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O Hipnotista - Leitor Convidado #2

Olá pessoal, como estão? Espero que bem!
Hoje vamos ao segundo post da coluna: Leitor Convidado. Nessa coluna, você, leitor do blog, pode nos enviar sua resenha sobre os livros que leram.
Hoje é a vez da leitora Linda Miceli, que adora livros de terror e suspense!
Vamos ver o que ela achou do livro?
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Oi, pessoal!!!
Chamo-me Linda e sou a leitora convidada de hoje do Blog Entre Vírgulas. Estou adorando esta nova experiência, sempre que puder mandarei minhas resenhas, sempre apresentando ótimos livros a vocês.
Bem, hoje vou contar um pouquinho da minha experiência com o livro O Hipnotista. Este é um livro de Lars Kepler, um casal que decidiu escrever junto (fato que acho super legal e até gostaria de escrever um com meu namorado s2).
Esta ficção vai tratar da história de vida de um especialista em pacientes traumatizados psicologicamente, chamado Erik Maria Bark. Desta forma, devido a problemas anteriores com seus pacientes, ele decide parar de clinicar este tipo de paciente, mas continua com seu trabalho ajudando pessoas com problemas psicológicos, e não mais com a hipnose.
Depois de algum tempo, ocorre um massacre em Estocolmo e, a partir daí, tudo irá acontecer (podem acreditar, é a maior adrenalina). As cenas são terrivelmente descritas, é como se o leitor estivesse sufocando com tantas ações de maldade. Enfim, o massacre é feito a uma família e somente o filho fica vivo, apesar de ter tomado mais de cem facadas (Aí me pergunto, como isso é possível? É horrível, mas é possível).
Quando esse sobrevivente é encontrado, o levam para o hospital e, para que este crime seja solucionado, o grande especialista em hipnose é chamado para ajudar, mas, como já havia feito a sua promessa, não quis aceitar. Porém, depois de várias tentativas, o detetive Joona Linna consegue convencê-lo a hipnotizar o menino. Entretanto, Erik deixa claro que isso pode ser perigoso e danoso ao adolescente de 15 anos.
Enfim, para aqueles que amam sentir um friozinho na barriga e ficam super ansiosos para saber o que irá acontecer, este é o livro certo, pois, a partir da hipnose, o livro esquenta de dar até medo.
É isso aí pessoal, espero que eu tenha conseguido aguçar a curiosidade de vocês e, sempre que puder mandarei minhas resenhas sobre esses livros que arrepiam e dão aquela sensação de medo.
Adorei escrever para vocês, espero que tenham gostado e até a próxima, com mais um livro excitante.
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Se quiserem ver sua resenha aqui no blog é só nos envia-la por email:
entre.virgulas2012@gmail.com

Espero que tenham gostado,
Até a próxima!

Resenha - A seleção




Olá, hoje eu vou falar sobre: A Seleção!


Sinopse:
Para trinta e cinco garotas, a “Seleção” é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China, e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças entre dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha.
Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.
Então America conhece pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma — e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar.

A seleção é uma distopia , uma das distopias que estão pipocando nos lançamentos de livros!
Conheci o livro no evento que rolou na livraria da Travessa - Leblon e depois do evento foi quase impossível não querer  ler o livro !
A história distópica  é sobre Iléa, um país nascido do antigo Estados Unidos da América depois de ser devastado na terceira guerra mundial. O país é divido em oito castas e quanto maior o número da casta , maior é a pobreza das pessoas.
America Singer é da casta dos artistas, que é a CINCO. Ela não é tão pobre, mas passa por privações junto com a mãe, pai e os dois irmãos que moram com ela. Não podendo faltar romance a mocinha da história tem um namoro secreto com Aspen, um SEIS, que passa por dificuldades para sustentar a família ,mas sonha em casar com América.

E no meio disso entra a Seleção que é um "reality show" que reúne trinta e cinco garotas (entre 16 e 20 anos, de todo o país e de diferentes castas) no Palácio para disputarem a coroa e o coração do Príncipe, Maxon. Além de se casar com o príncipe e ganhar a coroa, a selecionada muda automaticamente para a casta UM junto com sua família. Lembrando que só é da casta um a família real.

Óbvio gente, que a America acha a Seleção um programa fútil e nunca imaginou participar (até porque ela já tinha o Aspen). Só que ela recebe uma carta convidando-a á se inscrever. Contra sua vontade, e uma "ajudinha" de Aspen, America faz a inscrição e é selecionada junto com mais 34 meninas!

E ao chegar no palácio ela se depara com vestidos lindos,duas empregadas, um príncipe lindo e educado (sou Team Maxon) e uma disputa desleal para conseguir aquela vida. Claro, além dos ataques dos rebeldes.
Gente, a história é gostosa de ler. Terminei o livro em um dia e ele já anda por casas alheias para formar um número maior de fãs do Maxon rs! Eu achei uma loucura o fato de terem trinta e cinco mulheres num Palácio brigando por coroa e um homem rs ! Então, já imaginam que essa parte é boa rs! E apesar da distopia ser bem fraquinha no livro e sei que vai aparecer mais na continuação da trilogia.

