia presa.


Agora: Por que é tão importante para ele ficar na cidade? Por que ela sentia tanta necessidade de fugir de tudo e de todos? Boa sorte para vocês, tentando descobrir!



Jennifer Echols me decepcionou em “Como fui esquecer você”, admito. Esperei muito mais e achei decepcionante. Ela não me decepcionou em “Longe demais”. 
Pra quem quiser, aqui tem o link da Playlist que eu fiz do livro, é só clicar.
Boas leituras!




6º Evento do blog A menina que Comprava Livros

Olá pessoal, nessa sábado dia 29 de Novembro aconteceu o sexto evento do blog
A menina que comprava livros, aqui no Rio, no bairro do Flamengo. O evento vem acontecendo uma vez por mês e é mediado pela jornalista e dona do blog, a Raffa, e junto com o evento literário rola um bazar com produtos de séries, livros, filmes e de beleza e etc.. São vários expositores que vendem produtos lindos. A Equipe do Entre Vírgulas foi conferir o evento.





                               

Na edição desse mês foram convidadas duas escritoras, a Cátia Mourão e a Yohana Sanfer. A autora Cátia Mourão falou um pouco sobre a Saga Mais Além da Escuridão e Elos do Destino. Já a autora Yohanna Sanfer falou do seu livro Da boca pra dentro, e fiquei bem curiosa para ler esse livro!
Além delas falarem sobre seus livros também respondera perguntas feitas pela Raffa.







No final do evento rolou o tão esperado sorteio de livros, camisas, kits com marcadores, colares e mais uma vez bastante gente saiu com algo. Desde o primeiro evento esse foi a ideia da Raffa de pelo menos boa parte das pessoas saírem com algo e se não fosse sorteado teria um kit com marcadores e bottons.

Por fim, ainda rolou bolo e cupcakes para comemorar o aniversário do Bazar e estavam deliciosos!
A cada evento aumenta o número de  leitores e as próximas edições já tem autores fechados para o ano que vem quase todo.

Acho muito legal rolar eventos assim que dão a oportunidade de conhecermos autores nacionais, fazer amizade, rever amigos e se divertir falando de livros.
Se você mora aqui no Rio e ainda não foi eu super indico  esse evento e sempre que posso eu estou presente. 

Por hoje é só! 
Espero que tenham gostado, até mais!

Novidades do Blog!

Olá pessoal,
O blog começa o mês de Dezembro com novidades!
Nesse mês entram para a nossa equipe de blogueiros a Sarah e o Thiago. Sim, o blog já era formado por Eu, Amanda e Vanessa e achamos que seria bom colocar mais pessoas e os nomes deles foram citados e aprovados.
Nova Equipe Entre Vírgulas

A ideia de colocar mais pessoas é de ter mais variedades e posts para vocês!
O Layout do blog também mudou e foi uma surpresa minha quando a leitora do blog Flavia Nasck me procurou e deu o layout de presente para o blog. Muito Obrigada Flavia!! Ficou lindo e espero que vocês tenham gostado.
Também criamos o Top Comentarista e todo mês terá um prêmio para a pessoa que mais comentar durante o mês e amanhã já sai o resultado do mês de Novembro.
Espero que gostem das mudanças!

Até mais!



[Filme - O Presente]


O Presente 

Ficha Técnica:

Gênero: Drama

Direção: Michael O. Sajbel

Roteiro: Cheryl McKay, Jim Stovall

Elenco: Abigail Breslin, Ali Hillis, Bill Cobbs, Brett Rice, Catherine McGoohan, D. David Morin, Donna Cherry, Drew Fuller, George Lee, James Garner, Lee Meriwether, Mark Joy, Mel Fair, Mircea Monroe

Duração: 114 min.

Ano: 2006

País: Estados Unidos



O  Presente foi o filme escolhido para assistir com a minha mãe nesse sábado à tarde. Minha mãe adora esses filmes fortes, com grandes lições de vida e apesar de estar numa vibe mais aventureira para filmes ultimamente, eu comprei a ideia.
O presente é um filme muito bonito.
Jason é o típico cara lindo e rico que não quer nada com nada. Ele guarda muito ressentimento do avô, ele o culpa pela morte de seu pai e, mesmo a sua morte não faz com que Jason mude de atitude.


Porém seu avô reservou uma surpresa para ele. Um presente. Ele o receberia desde que cumprisse doze tarefas. À princípio ele não levou a sério, mas resolve ver no que vai dar. Cada tarefa se mostra mais difícil que a outra.
Claro, Jason nunca havia trabalhado. Nunca havia andado de ônibus. E sempre que queria alguma coisa só precisava pedir.


Ao decorrer dessas tarefas ele acaba conhecendo Emily. Ela é uma menina muito pouco convencional, extremamente franca, que fala o que vem à boca. Ao fazer amizade com a menina, ele acaba descobrindo mais sobre si mesmo e sobre o mundo em geral. Ele se dá conta das coisas que realmente importam.


Aos poucos a mudança vai se notando em cada uma de suas atitudes. Emily o ensina sobre sentimentos e relacionamentos verdadeiros. Coisas  que ele percebe que nunca teve, ao menos não de verdade. Vale à pena assistir.


Onde assistir: 

 
Layout feito por Adália Sá | Não retire os créditos