Sim, meninas rs tem continuação que já está a venda nas livrarias: A Elite!
E para quem, como eu, se apaixonar pelo Maxon, e quiser vêr o lado dele da história, a Seguinte liberou o e-book de O príncipe. Que é uma pequena versão dele, sobre a Seleção!

Baixe (de graça) o conto: O princípe

Super recomendo a leitura, alguns fazem comparações com Jogos Vorazes ,mas a escritora Kiera Cass ( que por sinal é uma fofa!) leva a história para outro caminho e termina o livro num suspense que nos deixa curiosíssimas!

E vocês, o que acharam da história? Comentem no post sua opnião!


Beijos pessoal!
Até a próxima!


Mitologia

Galera desculpe a demora, mas a faculdade suga nosso tempo livre e o que nos resta de tempo é para dormir  =3

            Hoje apresento a vocês um dos temas mais fodas legais de todos, e um dos temas que eu mais gosto de ler, estudar, apreciar, observar, (adicionem aqui outros verbos): MITOLOGIA. Ouçam os gritos de ALEGRIA


Sou obrigado a fazer uma pequena anotação aqui sobre essa palavra MITOLOGIA. Entendam que 4 dos 5 livros que direi aqui tratam apenas da mitologia GREGA, apenas um deles aborda outros tipos de mitologia!!
Eu pensei em fazer um monólogo sobre o assunto, entretanto, conversando com minhas sábias companheiras de blog, elas me disseram que seria melhor falar sobre os livros que abordam o tema. Ainda acho o monólogo mais interessante.
Na mesma pegada de O mundo de Sophia, temos um livro em que o autor passa mitos, da mitologia grega, da mesma forma que ele contava a seu neto para que o mesmo fosse dormir. Essa espetacular obra é O Universo, os deuses, os homens de Jean-Pierre Vernant. Eu possuo a versão da editora Companhia das Letras traduzida por Rosa Freire d’Aguiar.
Como sabem (ou deveriam saber), uma das obras mais relevantes para todo o mundo, e que aborda temas mitológicos gregos, é a Ilíada de Homero. Para você que acredita na sua capacidade de ler em versos, aconselho a tradução de Carlos Alberto Nunes. Já para você que nunca leu nada em versos, que tome vergonha na cara e leia! aconselho que leia a versão narrativa, como a da editora Odysseus, de Menelaos Stephanides, traduzida por Luiz Alberto Machado Cabral, cujo o título é: ILÍADA: A GUERRA DE TRÓIA.
Agora, essa é para você que tem culhões coragem. Em uma edição bilíngue da editora Iluminuras, com tradução de Jaa Torrano, temos a Teogonia a origem dos deuses, em original de Hesíodo. Simplesmente é o relato da origem dos deuses gregos, desde a concepção de tudo até o nascimento dos considerados semideuses.
Para você que não tem tempo/ paciência/ saco para a mitologia saia do meu blog aconselho o genérico dos genéricos, O livro de ouro da MITOLOGIA de Thomas Bulfinch com tradução de David Jardim.
Agora, para você que, como algumas das minhas companheiras de blog, gostam de um pouco de sacanagem erotismo, existe o livro perfeito. Seu título, já um pouco sugestivo, é O sexo dos deuses de Antonio Carlos Oliveri e Cristina Von, publicado pela editora Nova Alexandria. Pensei em falar um pouco sobre o livro, mas vou deixar que a orelha do mesmo se explique: “O sexo dos deuses Uma versão sem censura da Mitologia grega revela incestos, ciúmes doentios, adultérios, vinganças diabólicas, voyeurismo, ménage-à-trois, sexo animal, transformismo[...]”.
Espero que tenham gostado, 
comentem aí em baixo se souberem de outros livros bons sobre a mitologia, 
e EU JURO que um dia esse blog vai ter frequência de postagem!! 

Resenha - P.S. Eu te amo, Cecilia Ahern

“Ela percebe que a vida deve ser vivida, mas que é sempre bom ter alguém para te guiar.”

Sinopse:
Existem amores que duram mais que uma vida. Algumas pessoas esperam a vida inteira para encontrar sua alma gêmea, mas esse não é o caso de Holly e Gerry.
Eles eram amigos de infância, portanto conseguiam saber o que o outro estava pensando e até quando brigavam eles se divertiam. Ninguém conseguia imaginá-los separados. Até que o inesperado acontece e Gerry morre, deixando Holly devastada. Conforme seu aniversário de 30 anos se aproxima, Holly descobre um pacote de cartas, no qual Gerry, gentilmente, escreveu uma carta para cada mês da nova vida dela sem ele. Com ajuda de seus amigos e de sua família barulhenta e carinhosa, Holly consegue rir, chorar, cantar, dançar e ser mais corajosa do que nunca. Ela percebe que a vida deve ser vivida, mas que é sempre bom ter alguém para te guiar.


Eu acho que a maioria conhece a história da Holly e do Gerry e das cartinhas que ele deixa para ela depois de morrer. Já que o livro virou filme e foi relançado pela editora Novo Conceito.
È muito difícil você falar para as pessoas de um livro que você gosta muito porque sempre parece que você está babando muito pela história, mas gente, impossível não gostar dele. Eu li o livro muito tempo atrás e bem antes de sair à adaptação no cinema, achei na internet e li. Na época eu conseguia ler bastantes livros no computador e lembro que fui para a casa de uma amiga ver o filme que estava passando na TV a cabo. O filme foi bom, mas como é de se esperar não deu o impacto que o livro dá.
O livro é narrado em terceira pessoa e a Cecelia soube escrever, eu me lembro de não conseguir parar de ler e chorar durante alguns trechos dele. Eu realmente tenho  amor por essa história e engraçado que só quem passou por uma perda grande consegue olhar e reconhecer as fases do luto que a Holly passa no livro.
Vale muito a pena ler, é emocionante e eu o comprei para deixar na estante e reler sempre que me bater saudades da história ou do Gerry e do jeito que ele ajudou a Holly a enfrentar o luto e seguir a vida. E eu gostei dele por completo!
Então, se você ainda não leu P.S. Eu te amo CORRE!
porque tenho certeza que vai gostar da história.

Beijos gente!
Até a próxima!!

Crítica: A Liberdade é Azul (1993)



O luto, de modo geral, é a reação à perda de um ente querido, à perda de alguma abstração que ocupou o lugar de um ente querido, como o país, a liberdade ou o ideal de alguém, e assim por diante. – Sigmund Freud

Krzysztof Kieslowski, em A Liberdade é Azul, traduz na tela o conflito entre liberdade e sofrimento. No filme, pertencente à sua brilhante Trilogia das Cores, o cineasta polonês narra a história da modelo Julie Vignon (Juliette Binoche) e sua busca incessante de desligar-se do seu passado trágico.

Após perder seu marido, um famoso compositor, e sua filha em um acidente de carro, Julie vê como única saída para diminuir seu sofrimento a abdicação de tudo aquilo capaz de retomá-la ao passado. Não apenas seus bens materiais, mas também seus ciclos de convivência. O único elo entre passado e presente não eliminado por Julie é o lustre de cristais azuis pertencente ao antigo quarto de sua filha. Entretanto, todas essas tentativas a fim de quebrar seu vínculo com o passado, apenas serviriam para maximizar sua tristeza, seu luto. Após um bom tempo de reflexão, Julie percebe que para diminuir seu sofrimento não deveria desligar-se de suas lembranças e do mundo, mas sim prender-se a algo. Com isso, volta todas as suas atenções para terminar a obra inacabada de seu marido, e também reestabelece o contato com amigos e parentes.



Juliette Binoche vive a modelo Julie Vignon 


Sutil, sensível, poético. “A Liberdade é Azul” se destaca em vários aspectos, sendo um deles atuação brilhante de Juliette Binoche, que transpassa toda dor e angústia de sua personagem; como no cena em que acaricia a tela da televisão ao assistir o funeral de seu marido e de sua filha, ou provoca ferimentos em sua mão ao passar próximo de um muro de pedras com o intuito de diminuir parte de seu sofrimento. Vale ressaltar também a inteligente combinação da tela preta com os acordes furiosos da música clássica – que abrilhanta o filme – nos momentos em que Julie relembra o passado.

A Liberdade é Azul é o primeiro filme da renomada Trilogia das Cores, que conta também com A Igualdade é Branca e A Fraternidade é Vermelha (super recomendados!). Tal trilogia fora baseada nas cores da bandeira da França e nos três ideais que compõem o lema da Revolução Francesa, onde cada filme apresenta as consequências da aplicação de cada um desses ideais. Ambos são sentimentos positivos, porém percebemos que a liberdade em A Liberdade é Azul – assim como os respectivos ideais apresentados nos dois filmes seguintes – trouxe uma carga repleta de dor à vida de Julie Vignon, onde a única saída encontrada por ela fora, de fato, a abdicação da mesma. 


Trilogia das Cores: A Liberdade é Azul
Título original: Trois Couleurs: Bleu 
Direção: Krzysztof Kieslowski
Ano de lançamento: 1993 (França)
País: França/Polônia/Suíça 


Galera, espero que vocês tenham gostado da minha primeira publicação! Lembrem-se de se inscrever aqui no blog, assim vocês poderão receber todas as nossas atualizações. Um super beijo e até a próxima =)

 
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